segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Presente de Natal de Pedro Abad vira "Mico" em suposta contratação do atacante Fred


Perto da unanimidade: quase 90% dos tricolores querem Fred de volta ao Flu

Em enquete realizada pelo GloboEsporte.com, maioria dos torcedores tricolores sonham com o retorno do atacante. Idolatria no clube é o principal motivo apontado



GE 23/12/2017
Faz um ano e meio que Fred foi vendido pelo Fluminense para o Atlético-MG. A perda do maior ídolo da história recente do clube fez os tricolores sentirem. O tempo passou, Henrique Dourado brilhou em 2017, e a torcida começou a superar a ausência do antigo camisa 9. Mas bastou Fred voltar a ficar disponível no mercado e o presidente Pedro Abad admitir ter consultado o empresário do jogador sobre um possível retorno que os torcedores voltaram a sonhar. Ainda mais com o risco de vê-lo se transferir para o arquirrival Flamengo, que também tem interesse. Isso pode ser percebido na enquete feita pelo GloboEsporte.com logo após a declaração do dirigente.
Perguntamos: Torcedor do Flu, você gostaria de ver Fred novamente com a camisa Tricolor? Mais de 15 mil internautas participaram e quase 90% dos tricolores votaram na opção “Sim”. 




Fluminense prepara proposta
Nos bastidores,o Fluminense prepara uma proposta ao atacante nos seguintes termos: salário dentro da realidade financeira do Tricolor e olho no futuro, com algum cargo a ser definido no clube após a aposentadoria.

  22 de dez
A ideia do Fluminense é fechar contrato de 2 anos com Fred, o atacante encerrar a carreira no clube e na sequência fazer algo por lá fora das 4 linhas
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Cruzeiro anuncia contratação do centroavante e põe fim às esperanças da torcida tricolor
 

Cruzeiro anunciou agora há pouco a contratação de Fred. O vínculo será de três temporadas e sinaliza que a história do artilheiro com o Prêmio Nobel do Esporte chegou ao fim. 
"Fala, Nação Azul! Estou aqui com muita felicidade para expressar minha gratidão a todos vocês pelo carinho, em especial ao Itair, ao presidente Wagner por estarem realizando o desejo do meu coração que é voltar para a minha casa. Vamos comemorar muitos gols juntos, títulos importantes. Quero aproveitar para desejar um feliz Natal a todo mundo. Não vejo a hora da minha apresentação. Deus abençoe a todos", declarou Fred ao sacramentar o vínculo. 
O retorno "para casa" foi azeitado com luvas de R$ 3 milhões, salários de R$ 500 mil e bônus que podem chegar a R$ 400 mil, de acordo com produção. Cifras impensáveis para o Fluminense, pelo menos no momento atual.


Não se brinca com o sentimento do torcedor

Explosão Tricolor 24/12/2017
Fala, galera tricolor! Passando rápido só para registrar o meu posicionamento sobre a polêmica envolvendo a transferência do Fred.
Primeiro de tudo, acho que oferecer uns R$ 500/600 mil mensais de salário não seria loucura alguma.
O Henrique Dourado ganha cerca de R$ 300 mil mensais.
A diretoria teria que buscar mais R$ 200/300 mil mensais, lembrando que só com a saída do Pierre, o Fluminense economizará cerca de R$ 230 mil mensais.
Considerando que o nosso ex-camisa nove poderia aumentar o número de sócios, vender muitas camisas, chamar torcida e ainda ser o líder dentro de campo que tanto faltou em 2017, acho que seria um valor justo. O cenário atual do clube pede desesperadamente um fator que cause um grande impacto institucional para reanimar a massa e recuperar o engajamento dela. E o Fred seria o único nome capaz de fazer isso tudo.
Ninguém sabe se o Fluminense apresentou proposta ou não, mas segundo o jornalista Edgar Maciel de Sá, do portal Globo Esporte, uma proposta seria apresentada ao Fred com direito a plano de carreira e tudo.
Agora, já era. O cara acertou com o Cruzeiro.
Vida que segue? Não!
Foi criada uma atmosfera bacana e muitos torcedores tricolores embarcaram na onda alimentada pelo próprio clube. O velho ditado já diz que o mal se corta pela raiz, mas…
Na apresentação do Paulo Autuori, ocorrida na última quinta, o presidente Pedro Abad teve duas oportunidades de “cortar o mal pela raiz”. A última pergunta da coletiva realizada no Salão Nobre foi feita por mim mesmo e foi justamente sobre o Fred. O mandatário tricolor falou do nosso ex-camisa nove com uma grande empolgação. 
O grande pecado do presidente não foi o de não apresentar proposta ou não conseguir contratar o Fred, na verdade foi o de deixar o sentimento de boa parte da torcida crescer intensamente nos dois últimos dias.
Uma simples declaração dizendo que o clube não teria condições financeiras de lutar pelo retorno do jogador encerraria o assunto, mas preferiram deixar o monstro crescer. 
Bola pra frente? Sinceramente, não consigo acreditar num 2018 melhor. Infelizmente, temos uma diretoria medrosa, que não ousa e, principalmente, não acredita no poder da marca Fluminense Football Club.    
“NÃO SE BRINCA COM SENTIMENTO DE TORCEDOR!” 
Forte abraço e Saudações Tricolores
Vinicius Toledo 


DÚVIDA: PRESIDENTE PEDRO ABAD REALMENTE FEZ ALGUMA PROPOSTA AO FRED OU "JOGOU PRA TORCIDA" ?
Abad jamais chegou a apresentar proposta por Fred. Apenas fez media com a torcida. Assinou, assim, a sentença de mediocridade que marcará sua passagem pelo Fluminense. Escolheu a porta dos fundos, o lixo da história. Triste fim. 2018 será um longo ano. Pare ele e para nós.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Portal revela que oposição política do Fluminense já está se articulando por pedido de impeachment de Pedro Abad

Fonte: Explosão Tricolor Notícias 12/12/2017
Segundo o portal UOL, a oposição política do Fluminense já está se articulando para solicitar um pedido de impeachment do presidente Pedro Abad após os desdobramentos da Operação Limpidus, que já acarretou duas prisões de funcionários do Fluminense e, segundo as autoridades que comandam a investigação da relação dos clubes com as torcidas organizadas, ainda pode acarretar em prisões de dirigentes.
De acordo com o portal UOL, as lideranças da oposição da política tricolor ainda estão aguardando se o mandatário tricolor será detido, mas o item do Estatuto do Fluminense que aponta “prejuízo considerável ao patrimônio ou à imagem do clube” já pode ser o suficiente para colocar o pedido em votação no Conselho Deliberativo.
O grande problema que a oposição poderá enfrentar numa eventual votação de impeachment é que grande parte do Conselho Deliberativo pertence a base de sustentação política do presidente Pedro Abad. A Flusócio e os Esportes Olímpicos possuem uma ligação fortíssima desde a época do ex-presidente Peter Siemsen. Somados, os dois grupos possuem dois terços dos Conselho, lembrando que para aprovar o impeachment serão necessários justamente dois terços dos votos dos conselheiros.   
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Como realizar o processo de impeachment de Abad?

Fonte: Explosão Tricolor 12/12/2017 
A história passa na frente dos nossos olhos! A prática do cambismo é algo disseminado no Brasil inteiro e, agora, a Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro resolveram dar um basta nisso. Excelente iniciativa! Oxalá que este tipo de operação ocorra em todo país. Apesar da tristeza de ver o nome do Fluminense diretamente envolvido na questão, fato é que o futebol nacional deve ser passado a limpo e apurar a relação espúria entre torcida organizada e diretoria é um grande início.
Por tudo que se falou até agora, naquilo que interessa ao Fluminense, está se caracterizando uma verdadeira atuação sistêmica de doação de ingressos para a torcida organizada que, por sua vez, revende-os a preços elevados e conseguem se manter. Ou seja, uma parte das finanças desse tipo de torcedor vem dessa relação indevida com a diretoria.
Sobrou até para o sócio torcedor. De acordo com o Promotor de Justiça Marcos Kak, do Ministério Público do Rio de Janeiro, o programa de sócio exige que o torcedor faça o check in da aquisição dos ingressos. Quando há sobra de ingresso, parte dela é destinada às organizadas. Isso significa que os seus componentes não precisam pagar mensalidade para ter acesso a tickets gratuitos, ao passo que o verdadeiro torcedor desembolsa 100, 150 reais para manter a sua paixão. Que absurdo!
Tudo isso, porém, decorre da falta completa e absoluta de transparência nas atividades do clube. Nada disso aconteceria se o Fluminense tivesse as contas abertas, como exige, aliás, a Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, ou “Lei do Profut”. Inclusive, ela considera temerária e irregular a gestão que não divulga, tanto para os torcedores quanto para os associados, os atos do clube, o que pode acarretar até mesmo o impeachment do Presidente.
A cobrança por visibilidade está vinculada à necessidade de abrir acesso ao conteúdo dos atos e gastos efetivados pelo clube. E é esse conhecimento pleno que permite o exercício da democracia, até por ter o livre arbítrio de opinar e fiscalizar os gastos realizados.
Não há nenhuma dúvida que fraudes e demais atos ilegais, inclusive os que estamos presenciando na Operação Limpidus, encontram oportunidades propícias para a propagação em ambientes nos quais a gestão escamoteia informações. No Brasil, a Lei do Profut já citada busca tornar menos obscuro o conhecimento da informação por parte dos torcedores, inclusive estipulando a punição máxima aos dirigentes que não a cumprirem.
Isso é tão sério que, atualmente, o Fluminense está no Profut e este é o principal argumento do clube para afirmar que a gestão é profissional. Mas a ausência de transparência pode fazê-lo perder este benefício e retornar para o patamar de extrema dificuldade financeira que praticamente impedirá o clube de participar das grandes competições.  
E aí vocês podem perguntar: como fazer para levar adiante este necessário impeachment do Presidente? Respondo: temos que seguir o estatuto do clube. E este processo é extremamente custoso e, considerando que a maior parte do Conselho Deliberativo é fortemente ligada ao grupo da Flusócio, a dificuldade fica ainda maior.
Para iniciar o processo de impeachment, há a necessidade de um requerimento formulado por 50 conselheiros do clube. Isso, por si só, já seria difícil. Mas não para por aí. Para dar início ao processo, o requerimento deve ser aprovado por pelo menos um terço dos membros do Conselho Deliberativo do Fluminense.
Se for ultrapassada essa fase de admissibilidade do pedido, ele é encaminhado ao Presidente do Conselho Deliberativo que deverá entregar o caso a uma Comissão para assuntos Disciplinares que, por sua vez, oportunizará a devida defesa ao Presidente. Após isso, a tal Comissão irá dar o seu parecer e o caso vai a julgamento pelo Conselhão.
Para ser aprovado, o pedido deve ser apreciado com quórum mínimo de 150 conselheiros. O estatuto exige ainda aprovação de, pelo menos, 2/3 do número dos presentes. Tudo feito em votação secreta. Sério! Você não leu errado. Depois de todas as dificuldades de levar um processo de impeachment adiante, a votação ocorre às portas fechadas e com zero informação à torcida, verdadeira proprietária do time. Inacreditável!
Na hipótese de tudo andar como deve ser, pelo menos a substituição do Presidente é garantida democraticamente. O Vice-Presidente assume por apenas 45 dias e, neste prazo, deve haver uma nova eleição obrigatoriamente convocada pelo Presidente do Conselho Deliberativo. Aí, é a hora do sócio entrar em cena e não permitir pessoas sem a capacidade de gestão adequada assuma o clube.
“E como eu posso ajudar?”, perguntaria o leitor dessa coluna. A resposta é simples: pressão. Lembrem que toda mudança inicia de uma vontade que se transforma em atitude concreta daquele que é prejudicado com os desmandos de uma diretoria. E, no nosso caso, todos passamos vergonha com a atitude da diretoria de, além de apequenar o Fluminense, transformá-lo em caso de polícia em âmbito nacional.
Questione nas redes sociais, mande e-mails para os componentes do Conselho Deliberativo cobrando uma conduta efetiva contra todos os absurdos que acontecem no Fluminense – inclusive divulgando a possibilidade de impeachment – e assumam a sua paixão pelo clube nesta triste página da nossa história.
Sugestão: para saber quais são os conselheiros do clube, basta ir na página principal do site do clube e entrar na aba “O Clube” ....  Lá consta a relação de todos os titulares e suplentes do Conselho Deliberativo, incluindo a atual mesa diretora. Nas mãos dele (e na indignação da torcida) está o futuro e a própria sobrevivência do Fluminense Football Club.
Lembrete: tudo isso pode não ser necessário se, na evolução das investigações da Operação Limpidus, concluírem que o Presidente não é digno de se manter à frente do clube. Aí, basta uma ordem judicial. A prudência exige que aguardemos todo o desenrolar das investigações para individualizar a conduta de que cada um dos possíveis envolvidos, mas a possibilidade existe, de acordo com a força-tarefa que está no caso.
Ser Fluminense acima de tudo!
Evandro Ventura

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Assessor da presidência do Fluminense é preso em operação por repasse de ingressos

Fonte: Rômulo Morse Canal Flunews 11/12/2017
O assessor da presidência do tricolor, Arthur Mahmoud, foi preso na manhã desta segunda (11) na Operação Limpidus, que investiga repasse de ingressos de partidas para torcidas organizadas (inclusive para as que estão proibidas de irem ao estádio por conta de atos violentos).
Junto com Arthur, mais duas pessoas foram detidas: Alesson Galbão de Souza, presidente da Raça Fla e Leandro Schilling, chefe da Imply (empresa responsável pela confecção de ingressos). Ao todo a polícia está cumprindo 14 mandatos, tendo efetuado cinco prisões.
Na semana passada três chefes de organizadas foram presos: Manuel de Oliveira Menezes, presidente da Young Flu, Luiz Carlos Torres Júnior, o Fila, vice-presidente da Young Flu e Ricardo Alexandre Alves, o Pará, presidente da Força Flu. Eles estão respondendo por ação criminosa e prática de cambismo.
As prisões fazem parte da segunda fase da operação, deflagrada pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) da Polícia Civil. Além de cartolas tricolores, líderes de torcidas organizadas, dirigentes dos outros grandes clubes cariocas e funcionários da empresa responsável pelos ingressos também são alvos.Até o momento o Fluminense não se pronunciou sobre o caso desta segunda.

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Promotor revela que ingressos destinados a sócios torcedores eram desviados para cambistas

Cambistas receberiam bilhetes que eram destinados a afiliados dos clubes

Fonte: Johnnybet NETFLU 11/12/2017
Em entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira, o promotor do Ministério Público, Marcos Kac, que, investiga a relação entre clubes e organizadas ao lado da Polícia Civil, trouxe mais informações a respeito da Operação Limpidus. Ele conta que a apuração aponta para um esquema que prejudica, inclusive, sócios-torcedores dos clubes cariocas.
– O primeiro é facilitação ao cambismo e, em seguida, estelionatos. Todos os aspectos que envolvem a relação entre dirigentes e torcedores quanto aos ingressos cedidos e a venda no câmbio negro, ingressos de meia entrada, você tem, em determinadas oportunidades, desvio de ingressos do sócio-torcedor. Ou seja, o sócio paga uma taxa mensal para ter direito a retirar um ingresso do qual o clube é mandante. É preciso fazer um check-in pela internet. Se você tem 10 mil sócios, 4 mil fizeram check-in. Então você tem uma carga sobressalente de 6 mil que não fizeram check-in e esses ingressos também eram desviados para o câmbio negro. Todos os aspectos serão apurados e a denúncia apresentada no momento oportuno – declarou.
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Investigados na primeira fase da Operação Limpidus podem ser novamente convocados a depor ou até presos

Fonte: Leandro Alves Explosão tricolor 11/12/2017
Em entrevista coletiva realizada na manhã desta segunda-feira, na Cidade da Polícia, o promotor Marcos Kac, um dos responsáveis pela Operação Limpidus, indicou que pessoas da alta cúpula dos clubes cariocas poderão ser novamente intimadas a depor e, eventualmente, também serem detidas por conivência com o crime de cambismo.
– A investigação continua, todas as pessoas citadas e chamadas na primeira fase da operação podem ser chamadas, denunciadas ou com a prisão temporária decretada – explicou o promotor Marcos Kac.
Vale lembrar que o presidente do Fluminense, Pedro Abad, depôs na primeira fase da Operação Limpidus e segue sendo investigado. O vice-presidente de futebol do Vasco, Euriquinho, e o vice-presidente de estádios do Botafogo, Anderson Simões, também estão sendo investigados. 

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Operação Limpidus: Polícia investiga dirigentes de clubes de futebol do Rio

O assessor do fluminense, Artur Mahmoud, esta entre os presos

 Fonte: Super Rádio Tupi 11/12/2017
A polícia civil realiza nesta segunda-feira (11) a Operação Limpidus, que investiga a relação de dirigentes de clubes de futebol do Rio com torcidas organizadas. Há suspeita de que os dirigentes repassavam ingressos para torcedores, inclusive os que estavam proibidos de entrar nos estádios.
O assessor de fluminense, Artur Mahmoud, esta entre os presos. Ele foi preso no apart hotel em Copacabana. Outras duas pessoas foram detidas Leandro Schilling, chefe da Imply (empresa responsável pela confecção de ingressos), e Alesson Galbão de Souza, presidente da Torcida Organizada Raça Fla.
A policia procura por outras seis pessoas. Além disso, há cinco mandados de prisão contra pessoas que já estão detidas. É a segunda fase da operação, deflagrada pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática.
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Em nota, Fluminense se posiciona sobre Operação Limpidus

Clube diz que prisões foram desnecessárias


O Fluminense divulgou uma nota oficial em seu site sobre a Operação Limpidus. Polícia Civil e Ministério Público investigam a relação dos grandes clubes cariocas com torcidas organizadas. Estas revendem os ingressos cedidos pelas agremiações a cambistas. Confira a posição do Tricolor, que teve um dirigente e o assessor do presidente Pedro Abad presos nesta segunda-feira:
O Fluminense Football Club afirma que confia na correção dos seus funcionários Filipe Dias, gerente de Operações de Jogos e Arenas, e Artur Mahmoud, assessor de imprensa da presidência. Eles já prestaram todos os esclarecimentos quando chamados a depor como testemunhas. O clube considera as prisões desnecessárias e arbitrárias, e reafirma que vai seguir auxiliando nas investigações da Polícia Civil e do Ministério Público.

domingo, 10 de dezembro de 2017

Entre glórias recentes e finanças desastrosas, o Fluminense tenta se reerguer


O presidente Pedro Abad deu início a uma reestruturação com a contratação de executivos e o corte de gastos supérfluos, mas se vê forçado a vender jogadores, dispensar reforços caros e aturar a pressão


Fonte: Época Rodrigo Campelo 08/12/2017 
O presidente do Fluminese, Pedro Abad, assistia à partida contra o Corinthians na noite daquela quarta-feira, 15 de novembro, de um dos camarotes da Arena Corinthians. Seu time entrou em campo contido, disciplinado. Inaugurou o placar logo no primeiro minuto, com um gol de cabeça do zagueiro Henrique num escanteio, e se postou na defesa para segurar o resultado favorável. O celular de Abad não vibrava. Não havia mensagem nenhuma em seu WhatsApp. A paz dos vitoriosos. Aí veio o segundo tempo. Jô empatou para o Corinthians também no primeiro minuto. Virou o jogo dois minutos depois. Jadson fechou aos 39. O 3 a 1 deu aos paulistas o sétimo Campeonato Brasileiro de sua história. E ressuscitou o smartphone de Abad, agora vibrante por causa dos xingamentos e das acusações de incompetência que chegavam aos montes. Assim é a vida do mandatário carioca. Que tende a ficar mais difícil em 2018.
A posição em que está Abad é talvez a mais árdua do futebol carioca. O dirigente substituiu em 2017 o antigo aliado Peter Siemsen. Foi presidente do Conselho Fiscal que aprovou as contas do antecessor. Então não tem, como um opositor que ganha a eleição, a “vantagem” de culpar a administração interior por todos os malfeitos. Por outro lado, dirige um time que foi duas vezes campeão nacional há pouco tempo, em 2010 e 2012, graças a ídolos como Fred, Conca, Deco. Um jejum de títulos expressivos muito menor do que o de adversários como Botafogo e Vasco. Isso faz com que a torcida tricolor espere um desempenho tão bom quanto o de anos atrás. Uma expectativa sem pé nem cabeça quando comparada à realidade financeira. Enquanto viu o principal rival Flamengo disparar em poderio econômico, , o Fluminense tem graves problemas para pagar suas despesas e dívidas sem arriscar perder seu desempenho esportivo.
 Os números mais recentes mostram o seguinte quadro. Como não tem mais bônus a receber de contratos de televisão, como teve em 2016, o faturamento do Fluminense caiu no terceiro trimestre de 2017 em relação ao mesmo período do ano anterior. De R$ 227 milhões para R$ 183 milhões. Praticamente todas as linhas de receita estão estagnadas: bilheterias, patrocínios, sócio-torcedor. Isso força Abad a trabalhar na outra ponta, a das despesas. Enquanto manteve as remunerações de jogadores e comissão técnica no mesmo patamar da temporada anterior, em torno dos R$ 77,5 milhões até o terceiro trimestre, gastos diversos foram reduzidos para que a conta feche. Mas ela não fecha. Até o fim de setembro, o déficit registrado era de R$ 14 milhões. E a expectativa do cartola é que ele tenha se agravado nos três meses finais até um prejuízo previsto em R$ 52 milhões.
Para tirar o Fluminense do buraco num futuro razoavelmente próximo, Abad começou um processo de reestruturação que foi traçado em parceria com a consultoria EY. O dirigente, que não tem remuneração e administra o clube nas horas vagas de sua rotina profissional como auditor da Receita Federal, trouxe para o cargo de CEO o dirigente olímpico Marcus Vinicius Freire. Marcão, como é chamado nos corredores das Laranjeiras, foi diretor executivo de esportes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) no período que incluiu os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Além dele, foi contratado Eduardo Paez para o cargo de CFO, ou diretor financeiro, um profissional que passou boa parte da carreira nA EBX de Eike Batista. Esses e outros estão incumbidos de gerir o clube como se deve, com expediente, responsabilidades definidas e metas a cumprir.

Os executivos contratados por Abad varreram o Fluminense atrás de gastos que podiam ser reduzidos. Além do futebol, há esportes olímpicos e atividades sociais cujas despesas foram revistas para encontrar onde havia brecha para redução de custos. Um exemplo. Os chuveiros das saunas foram trocados e houve uma economia de água de cerca de R$ 20 mil mensais. Só que esses e outros cortes vão bater num teto. “A redução de custo chega num limite em que não consegue mais ter as atividades funcionando a contento, então você tem de buscar receita. Esse trabalho de buscar receita não é um trabalho que acontece de uma noite para outra, que você gera mais R$ 70 milhões a R$ 100 milhões no orçamento”, explicou o presidente tricolor em entrevista a ÉPOCA. Nesse contexto, a única solução aparente para o curto prazo é a venda de jogadores – justo os que o time precisa para manter um rendimento esportivo aceitável.
A fragilidade financeira pode ser medida pela dependência de um time de futebol aos atletas que vêm de sua base, uma vez que não dispõe de dinheiro para contratar reforços. O Fluminense é um caso cristalino. No Brasileirão de 2017, os jogadores com até 25 anos e passagem pelas divisões juvenis do Fluminense disputaram quase 19 mil minutos de futebol. Foi de longe o clube que mais pôs pratas da casa em campo. O segundo colocado é o Grêmio, campeão da Libertadores com um elenco mesclado entre veteranos e revelações como Arthur e Luan, cujos jovens estiveram em campo por 11 mil minutos. No outro extremo, do clube que despejou dinheiro em contratações de jogadores, está o Palmeiras, cujos jovens tiveram apenas 104 minutos de jogo. Os dados foram compilados pelo site Footstats . E colocam a evidência para aquilo que todo torcedor já tinha percebido de maneira empírica: o técnico Abel Braga só pode contar com jovens atletas no Fluminense. Nada de reforços.
À incapacidade de ir ao mercado para buscar jogadores, diferente dos tempos de bonança nos quais usava os milhões da patrocinadora Unimed para contratar quem quisesse, soma-se a necessidade de se desfazer dos melhores atletas oriundos da base. O meia Gustavo Scarpa, de só 23 anos, tem sobre seus ombros o protagonismo no time das Laranjeiras e as investidas de outros clubes. O Palmeiras tentou tirá-lo do rival no meio do campeonato e causou uma crise nos bastidores do Fluminense. Nesta semana, após o término da temporada para a equipe tricolor, o São Paulo fez uma proposta para trocar a revelação por três Milhões de Euros e outros atletas. Abad resiste como pode, atrás da melhor oferta possível, porque depende dela para fechar as contas. Mas tem ciência de que terá de ceder alguma hora. “É sempre isso. Vende um jogador, pega uma parte e repõe. Faz ele crescer, vende e repõe. Esse é o segredo. Não é comprar ou vender. É você estar sempre fazendo a roda girar. Porque aí você passa a ter uma receita que pode alocar em seu orçamento, sendo conservador, mas pode projetar alguma coisa”, resumiu o presidente.
No intuito de fazer com que essa roda gire com maior eficiência, Abad e seus executivos estão fazendo mudanças no departamento de futebol. O técnico Abel Braga, cuja permanência era incerta ao término do Brasileirão, renovou contrato para mais uma temporada.Mas o gerente de futebol Alexandre Torres caiu.  . O ex-zagueiro foi demitido no início deste mês de dezembro, sem completar nem um ano de contrato, para dar lugar a um novo profissional. Uma pessoa que assumirá a função em meio às circunstâncias relatadas até aqui: incapacidade de fazer investimentos em reforços, necessidade de se desfazer de peças valiosas, responsabilidade de repor com as categorias de base os atletas que forem para outros clubes. Nada a ver com o Fluminense que o torcedor se acostumou, alavancado pelo dinheiro da Unimed, sobretudo nos cinco anos entre 2008 e 2012, de contratações caras e remunerações acima do mercado. Que deixou custos acima da capacidade real do clube. E que não volta mais.

Frases do presidente Pedro Abad diante do desconhecido 2018:

"Entre glórias recentes e finanças desastrosas, o Fluminense tenta se reerguer com uma reestruturação de cargos e despesas. O que o torcedor tricolor pode esperar da temporada de 2018: jogadores vendidos, jovens em campo, nada de reforços caros"

 "A gente pegou o clube em dezembro do ano passado, fizemos uma análise do fluxo de caixa, e era inacreditavelmente desastroso. Conseguimos fazer o clube não parar", diz Pedro Abad, presidente do Fluminense

 "O Fluminense passou 115 anos dentro de um modelo de gestão. Todo nosso corpo político tem conhecimento, mas não é remunerado. A gente resolveu equipar o clube com profissionais", diz Pedro Abad, presidente.

 "A gente está pensando nisso: como aliviar o fluxo de caixa. Pega uma dívida que era para ser paga em um ano, dilui em três, com taxa de juros diferente, e alivia o caixa", diz Pedro Abad, presidente do Fluminense
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Operação Limpidus: Delegada admite que dirigentes podem ser destituídos de seus cargos

Quatro grandes clubes do Rio estão sendo investigados

Fonte: NETFLU 10/12/2017
Em desdobramento da Operação Limpidus, que investiga a relação de dirigentes dos principais clubes cariocas com torcidas organizadas, a TV Globo trouxe detalhes. Gravações de integrantes das Uniformizadas ameaçando outros quanto à distribuição de ingressos e uma importante declaração de Daniela Terra, titular da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI):
– Não vamos afrouxar. Os clubes podem sofrer sanções e se continuarem com essa prática, conforme previsto no Estatuto do Torcedor, sofrerão penas, inclusive, com os dirigentes perdendo seus cargos – disse a policial, que não tem dúvida da relação entre clubes e torcidas:
– Posso afirmar com total certeza que é, sim, uma relação promíscua. Hoje, com essa operação, com toda essa investigação, ficou claro que eles dão ingressos para torcidas, sejam elas banidas ou não do futebol. É uma relação promíscua, coloca em risco. Fomenta a violência nos estádios, fomenta qualquer outro tipo de atitude, fomenta o cambismo. Então, não tem mais espaço para isso.
Os quatro grandes clubes do Rio de Janeiro estão sendo investigados pela Polícia pela promiscuidade com as Organizadas. Entenda toda a operação abaixo:
Quem está a cargo das investigações?
Polícia Civil e Ministério Público. A delegada Daniela Terra, titular da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), e promotor Marcos Kac, do Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (GAEDEST), comandam os trabalhos. Tudo foi feito com autorização do juiz Guilherme Schilling, do Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos (JETGE).
Quais os objetivos?
Tanto a delegada quanto o promotor revelaram que a investigação começou em março, após casos de violência entre torcidas, com o objetivo de aumentar a segurança dentro e no entorno dos estádios do Rio.
Como eles pretendem alcançar resultado?
A ideia é, além de coibir crimes, sufocar financeiramente as organizadas. De acordo com o promotor Marcos Kac, as torcidas se financiam com a revenda de ingressos e venda de produtos sem licenciamento dos clubes. “Temos de quebrar esse elo financeiro. Sem isso, não vamos acabar com a violência”, diz.
O que a polícia descobriu?
À medida que a investigação avançou, de acordo com o promotor Marcos Kac, ficou clara uma “relação espúria” entre dirigentes e membros de torcidas organizadas. Os cartolas cediam ingressos a integrantes de grupos, que revendiam os mesmos a cambistas. Foram identificados problemas, além do Flu, no Vasco e no Botafogo.
Como era a relação do Fluminense com as organizadas?
Em depoimento à polícia e depois em entrevista, Abad admitiu ter feito acordo em setembro com torcidas organizadas para ajudar o time a sair da má fase no Brasileirão. Pelo combinado, o clube cedeu 200 ingressos por cada um dos seis jogos que mandou na reta final do campeonato às torcidas Young Flu, Força Flu e Fiel Tricolor. Ele definiu a combinação como pontual.
Como os ingressos eram cedidos?
Os bilhetes eram de meia-entrada, ou seja, o clube arcou com o custo, inclusive de impostos. Não foi pedido pelo Tricolor comprovação de que as pessoas tinham direito legal de receber ingresso com este tipo de benefício.
Houve financiamento de viagens de organizadas?
O Tricolor financiou ainda dois ônibus para o jogo contra o Cruzeiro, em Belo Horizonte, com custo de R$ 10 mil, informação revelada pelo UOL e confirmada posteriormente pelo GloboEsporte.com.
Há algum impedimento legal para ceder ingressos a organizadas?
Não há nenhuma lei que impeça qualquer clube de dar ingresso promocional ou cortesias. A legislação, porém, estabelece que o estudante tem direito à meia-entrada. Em 2008, na gestão Roberto Horcades, o Fluminense assinou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o MP em que se compromete a “adotar controles eficientes para evitar a ação de cambistas”.
Algum crime foi cometido?
O inquérito policial ainda não foi concluído. Por ora, não há indiciamento de ninguém e tampouco denúncia à Justiça. Em tese, as pessoas presas poderão responder, caso seja o entendimento do Ministério Público e do Poder Judiciário, por cambismo. Trata-se do artigo 41-F do Estatuto do torcedor, com pena de reclusão de um a dois anos além de multa.
Quem foi preso e por qual motivo?
Com relação ao Fluminense, três membros de organizadas.  Eles têm prisão temporária de cinco dias, que vence na próxima terça-feira. Segundo a delegada Daniela Terra, eles são suspeitos de revenderem os ingressos cedidos pelo clube a cambistas.
O que foi apreendido?
A polícia cumpriu um mandado de busca e apreensão nas Laranjeiras. Não foi revelado o que foi apreendido.
A investigação terminou?
Não. As autoridades dizem que foi o início de um trabalho permanente para quebrar o poder das organizadas e trazer de volta a paz aos estádios.
O Fluminense, o presidente Pedro Abad ou algum funcionário tricolor cometeu algum crime?
Não. O promotor Marcos Kac diz: “Não se tem como provar que haja conhecimento direto dos dirigentes. Agora, como se diz, não tem bobo no futebol. Essa prática se faz ao longo dos anos”.
Há algum movimento no Conselho Deliberativo para afastar Abad do cargo?
Não. Nenhum conselheiro apresentou requerimento para tal. O presidente também não fez nenhum movimento que indique renúncia ao cargo.
Qual foi a repercussão política no Tricolor?
Bravo 52, Garra Tricolor, Sobranada, Flu Beer e Flunitor, torcidas organizadas, emitiram nota oficial negando terem recebido ingressos e criticando o presidente Pedro Abad. O Flusócio, grupo político de suporte ao presidente, definiu como erro ceder ingressos. Porém, manifestou apoio à gestão do dirigente.
O Fluminense tem algum organizada banida dos estádios?
Não, conforme informação da Polícia Militar.


domingo, 3 de dezembro de 2017

Em postagem, Flusócio sai em defesa de Pedro Abad após episódio dos ingressos

Grupo político admite erro do presidente, mas fala em boa intenção e apoio irrestrito ao homem forte do clube

Fonte: NETFLU 03/12/2017

Intimado a depor na Operação Limpidus, Pedro Abad admitiu ter feito acordo com torcidas organizadas para a cessão de ingressos na reta final do Campeonato Brasileiro. Grupo político do qual faz parte, o Flusócio fez postagem em seu blog oficial saindo em defesa do presidente do Fluminense. Apesar de admitirem o erro do mandatário na prática, enaltecem seu trabalho de longo prazo, falam em boa intenção e apoio irrestrito.

 Veja na íntegra:

“Sobre a cessão de ingressos

A essa altura, todos os torcedores do Fluminense já têm conhecimento da operação policial – muito bem-vinda, por sinal – desencadeada ontem para punir o câmbio negro de ingressos no futebol. Nessa operação, vários dirigentes de clubes foram chamados a depor, inclusive nosso presidente, Pedro Abad.

Foi aí que veio à tona o fato de haver uma ação excepcional e por tempo determinado, de cessão de ingressos e caravanas para algumas torcidas organizadas. Quem nos acompanha sabe que a Flusócio abomina e sempre lutou contra essa prática e com toda a certeza se posicionaria contra, se consultada, mas é preciso colocar as coisas em perspectiva e tentar entender.Abad tem feito um esforço muito correto de recuperação das finanças do clube. Um trabalho impopular, que desagrada o torcedor e que não rende frutos de curto prazo, mas que é absolutamente fundamental e dará frutos em um futuro próximo. Os resultados de campo , porém, estavam ruins demais e o clube estava ameaçado pelo descenso, o que poderia comprometer tudo. O presidente, utilizando-se das prerrogativas de seu cargo, tomou sozinho a decisão de ceder ingressos, como parte do esforço de unir a arquibancada e ajudar o time na reta final do campeonato.

Erros acontecem e são cometidos até pelas pessoas mais bem-intencionadas. Foi o caso. Mas não impede que reconheçamos o trabalho incansável do presidente, e que reiteremos nossa confiança e nosso apoio irrestrito a ele.”
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Ex-vice de futebol, Mário Bittencourt diz que Pedro Abad enganou o eleitor

O Fluminense vive grave situação financeira e acaba de aprovar orçamento para 2017 com déficit previsto de R$ 76 Milhões Internamente, muitos dedos são apontados para a gestão anterior, com o ex-presidente Peter Siemsen e o ex-vice de futebol Mário Bittencourt como os principais responsáveis por gasto e contratos lesivos. Atual mandatário, Pedro Abad era presidente do conselho fiscal e afirmou não ter conhecimento dos acordos feitos pela diretoria. Já o antecessor, Peter, garantiu ter deixado ativos para o clube. Bittencourt, por sua vez, foi mais incisivo e apontou que Abad venceu a última eleição através da mentira contada aos eleitores.

Candidato derrotado, o ex-vice de futebol cita a mudança no discurso de Pedro Abad quando estava em campanha para o pós-eleição.

– O próprio Abad já declarou que, na gestão do Peter, foram feitos contratos lesivos ao clube e ele era o presidente do conselho. Na campanha, disse o oposto, ou seja, que as dívidas estavam equacionadas, enganando o eleitor – resume.
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PRESIDENTE PEDRO ABAD PODERIA RENUNCIAR

Fonte: Explosão Tricolor 03/12/2017
A crise no Fluminense pode aumentar ainda mais neste domingo. Após toda a repercussão negativa no episódio do “pacto de ingressos”, vazamento de carta interna endereçada a grupos de sua sustentação política e revelações publicadas no portal UOL, com base em depoimentos prestados na investigação denominada “Operação Limpidus”, a situação do presidente Pedro Abad tornou-se insustentável à frente do comando do clube. Conforme informações de alguns membros ligados a atual gestão, o presidente Pedro Abad está muito propenso a renunciar o cargo após o jogo de hoje, contra o Atlético-GO. Parte de sua base de apoio está tentando demovê-lo da ideia, o que não está sendo nada fácil devido a forte pressão e até ameaças a ele e seus familiares.
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Em evento da CBF, Abad descarta qualquer possibilidade de renúncia

 Fonte: NETFLU 04/12/2017
Conduzido coercitivamente para prestar depoimento sobre cessão de ingressos para torcidas organizadas, o mandatário Pedro Abad tomou conta do noticiário tricolor nos últimos dias. Em cima disto, apesar das especulações sobre uma saída da presidência, o homem forte do tricolor foi veemente:
Hipótese de renúncia não existe – destacou ao portal Vavel.
O dirigente está na sede da CBF, no Rio de Janeiro, onde participa da cerimônia de premiação do Brasileiro.
                                         Foto: Extra


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Luiz Gomes: 'Cartolococcus em ação: o futebol e a má conduta'


 Presidente do Flu admitiu que fez acordo com organizadas 

Fonte: Lance  Luiz Fernando Gomes 03/12/2017
Streptococcus Pyogenes é uma bactéria que, entre outras doenças, provoca a fasciíte necrosante, uma infecção que destrói o tecido que cobre os músculos, gordura e pele. Popularmente ficou conhecida como bactéria que come carne. Mas o que isso tem a ver com o futebol? Como uma coluna esportiva pode invadir o seu domingo tratando de um assunto tão desagradável como esse?
É apenas uma analogia.A operação 'Limpidus', lançada nesta sexta-feira pela Polícia Civil e o Ministério Público do Rio, mostrou que grandes clubes continuam tristemente contaminados por um mal semelhante. Há dentro deles verdadeiros Streptococcus Pyogenes, elementos que, por omissão, cumplicidade ou colaboração com as torcidas organizadas corroem de dentro para fora o patrimônio dos clubes, comprometem receitas e, o pior, corrompem valores e princípios que deveriam nortear gestões realmente focadas nos interesses das instituições que dirigem.É surpreendente a ingenuidade de Pedro Abad, o presidente do Fluminense. Um dos cartolas que foi levado coercitivamente para depor pela polícia, ele admitiu que fez um acordo com as organizadas do clube para o repasse de um "pequeno número" de ingressos, “cerca de 200”, até o fim do ano. Mas disse nada saber sobre o destino dos bilhetes. “O Fluminense nunca teve nenhum conhecimento de os ingressos serem repassados ou terem destinação diferente. Como se pode constatar, a torcida se concentrou no mesmo lugar, com uma bateria só, e teve efeito positivo dentro de campo”, justificou o dirigente. O que ele não comentou é como um clube que soma prejuízos de mais de R$ 3 milhões com seus jogos no Maracanã pode abrir mão de receitas distribuindo ingressos gratuitamente para “ganhar” um apoio que deveria ser natural.Abad ainda teve de ouvir uma reprimenda pública da Bravo 52 (uma das poucas organizadas do Fluminense que não estão envolvidas no esquema de ingressos, segundo a polícia) que o chamou de mentiroso ao colocar todos as torcidas no mesmo saco. “Cantamos, apoiamos, ficamos loucos durante cada um dos 90 minutos de bola rolando. E em cada partida, tiramos dinheiro do nosso bolso! Cada instrumento, do nosso bolso, cada caravana, do nosso bolso, cada cerveja, do nosso bolso!”, afirmou a Bravo em nota. O que o constrangido cartola foi obrigado a admitir. Sim, nem tudo parece estar perdido...Pior situação é a do vice-presidente de estádios do Botafogo, Anderson Simões. Os indícios contra ele são tão significativos que a Justiça acatou o pedido da polícia e do MP e determinou que fosse afastado do cargo e proibido de frequentar estádios. Em sua sala no Nilton Santos, durante operação de busca, além de computadores e documentos, foram apreendidos dois facões. Objetos, digamos, no mínimo inadequados para um ambiente de trabalho e que agora serão periciados para saber como e onde foram ou vinham sendo utilizados.A operação “Limpidus” levou à prisão de vários dirigentes de organizadas. Entre os beneficiários da distribuição de ingressos estariam facções e indivíduos proibidos de frequentar estádios. Mas esse tipo de relação promíscua não é uma invenção carioca. O Palmeiras vive uma crise interna e está no meio de uma investigação policial com a descoberta de que ingressos cedidos gratuitamente ao ex-presidente Mustafá Contursi eram repassados e vendidos por um integrante de uma das principais organizadas do clube. Caso que só veio à tona quando a mulher que servia como intermediária passou a ser ameaçada por esses “torcedores”. É assim que a banda toca...
É importante que as investigações sigam até o fim, seja no Rio ou em São Paulo. Que os acusados possam se defender e que paguem se a culpa for comprovada. Mas os clubes precisam mudar. Enquanto permitirem que Streptococcus Pyogenes continuem a comer sua carne por dentro, o problema não vai acabar. Não é que tenham de romper com as torcidas. Ao contrário, elas fazem parte do futebol. Mas os princípios dessa relação devem ser, sempre, os interesses do clube – e não da política clubística, como muitas vezes acontece. É isso que legitima criminosos, vândalos e oportunistas que não representam o verdadeiro torcedor.
                                                Autor da FOTO: Jotta de Mattos/PhotoPress
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FLU SÓCIO SE POSICIONA EM RELAÇÃO A CRISE DAS FINANÇAS DO TRICOLOR


NAS FINANÇAS, EVOLUÇÃO EM BUSCA DO REEQUILÍBRIO
29/11/2017  Site da Flusócio
Na noite de ontem houve uma importante reunião do Conselho Deliberativo.
Na pauta, uma exposição bastante completa por parte do Vice-Presidente de Finanças, Diogo Bueno, sobre a situação econômica do Fluminense, os esforços que a gestão Pedro Abad vem aplicando na busca do reequilíbrio financeiro, algumas projeções de futuro e outras possibilidades.
Diogo apresentou os números globais do clube. Por exemplo, deixou claro que a receita ordinária total é da ordem de R$ 185 milhões anuais brutos ou cerca de R$ 170 milhões líquidos (descontando impostos). É com esse valor médio que podemos contar anualmente. As negociações de atletas, luvas por assinaturas de contratos, premiações por sucesso esportivo e aumento de bilheteria são incertezas que podem melhorar o resultado de cada ano, mas são receitas extraordinárias e é assim que devem ser encaradas.
A dívida global do Flu é da ordem de R$ 440 milhões, mas cerca de R$ 221 milhões estão equacionados no longo prazo em parcelamentos fiscais como PROFUT e REFIS, assim como ocorre em todos os grandes clubes brasileiros.
As dívidas cíveis (débitos com parceiros comerciais, direitos de imagem) montam cerca de R$ 87 milhões, as dívidas trabalhistas montam em cerca de R$ 92 milhões e as dívidas financeiras (correções dos valores devidos) chegam perto de R$ 40 milhões. O total destas dívidas é de cerca de R$ 219 milhões e é com elas que o Flu deve se preocupar no curto e médio prazos.
Diogo mostrou cenários e estratégias de como o clube está trabalhando para melhorar o perfil da dívida, renegociando com credores, alongando prazos, focando em conseguir dinheiro novo com grandes fundos financeiros para trocar dívida cara por dívida a taxas menores, conversando com grandes investidores mundiais do futebol e criando um novo produto financeiro junto o banco Plural, para investimento por parte da torcida.
No geral, ficou bem claro que o Fluminense está finalmente se estruturando, de maneira empresarial. A consultoria contratada que norteou todo trabalho foi a Ernst & Young, uma das mais respeitadas do planeta. O trabalho por ela mapeado segue em implantação em todas as áreas do clube.
Diogo colocou como meta primária da gestão Abad resgatar a credibilidade institucional do Fluminense para atração de investidores internacionais, falou de conversas com chineses e outras possibilidades. A meta é subirmos nosso patamar de receitas anuais ordinárias de R$ 185 milhões para algo próximo de R$ 300 milhões. Este é o nosso desafio.
Confirmou na tribuna que todo funcionário do Flu está com salários em dia, incluindo jogadores e comissão técnica. O Flu ainda deve alguns DIs e também as férias dos atletas de 2016. Elogiou o trabalho da nova equipe financeira sob a gerência do CFO Eduardo Paez e supervisão do CEO Marcus Vinícius Freire.
Mostrou ainda que a suplementação orçamentária a ser enviada ao Conselho Deliberativo ainda neste ano trata-se de um mero ajuste contábil de menos de 1% no orçado, algo que representa cerca de R$ 3 milhões. Na prática significa que o orçamento aprovado em 2017 foi uma boa peça de planejamento financeiro, pois a suplementação solicitada é mínima.
Diogo elogiou a resiliência e liderança do Presidente Pedro Abad para fazer o que tem que ser feito institucionalmente, tendo suas palavras reforçadas na tribuna por integrantes do Conselho Fiscal e outros conselheiros.
Por último, informou que o Orçamento de 2018 será votado ainda em dezembro de 2017, algo que nunca ocorreu nos últimos 40 anos do Flu. E que o resultado realizado em 2017 será bem melhor que o orçado, embora o clube ainda esteja em situação que vai exigir esforço contínuo até atingir o equilíbrio financeiro. O balancete financeiro do 3º Trimestre  está no site do clube e confirma essa tendência.
Quem ama este clube deve atentar para o problema raiz, que é o seguinte: em qualquer instituição, as despesas mensais devem ser cobertas pelas receitas mensais. Se não for assim, não será sustentável pois o clube precisará se endividar de tempos em tempos para acertar suas despesas ordinárias. É como o chefe de família que gasta mais do que pode e vive no cheque especial. Se fizer a coisa certa administrativamente, o Flu vai recuperar sua capacidade de investimento e competitividade.
Respondendo a perguntas na tribuna, o Presidente Abad falou em mudanças no futebol para 2018, mesmo sem citar nomes. Confirmou que o planejamento do elenco já está em andamento e mostrou esperança em dias melhores.
Deixamos aqui nosso apoio irrestrito.
#SomosFluminense

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Presidente do Fluminense é alvo de condução coercitiva


Presidente do Fluminense e filho de Eurico Miranda prestam depoimento em delegacia do RJ

Vice-presidente de Estádios do Botafogo, Anderson Simões, também foi levado para prestar esclarecimento na delegacia. Três membros de torcida organizada foram presos nesta sexta.

Fonte: G1 01/12/2017  Por Mahomed Saigg, Bárbara Carvalho e Henrique Coelho, TV Globo, GloboNews e G1 Rio
O presidente do Fluminense, Pedro Eduardo Silva Abad, e Eurico Brandão, vice-presidente de futebol do Vasco e filho do presidente do clube, Eurico Miranda, chegaram para depor na Cidade da Polícia por volta das 11h30 desta sexta-feira (1). Eles são alvos de mandados de condução coercitiva em uma operação que investiga favorecimento e relações promíscuas entre os clubes e as torcidas organizadas.
Na chegada à delegacia, Eurico Brandão, conhecido como Euriquinho, disse que foi prestar esclarecimentos como testemunha. Mas, segundo a polícia e o MP, ele não foi convidado, mas obrigado a depor. "Eu estou aqui como testemunha. Não estou como envolvido no processo. Não tenho nenhum envolvimento. Vou ver se eu posso ajudar em alguma coisa. Espero que possa ajudar", alegou o filho de Eurico Miranda.
Na saída, Euriquinho negou relação com torcidas organizadas como a Força Jovem e disse que não tem conhecimento de repasse de ingressos de dirigentes torcidas organizadas. “Vim aqui para ajudar nas investigações”, afirmou o vice-presidente do Vasco da Gama.
Já o presidente do Fluminense, Pedro Abad, disse ao sair da Delegacia de Repressao a Crimes de Informática (DRCI) que repassou 200 ingressos por jogo para as torcidas organizadas para jogos entre setembro e novembro neste campeonato brasileiro. O último jogo foi contra o Sport, no Maracanã.
“Quando foi em setembro, nos chamamos todas as torcidas organizadas, e fizemos um pacto pela união de todas elas em prol do time. Eles disseram que estava muito difícil, e ficou combinado que seriam disponibilizados 200 ingressos por jogo para que os torcedores entrassem no do estádio. O Fluminense nunca soube que esses ingressos eram repassados”, explicou o presidente, que declarou ainda que antes disso, o clube não fornecia ingressos para torcidas organizadas, e que chegou a sofrer represálias por isso. “Fui muito ofendido na arquibancada por causa disso, recebi ameaça em WhatsApp”, diz ele.
Abad afirmou que o Fluminense não se questionou a respeito da destinação dos ingressos. Segundo as investigações, os ingressos eram vendidos pelas organizadas para cambistas acima do preço de face. “O Fluminense tem presunção de que as pessoas são honestas. Se tivéssemos conhecimento, aí sim nos íamos apurar a situação e, se necessário, tomar alguma medida”.
Também foi levado para prestar esclarecimentos o vice-presidente de Estádios do Botafogo, Anderson Simões. Após o depoimento, a Polícia Civil entrou com pedido de afastamento como medida cautelar e, segundo a delegada, Simões será afastado do cargo.
O G1 tentou entrar em contato com a assessoria do Botafogo, mas não conseguiu. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na casa de Simões, em Copacabana, e na sala dele no Estádio do Engenhão, onde a polícia encontrou dois facões.
Nesta manhã, três líderes de torcidas organizadas de times de futebol do Rio foram presos por Policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), em conjunto com o Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (Gaedest), do Ministério Público, e com o Juizado Especial do Torcedor. Os três presos foram presos após a investigação da polícia civil mostrar que eles vendiam ingressos cedidos pelo clube para cambistas.
“Não se tem provado que todos os dirigentes saibam da destinação dos ingressos. Mas temos que saber que, quando você assume uma agremiação desse porte, não é desconhecido. Os ingressos são passados para o núcleo duro da torcida. A venda desses ingressos e só uma parte do que arrecada uma torcida de futebol” , afirmou Marcos Kac, promotor do Gaedest.
"Durante as investigações, constatamos várias ilicitudes entre dirigentes de clubes e de torcidas organizadas. Esta foi a primeira fase da investigação. Essas diligências de hoje foram necessárias para que possamos identificar outras pessoas que possam estar relacionadas a essa grande associação criminosa", explicou Daniela Terra, titular da Delegacia de Repressão a crimes de Informática (DRCI).
Por volta das 6h, foram presos Manuel de Oliveira Menezes, presidente da Young Flu, que estava em casa em um condomínio fechado em Quintino, na Zona Norte do Rio, Luiz Carlos Torres Júnior, o Fila, vice-presidente da Young Flu, e Ricardo Alexandre Alves, o Pará, presidente da Força Flu.
Depois de passagem pela Cidade da Políica, Luiz Carlos Torres Junior e Manuel Oliveira foram levados para Central de Garantias e depois para a Polinter.
O objetivo da Operação Limpidus é cumprir 4 mandados de prisão, 10 de condução coercitiva e 13 de busca e apreensão, expedidos pelo juiz Guilherme Schilling, do Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos (JETGE). Os presos serão indiciados por associação criminosa e prática de cambismo.
As torcidas Young Flu e Força Flu disseram que vão se manifestar quando tiverem mais informações sobre a operação. O Botafogo disse que vai se posicionar mais tarde, com uma nota oficial. Os outros citados ainda não se manifestaram.

Presidente do Fluminense é alvo de condução coercitiva

O presidente do Fluminense, Pedro Abad, e Eurico Brandão, vice-presidente de futebol do Vasco e filho do presidente do clube, Eurico Miranda, são alvos de condução coercitiva no Rio na manhã desta sexta-feira. Por volta das 10h20, Eurico Brandão estava a caminho da Cidade da Polícia, no Jacaré, Zona Norte do Rio, para prestar depoimento. Os agentes ainda tentam localizar o presidente do Fluminense.
A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), em conjunto com o Ministério Público e com o Juizado Especial do Torcedor investigam a relação de dirigentes de clubes do Rio de Janeiro e torcidas organizadas. Estas estariam recebendo regularmente ingressos que eram repassados para cambistas e vendidos com ágio.
O objetivo da Operação Limpidus é cumprir 4 mandados de prisão, 10 de condução coercitiva e 13 de busca e apreensão, expedidos pelo juiz Guilherme Schilling, do Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos (JETGE). Os presos serão indiciados por associação criminosa e prática de cambismo.


Pedro Abad comenta investigação da Operação Limpidus e faz revelação


Fonte: Explosão Tricolor 01/12/2017
Conforme foi amplamente divulgado, nesta sexta-feira(01/12) o presidente do Fluminense, Pedro Abad está sendo investigado na operação Limpidus

  Após prestar depoimento na Cidade da Polícia, o mandatário falou com os jornalistas e comentou a investigação sobre a relação entre clubes e torcidas organizadas. O dirigente revelou que o clube das Laranjeiras realmente fez um acordo para ceder ingressos a organizadas na reta final do Campeonato Brasileiro:– O Fluminense sempre foi demandado a fornecer ingressos e ajuda financeira, e nunca fez isso. Em setembro, o time estava numa situação complicada, nós chamamos todas as torcidas organizada e fizemos um pacto pela união de todas elas em prol do time. As organizadas colocaram que estava muito difícil levar os torcedores, não tinha gente para tocar bateria, entregar faixas, nos propusemos a ajuda-los. Ficou combinado que seria entregue a uma pessoa uma quantidade de ingressos para serem distribuídos para que os torcedores entrassem no estádio – disse o presidente.

Principal responsável pela construção do CT, Pedro Antônio segue sem receber do Fluminense

 Fonte: explosão tricolor Leandro Alves 01/12/2017
Responsável pelo financiamento e construção do Centro de Treinamento do Fluminense, Pedro Antônio Ribeiro continua como credor do clube. Em contato com o Blog De Prima, do jornal Lance, o ex-dirigente revelou que segue sem receber os pagamentos do Tricolor:
– O Fluminense me deve, é formal isso aí. Tem documentação. Eles pagaram uma parte no início da gestão. O restante continua em aberto – desabafou.
O ex-vice-presidente de projetos especiais também revelou que não voltou a fazer contato com a diretoria do clube das Laranjeiras:
– Desde a minha saída não tive nenhum contato. Eu não procurei e não me procuraram. Fui demitido pela internet, pô. Vou fazer o que? – destacou o ex-dirigente.