blog do fluminense FC
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
O Fim da passagem frustrada do técnico Luís "Teimosia" Zubeldía "O INIMIGO DA BASE" pelo Fluminense
terça-feira, 28 de abril de 2026
Botafogo implode, Vasco patina e Fluminense enxerga o risco real do modelo de SAF
No futebol brasileiro, onde a pressa costuma atropelar o planejamento, o Fluminense tem uma vantagem rara: a de observar antes de agir
Fonte: Futebol e ETC Por Marcondes Brito 25/04/2026
A transformação de clubes em SAF virou uma tendência forte no futebol brasileiro, cercada de promessas de profissionalização, dinheiro novo e gestão moderna. Mas os fatos mais recentes mostram que o modelo, sozinho, está longe de ser garantia de sucesso. E o alerta nunca foi tão claro para o Fluminense. Dois exemplos saltam aos olhos e um deles acaba de ganhar um capítulo ainda mais grave. O Vasco apostou na entrada de um investidor estrangeiro, viveu um início de entusiasmo, mas mergulhou em uma crise institucional e financeira após o colapso da relação com a 777 Partners. O clube segue em busca de uma solução, tentando reorganizar uma estrutura que ficou fragilizada.No Botafogo, o cenário que parecia sólido ruiu de forma ainda mais ruidosa. Após viver um período de euforia com investimentos, títulos e projeção internacional, o clube entrou em turbulência. E o ponto mais emblemático dessa crise veio nesta semana:o afastamento de John Textor do comendo da SAF por decisão arbitral Um movimento extremo, que expõe o nível de conflito interno e a fragilidade da governança no momento em que o clube mais precisava de estabilidade.Para entender por que projetos que começam promissores chegam a esse tipo de situação, a coluna ouviu o especialista em reestruturação empresarial Hugo Cayuela, sócio da RGF Associados. A análise dele ajuda a colocar os pés no chão.“A SAF resolve o problema de forma, mas não resolve o problema de substância”, resume. Na prática, isso significa que mudar o CNPJ não corrige falhas históricas de gestão.
Segundo Cayuela, o erro mais comum está no crescimento sem sustentação. Projetos que recebem investimento, aceleram despesas e ganham visibilidade, mas não constroem processos, controles e governança compatíveis. O resultado, mais cedo ou mais tarde, aparece em forma de crise.Há ainda um fator decisivo que os casos recentes escancaram: o conflito entre sócios. Quando divergências internas se misturam a dificuldades financeiras, a gestão trava. E foi exatamente isso que o episódio envolvendo Textor evidenciou no Botafogo.O diagnóstico é direto. Dinheiro ajuda, mas não resolve sozinho. Sem gestão eficiente, controle de gastos, planejamento esportivo e alinhamento societário, qualquer projeto – com ou sem SAF – fica vulnerável.É nesse cenário que o Fluminense precisa tomar sua decisão. O clube flerta com o modelo em um momento em que os exemplos mais visíveis do mercado brasileiro deixam de ser promessas e passam a ser alertas concretos.A SAF pode, sim, ser uma oportunidade. Mas também pode amplificar problemas quando mal estruturada. Vasco e Botafogo mostram, cada um à sua maneira, que o risco não está no modelo em si, mas na forma como ele é executado.No futebol brasileiro, onde a pressa costuma atropelar o planejamento, o Fluminense tem uma vantagem rara: a de observar antes de agir. E, diante do que está acontecendo agora, ignorar esses sinais pode custar caro demais.https://jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/futebol-etc/botafogo-implode-vasco-patina-e-fluminense-enxerga-o-risco-real-do-modelo-de-saf/
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
Fluminense faz balanço da gestão Mário Bittencourt e destaca títulos, crescimento de receita e R$ 450 milhões de dívidas pagas
Clube celebra trajetória da atual diretoria nos últimos seis anos, apesar do alto endividamento
Fonte: REDAÇÃO O GLOBO 19/09/2025
O Fluminense apresentou, na noite desta sexta-feira, um relatório com a prestação de contas da gestão do presidente Mário Bittencourt destacando avanços significativos dentro e fora de campo: R$ 450 milhões pagos em dívidas, receita triplicada entre 2019 e 2024, e conquistas históricas como a Libertadores e a Recopa Sul-Americana. O clube também ressaltou a importância das vendas de jogadores, que renderam cerca de R$ 800 milhões, e o impacto do retorno de ídolos na reconexão com a torcida. Por outro lado, o endividamento ainda é alto e houve redução do número de sócios ativos
Evolução das dívidas
Em seis anos, a diretoria pagou R$ 450 milhões em dívidas. Atualmente, o endividamento é de R$ 865 milhões, o que inclui despesas antes de 31 de dezembro de 2019. "Caso nada tivesse sido pago", a projeção desse valor seria de R$ 1,43 bilhão, sem contar juros e multas que poderiam incidir.
Crescimento da receita
O Fluminense conseguiu dobrar a sua receita anual média nos últimos cinco anos, levando em consideração o período da pandemia (2020 e 2021), e triplicá-la entre 2019 e 2024. Um dos principais motivos para esse crescimento foi o programa de sócio-torcedor, com um valor do ticket-médio acima de R$ 110. O faturamento de 2024 aumentou nove vezes em relação a 2019. Por outro lado, houve redução do número de sócios ativos, quando comparado a 2023.
Maiores vendas da história do clube
O relatório destacou que sete das dez maiores vendas da história do clube foram realizadas nos últimos seis anos. Ídolos do clube, André e John Arias foram negociados por R$ 157 milhões e R$ 138 milhões, respectivamente. De 2019 a 2024, o tricolor arrecadou cerca de R$ 800 milhões com a venda de atletas, o que, segundo a diretoria, foi determinante para manutenção dos salários em dia, investimento no elenco, na estrutura e abatimento de dívidas.
Desempenho esportivo
O clube valorizou o protagonismo alcançado dentro de campo durante essa gestão. Foram sete títulos nos últimos seis anos, incluindo o título inédito da Libertadores de 2023, que é a maior conquista da história do Fluminense até aqui e possibilitou outro troféu inédito: a Recopa Sul-Americana diante da LDU. Além de ser vice-campeão no Mundial de Clubes, o time foi semifinalista da Copa do Mundo de Clubes.
No âmbito estadual, exaltou o bicampeonato estadual consecutivo em cima do Flamengo (2022ce 2023) e as cinco finais do Carioca em seis anos, o que não acontecia desde 1970.
Retorno de ídolos
De acordo com a visão da diretoria, a contratação de ídolos foi peça-chave para a reconexão do clube com a torcida. Entre eles, estão Fred (2020), Marcelo (2023) e Thiago Silva (2024), que voltou após 16 anos de sucesso na Europa e foi apresentado para mais de 55 mil pessoas no Maracanã.
https://oglobo.globo.com/esportes/futebol/fluminense/noticia/2025/09/19/fluminense-faz-balanco-da-gestao-mario-bittencourt-e-destaca-titulos-crescimento-de-receita-e-r-450-milhoes-de-dividas-pagas.ghtml
Mário Bittencourt encerrará mandato como 3º presidente com mais vitórias na história do Fluminense
Tricolor conquistou dois Cariocas, uma Libertadores e uma Recopa no período
Fonte: NETFLU Por PV Vasconcellos 06/12/2025
Presidente do Fluminense desde meados de 2019, quando substituiu Pedro Abad em eleição antecipada no clube, Mário Bittencourt já tem data para encerrar seu mandato: 20 de dezembro. Eleito no último dia 29 de novembro, Mattheus Montenegro será o seu sucessor a partir do dia 21, data em que está marcada, inclusive, a final da Copa do Brasil. O Fluminense enfrenta o Vasco na semi e pode estar nela.
Números de Mário
Apesar de muitas polêmicas e decisões que revoltaram grande parte da torcida durante sua gestão, entre elas vendas de ativos de Xerém e contratações que não agradaram, Mário encerrará sua passagem como o terceiro presidente com mais vitórias na história do clube.
São 218 no total em 453 jogos, número que pode aumentar até o final da temporada com Brasileirão e a Copa do Brasil. O Fluminense ainda encara o Bahia e tem dois jogos contra o Vasco pela semifinal do torneio mata-mata.
Mário só fica atrás de Jorge Frias de Paula, com 301 vitórias (em 568 partidas), e Arnaldo Guinle, com 245 vitórias (em 439 partidas). Veja o ranking pelo número de vitórias:
1º Jorge Frias de Paula – 568 jogos (301 vitórias, 131 empates e 136 derrotas – 60,6% de aproveitamento)
2º Arnaldo Guinle – 439 jogos (245 vitórias, 82 empates e 112 derrotas – 62% de aproveitamento)
3º Mário Bittencourt – 453 partidas (218 vitórias, 105 empates e 130 derrotas – 55,8% de aproveitamento)
4º David Fischel – 422 partidas (189 vitórias, 101 empates e 132 derrotas – 52,7% de aproveitamento)
5º Peter Siemsen – 395 partidas (188 vitórias, 95 empates e 122 derrotas – 54,7% de aproveitamento)
6º Roberto Horcades – 409 partidas (181 vitórias, 118 empates e 110 derrotas – 53,8% de aproveitamento)
7º Francisco Horta – 217 partidas (130 vitórias, 45 empates e 42 derrotas – 66,8% de aproveitamento)
https://www.netflu.com.br/mario-bittencourt-encerrara-mandato-como-3o-presidente-com-mais-vitorias-na-historia-do-fluminense/
Novo presidente do Fluminense bate o martelo sobre eventual SAF
Mattheus Montenegro ganhou o pleito no último sábado (29) e vai substituir Mário Bittencourt a partir de 2026
Fonte: CNN Esportes Por Guilherme Abrahão 01/12/2025
Eleito novo presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro falou sobre o projeto do Fluminense em transformar o clube em SAF. No Conselho do clube, a ideia já foi aprovada, e os trâmites são discutidos. Em suas primeiras palavras como mandatário do Tricolor carioca , Montenegro afirmou que agora é questão de debater a “saída do papel” e encontrar investidores para o projeto. “Se ela [SAF] vai sair do papel, é algo muito mais distante. Como eu disse a vocês, no dia que o Fluminense recebeu a procura do investidor, ela foi apresentada ao Conselho no mesmo momento. De lá para cá, a gente parou todo o processo para focar no período eleitoral, porque acho que não seria bom para ninguém tratar dois temas complexos ao mesmo tempo. Então, o foco foi na eleição. Agora a gente pode avançar com essa trajetória, passo a passo”, disse, em coletiva nas Laranjeiras, no Rio de Janeiro.
Além disso, Mattheus Montenegro confirmou que todos os possíveis interessados passaram por um processo de avaliação de todos os envolvidos na política do Fluminense.
“A gente se comprometeu a criar uma comissão interna para analisar a proposta e também criar uma comissão externa. Tem alguns pontos que a gente quer voltar à mesa para discutir com o investidor. Eu já antecipei que a gente vai discutir a questão do aporte, a gente vai discutir a questão do investimento como está planejado para os 10 anos e a penalidade se isso não acontecer, e algumas outras coisas ao longo do caminho”, contou.
Novo presidente
A eleição para a presidência do Fluminense Futebol Clube resultou na vitória da chapa “Clube que orgulha o Brasil”, encabeçada por Mattheus Montenegro e Ricardo Tenório. Eles obtiveram uma vitória esmagadora com 3.282 votos, o que corresponde a 71,7% dos votos válidos. Montenegro comandará o clube de 2026 a 2028.
A chapa de oposição, “O Fluminense tem pressa”, de Ademar Arrais e Adyr Tourinho, conquistou 1.295 votos, ou 28,3% do total válido.
O pleito registrou um total de 4.619 votos. Além dos votos dados às chapas, foram contabilizados 12 votos em branco e 30 votos nulos
https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/fluminense/novo-presidente-do-fluminense-bate-o-martelo-sobre-eventual-saf/
terça-feira, 2 de dezembro de 2025
Eleições no Fluminense: Mattheus Montenegro é eleito o novo presidente do Fluminense. Chapa "O Flu é dos Tricolores" de Celso Barros havia anunciado apoio à situação pouco antes das eleições
Fonte: GE Por Giba Perez e Marcello Neves 29/11/2025
A maioria dos sócios do Fluminense concordou em manter o legado da gestão de Mário Bittencourt e eleger o representante da situação para seguir no comando do clube. Neste sábado, 29 de novembro, na sede das Laranjeiras, o advogado Mattheus Montenegro se tornou o 36º presidente eleito na história do clube e comandará pelos próximos três anos, até o final de 2028. Ele superou Ademar Arrais, que representava a oposição.
Mattheus Montenegro"- Chegamos aqui com a serenidade de quem sabe de onde veio. E a coragem e ousadia de quem sabe onde quer chegar. Temos um objetivo claro. Nosso sócio gosta dos nossos projetos estruturantes para o clube. Tudo que é relevante nós conseguimos fazer bem nesses anos e vamos continuar nos próximos três" - disse Mattheus Montenegro.
A chapa "Clube que orgulha o Brasil", de Mattheus Montenegro e Ricardo Tenório, obteve 3.282 votos, contra 1.295 votos da chapa "O Fluminense tem pressa", de Ademar Arrais e Adyr Tourinho. O número de brancos e nulos foi de 12 e 30, respectivamente. O total de votos foi de 4.619 votos. Mattheus Montenegro teve 71,7% dos votos, enquanto Ademar Arrais teve 28,3%.
Mattheus Montenegro(foto acima), 36º presidente eleito do Fluminense FC
FRACASSO DA OPOSIÇÃO
A oposição, que não conseguiu se unir totalmente no período pré-eleitoral e só a fez possível devido ao falecimento de Celso Barros, que era pré-candidato ao pleito, saiu duplamente derrotada das eleições. Isso porque, além de ver Mattheus Montenegro assumir a presidência, também não terá cadeiras no Conselho Deliberativo.
- Temos que fazer agora
um Fluminense forte e unido. Não sou presidente só de quem votou em mim. Agora
estamos todos unidos, temos a Copa do Brasil, vamos voltar para a Libertadores
para tentar ganhar no ano que vem - afirmou Mattheus Montenegro.
Por ter obtido mais que o dobro dos votos do segundo colocado, a chapa
vencedora "Clube que orgulha o Brasil" terá todas as 150 vagas no
Conselho Deliberativo do clube, além de ficar com os outros 50 suplentes.
RECORDE BATIDO
A eleição registrou o maior quórum da história desde que o pleito do
Fluminense passou a ser direto, em 2001 — anteriormente, o presidente era
escolhido pelo Conselho Deliberativo. Ao todo, 4.619 pessoas votaram, superando
os 4.219 que participaram da eleição de 2016, que consagrou Pedro Abad como
presidente. O dia de votação foi tranquilo nas Laranjeiras, mesmo que o dia de
futebol tenha sido dividido com a final da Conmebol Libertadores, disputado
entre Flamengo e Palmeiras. O movimento foi forte durante a manhã, mas acabou
perdendo força com o passar da tarde. Os dois candidatos passaram o dia
recepcionando os sócios na entrada do clube e sequer viram o jogo.A eleição,
que ocorreu das 8h às 17h, contou com 17 urnas eletrônicas cedidas pelo
Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) e foi acompanhada por
uma promotora de Justiça do Ministério Público (MPRJ).
Também foram disponibilizadas três urnas com cédulas de papel. Uma ficou
no parque infantil, para pessoas com mobilidade limitada, com o objetivo de
proporcionar espaço exclusivo e sem barreiras. As outras duas ficaram no Salão
Nobre, destinadas a quem regularizou sua situação no dia do pleito e a quem foi
votar por meio de liminar judicial.Após a eleição, Mattheus Montenegro concedeu
entrevista coletiva em Laranjeiras e afirmou que o atual presidente, Mário
Bittencourt, seguirá na gestão.
- Em relação ao Mário, já falei, já tinha sido
questionado algumas vezes sobre isso: o Mário segue na gestão. A gente ainda
não conversou sobre qual o papel vai ser, até porque teve a eleição hoje.
Então, ainda falta muito (para assumir o clube no dia 20 de dezembro). A gente
ainda tem um tempo considerável para conversar sobre esse tema. E assim que
tiver uma decisão, vocês serão informados - declarou.
Confira outras
respostas do novo presidente do Fluminense
Como
será a divisão de trabalho com Mário
- É tudo muito formal, porque as coisas são feitas
de forma linear. Então, não é porque eu era o responsável por esse projeto que
eu sabia de tudo o que estava acontecendo. Da mesma forma, não é porque eu
conversava com meu superior que ele sabia de tudo também. Tudo acontece de
maneira natural. A gente depende muito da disponibilidade que temos. E vocês
sabem que essa é uma função não remunerada, é uma posição blindada. As pessoas
também têm outras responsabilidades
- Então, vamos continuar nos alinhando, como
fizemos até aqui, nesse grande projeto que tem responsabilidade global. Nossa
ideia era manter o acordo que eu já tinha com o Mário. Mesmo com todos alinhados,
havia situações em que ele não podia ir, e eu ia no lugar dele. Às vezes, eram
até temas que envolviam o dia a dia. E agora, com ele junto conosco, o nosso
objetivo é dar continuidade ao que foi feito nos últimos anos.
Objetivos
da gestão
- Analisando a situação, há duas coisas que
precisamos fazer: pagar a dívida e montar um time competitivo. Acho que, na
parte da dívida, vocês vão ver no balanço de 2025, até o dia 26 de abril, que
conseguimos uma redução relevante nas projeções para o ano. E a outra coisa é
ser competitivo. Por isso eu disse que nossa análise aqui é sempre global, é
uma análise do todo. Não é se o jogador A, B ou C deu certo ou não, mas sim o
desempenho que o Fluminense teve nos últimos anos. E vocês podem ver que
estivemos sempre na parte de cima da tabela, com exceção do ano de 2024.
- Disputamos seis Campeonatos Cariocas, chegando à
semifinal em dois deles. Agora confirmamos a quinta participação na
Libertadores em seis anos, sendo que o Fluminense tem 11 no total em sua
história. Então estamos voltando. Para ser campeão, você precisa estar sempre
disputando.
Diferenças
para o Mário
- Cada pessoa tem suas características, suas qualidades, seus defeitos.
A gente, aqui nesse tempo que está junto, tem uma relação de muita confiança.
Nunca teve uma divergência entre nós sobre os assuntos relevantes do clube.
Claro que a gente já discordou algumas vezes, mas sempre de coisas pontuais, e
o diálogo sempre veio. E eu tenho certeza que sim, que vai continuar. Tem uma
diferença de pessoa, cada um é de um jeito. Mas, em termos de projetos, é uma
continuidade.
https://ge.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/2025/11/29/mattheus-montenegro-e-eleito-o-novo-presidente-do-fluminense.ghtml
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APOIO "POST MORTEM" DE CELSO BARROS PODE TER SIDO DECISIVO
A CHAPA O FLU É DOS TRICOLORES apoia a candidatura de Matheus Montenegro – Coluna Wagner Aieta
Ao longo de sua trajetória, Celso Barros buscou somar forças e construir pontes. Nem sempre foi permitido avançar por completo, mas jamais deixou de lutar pelo melhor para o Fluminense.
A chama que ele acendeu segue viva, iluminando cada tricolor que acredita em um clube mais democrático.
Sua passagem pelo clube marcou gerações: títulos, conquistas inesquecíveis e a ousadia de trazer grandes craques como Deco, Emerson Sheik, Fred, Conca, Dodô, entre outros. Uma gestão que pavimentou sonhos e ajudou a levar o Fluminense ao topo da América em 2023 — sonho de todos nós
Hoje, movidos pela responsabilidade de honrar essa história e garantir o futuro do nosso clube, a Chapa O Flu é dos Tricolores declara publicamente seu apoio à Chapa 20, de MATTHEUS MONTENEGRO E SEU VICE-PRESIDENTE, RICARDO TENÓRIO, NA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL, no dia 29 de novembro de 2025.
https://canalflunews.com.br/2025/11/26/a-chapa-o-flu-e-dos-tricolores-apoia-a-candidatura-de-matheus-montenegro-coluna-wagner-aieta/



