domingo, 27 de agosto de 2017

Administração Pedro Abad é avaliada


Mais perto da degola que do G-6, Fluminense vê fantasma da queda rondar o clube


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Veja quanto o Fluminense economizou na gestão de Pedro Abad


Fonte: Torcedores.com   por Felipe Lemos 02/05/2017
Desde que assumiu a presidência do Fluminense, a principal missão de Pedro Abad foi cortar os gastos e evitar que o Tricolor das Laranjeiras começasse o ano no prejuízo, mesmo sem um patrocinador máster. No balanço financeiro divulgado no site oficial  do clube  o novo mandatário já conseguiu economizar R$ 15 milhões nas contas do time.
No balanço financeiro do Flu, os custos ainda não mostram uma previsão para melhorar financeiramente e o presidente Pedro Abad quer melhorar negociando os atletas, utilizando as garotadas de Xerém e também buscar alternativas de patrocínios. Mesmo sem um patrocinador máster, uma das saídas do mandatário tricolor foi utilizar patrocínios pontuais e ações com o plano do sócio-torcedor. Em 2015 o futebol do Fluminense custava algo em torno de R$ 121,9 milhões e aumentou para R$ 181 milhões, com um aumento de 48.4% com relação ao ano passado. Além de mostrar 143% em relação aos R$ 74,6 milhões com os gastos do futebol nos últimos três anos.
De acordo com a programação, a próxima votação do balanço do Fluminense está marcado para acontecer no dia 25 de maio, depois dos dirigentes entregarem um novo parecer do Conselho Fiscal. Pedro Abad terá a missão de enxugar ainda mais o elenco e com o trabalho de melhorar as finanças do clube.
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 Fonte: Torcedores .com por Felipe Lemos

Em seu primeiro ano na gestão como presidente do Fluminense, Pedro Abad já realizou muitas atividades na diretoria tricolor e arrumou as finanças do clube que estavam em déficit desde a saída de Peter Siemsen no comando. Diante disto, o Torcedores.com realiza uma enquete e pergunta como você avalia a gestão de Pedro Abad no Tricolor das Laranjeiras?
O primeiro ato, que o mandatário realizou como presidente foi rescindir o contrato com a Dryworld e fechar com a Under Armour até o final de 2020, além de fechar novas ações para o torcedor tricolor que será preparada neste ano. Outro ato foi utilizar mais a garotada da base, além de trazer poucos reforços no começo deste ano. Pedro Abad também aproveitou o momento para deixar a reformulação do elenco nas mãos do técnico Abel Braga, que mexeu no time e subiu mais atletas no plantel tricolor. Mesmo assim, o mandatário fez questão de utilizar o Flu Samorim, como intercâmbio para os jogadores de Xerém ganharem experiência.Diante disto, o Torcedores.com realizou um enquete e pergunta como você avalia a gestão do presidente Pedro Abad?

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Pedro Abad fala sobre o momento financeiro do Fluminense: “Não é confortável”




Fonte: Torcedores.com 24/07/2017
Em entrevista à Rádio Globo, o presidente Pedro Abad falou sobre o momento financeiro do Fluminense e pelas dificuldades em trazer novos reforços para a sequência desta temporada. O dirigente procurou ser realista com o torcedor, mas admitiu que não deverá fazer loucuras pelo clube enquanto estiver no comando do Tricolor das Laranjeiras
A situação não é confortável. Infelizmente, pegamos o clube assim. O ponto de partida era esse e temos um trabalho para fazer. A eleição foi num sábado, na segunda eu já estava com o Abel e falei para ele que o ano seria difícil. Não poderíamos fazer gastos e perguntamos se poderíamos contar com ele. Ele, como tricolor, formado aqui, aceitou o desafio e está aí firme e forte com gente e entendeu. E aí aproveito para pedir ao nosso torcedor, que é nosso patrimônio, trabalhe da mesma forma que o Abel, acreditando no clube, no trabalho que estamos fazendo. Sou torcedor também, sei que o ideal é termos mais jogadores, contratações, agitação, mas o nosso momento, até agora, foi esse. O torcedor pode ficar tranquilo“, diz. O dirigente admitiu trazer atletas para repor possíveis saídas: “Se houver saídas, estamos com o radar ligado para fazermos reposições. O torcedor terá sempre um Fluminense forte. Fico muito tranquilo em relação ao trabalho que venho fazendo, pois a situação nos exige. Hoje o marco regulatório do futebol não é o mesmo de cinco anos atrás, temos Profut, uma legislação trabalhista no que tange ao contrato dos atletas muito diferente do passado e não podemos fechar os olhos para isso. Temos que manter o Fluminense por mais 100, 200 anos e não é com irresponsabilidade que faremos isso“, diz.
Questionado sobre o interesse do Atlético-MG em Abel Braga, o presidente tricolor falou sobre o assunto: “O Abel, realmente, é uma pessoa muito acima da média, não só em capacidade técnica como em caráter e correção. Ele sequer deixou chegar ao clube. Disse que nunca na carreira abandonou um projeto no meio e não seria agora que faria. Tive a certeza absoluta de que ele era o cara certo desde o primeiro dia que batemos um papo muito erro, olho com olho. Ele, simplesmente, cortou o mal pela raiz, nem chegou ao Fluminense” disse
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Pedro Abad diz que Fluminense segue em busca de um novo patrocínio máster


 Fonte: Torcedores.com 24/07/2017
Durante entrevista à Rádio Globo,o presidente Pedro Abad diz que o Fluminense segue em busca de um novo patrocinador máster para a sequência desta temporada, junto com o departamento de marketing. Como exemplo, o mandatário tricolor fez um balanço dos parceiros dos outros times da Série A.
Patrocínio master, na verdade, é um valor que o clube recebe, mas não é como o antigo parceiro. Claro que é uma receita considerável, mas o torcedor acha que estampando uma marca na camisa vamos contratar três, quatro jogadores. Não é assim que funciona. Estamos lutando por ele, tivemos algumas conversas. Temos uma tabela lá com mais de 110 empresas que já procuramos. Mas se pararmos para analisar, dos 20 clubes da Série A, 15 são um banco federal, outros dois um banco estadual, um é uma empresa da própria cidade onde o time joga, de forte indicação, o outro é o Palmeiras, que tem um parceiro forte. Como já foi com o Fluminense. Só o São Paulo é que tem um patrocínio padrão de entidade privada”, diz o presidente. Para Pedro Abad, o mercado para um novo patrocinador máster não está fácil: “O mercado não está fácil, o Brasil passa por situação econômica complicada. Ainda não encontramos esse parceiro. Mas a luta continua. Criamos uma vice-presidência comercial específica para a obtenção de patrocínio. Têm pessoas pensando apenas e tão somente só nisso. E esperamos que possamos alavancar a situação financeira e de repente até investir no time do Fluminense também“, diz.
Abad falou sobre a situação do Richarlison: “Não é muito meu perfil comentar negociações sondagens que posam ter acontecido, pois prejudica bastante. Aconteceu no início do ano uma proposta do Ajax, não nos agradou. A do Palmeiras houve aquela confusão, então não aconteceu. Havendo proposta vamos sentar para analisar. Não estamos de portas fechadas e nem abertas. Se tiver proposta, escutamos, e se for boa a gente pode fazer“, afirmou.
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A VENDA DE RICHARLISON
Por  Edgard Maciel de Sá e Hector Werlang, Rio de JaneiroGE 31/07/2017
Nesta segunda, o presidente Pedro Abad confirmou a venda por 12,5 milhões de euros (cerca de R$ 46 milhões) para o Watford, da Inglaterra. O Tricolor vai receber 50% do valor (R$ 23 milhões) e ainda fica com 10% de uma negociação futura.

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Venda de Richarlison deixa Flu perto de bater meta prevista em orçamento

Fonte: UOL Leo Burlá 05/09/2017

A situação financeira do Fluminense ainda inspira muitíssimos cuidados, mas o clube dá alguns sinais, ainda que tímidos, de que inicia um processo de recuperação de suas finanças.

Pela previsão orçamentária aprovada pelos conselheiros, o Flu teria de fechar o ano de 2017 com receitas extraordinárias na casa dos R$ 34 milhões. Este item diz respeito a negociação de jogadores e valores obtidos com premiações. Em setembro, o Tricolor já arrecadou algo na casa dos R$ 32 milhões.

A "boa notícia" aí é que apenas Richarlison foi vendido. Antes do fechamento da janela, o temor pela perda de mais jogadores era grande nas Laranjeiras. Com os R$ 23 milhões correspondentes ao negócio feito com o Watford, a urgência em se desfazer de mais nomes diminuiu um pouco. A transação de Wendel com o PSG será concretizada, mas o jogador não irá este ano para a França.

O resto do dinheiro que compões este bolo é oriundo de prêmios atingidos até agora nas competições disputadas. O Flu ganhu R$ 4 milhões na Copa do Brasil, R$ 2,5 milhões no Carioca e já garantiu R$ 2,8 milhões na Sul-Americana. À medida que o clube avance na competição continental, o montante irá crescer. Há também a previsão da chegada do dinheiro pago pela CBF pela premiação do Brasileiro. O valor é proporcional à colocação na tabela de classificação.A falta de um patrocinador principal no uniforme é um problema incômodo no Tricolor, que também não tem tido grandes resultados nas bilheterias das partidas. Pesam no caixa do Flu as dívidas que a antiga fornecedora de material e a fábrica de bebidas Viton 44, que estampou suas marcas no uniforme, deixaram.
O elenco já sofre com três meses de atrasos nos direitos de imagem, fatia que corresponde grande parte do salário da maioria do elenco. O Flu está tentando viabilizar uma transação bancária para antecipar a segunda parcela da negociação de Richarlison. O presidente Pedro Abad empenhou sua palavra ao grupo e garantiu que o problema será resolvido o quanto antes.
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Na Justiça, Levir cobra R$ 2,8 milhões do Fluminense e revela salário: R$ 630 mil por mês

Fonte: ESPN 06/09/2017
Demitido em novembro de 2016, a um mês do fim de seu contrato, Levir Culpi agora cobra R$ 2,8 milhões do Fluminense na Justiça. O ex-técnico tricolor, atualmente no Santos, alega ter direito a salários a receber e direitos trabalhistas – o clube, porém, não vínculo registrado com o treinador. 
O processo, obtido pela reportagem, também revela quanto Levir recebia como comandante do Fluminense: R$ 630 mil, bem mais do que os profissionais que o antecederam nas Laranjeiras.
Para chegar à cobrança de quase R$ 3 milhões, o treinador calcula os referentes às remunerações de outubro e novembro (proporcional até a demissão, no dia 6), 13º salário, férias, fundo de garantia e multa e indenização pela rescisão contratual, chegando ao valor exato de R$ 2.878.980,00.
Grande parte desse montante, claro, vem de salários: os R$ 630 mil de outubro mais R$ 127 mil referentes apenas a seis dias de novembro. Entre 13º e férias, Levir teria direito a mais R$ 980 mil; e fundo de garantia, multa e indenização somam mais R$ 1,14 milhão.
“O Reclamado (Fluminense) rescindiu antecipada e unilateralmente o contrato, quando era devedor da remuneração outubro e 06 dias de novembro, até a presente data ele não pagou qualquer valor a qualquer título que fosse. Dessa forma, além do saldo de salário, é devedor do 13º salário, das férias, abono de férias, FGTS e multa (...) por rescisão antecipada do vínculo”, diz o processo.
O valor cobrado por Levir pode ficar ainda maior, na visão de seus representantes, caso o Fluminense não quite R$ 762 mil na data da primeira audiência sobre o caso, com data ainda a ser marcada.
“Visto que o Reclamado reconheceu expressamente no ato da rescisão que era devedor da importância de R$ 762.000,00 em documento devidamente assinado no ato da rescisão do contrato, tal valor deverá ser pago na data da primeira audiência, sob pena de multa de 50%”, argumenta.
Antecessores recebiam bem menos - Os salários de Levir no Fluminense são bem superiores a dos técnicos que passaram pelo clube antes dele. Entre Cristóvão Borges, Ricardo Drubscky, Enderson Moreira e Eduardo Baptista, nenhum ganhava mais de R$ 200 mil.
Os maiores vencimentos eram de Cristóvão, com R$ 180 mil. Drubscky não ganhava nem R$ 100 mil; Enderson, R$ 100 mil; e Eduardo Baptista, R$ 150 mil.
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Flu não comparece em audiência de ação milionária movida por Levir Culpi

Com ausência, juíza declara clube como 'réu confesso' no processo em que ex-treinador pede R$ 2,8 milhões

Fonte: O Dia 08/09/2017
 Rio -  O caos financeiro que vive o Fluminense pode ganhar outro capítulo em breve. O clube não enviou advogado na audiência da ação movida pelo ex-treinador, Levir Culpi, que aconteceu nesta quarta-feira.Com isso, a juíza Gabriela Canellas considerou o Flu "réu confesso" e o clube será julgado sem direito de defesa no processo em que Levir cobra R$ 2,8 milhões de indenização. Em nota oficial, o clube esclareceu a situação, mas não explicou o motivo da ausência de advogado."O Fluminense Football Club, diante das notícias veiculadas acerca da Reclamação Trabalhista ajuizada pelo seu antigo técnico de futebol Levir Culpi, vem a público informar que, de fato, o ex-treinador pleiteia contra o clube parcelas contratuais e rescisórias que entende devidas e ainda não há sentença. De toda forma, em consideração ao bom relacionamento entre as partes, o Fluminense iniciou tratativas com representante e patrono do técnico Levir Culpi para a celebração de um acordo judicial", diz o comunicado.

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Flu demite advogada que perdeu audiência de R$ 2,8 mi de Levir Culpi

Fonte: UOL 15/09/2017
Flu demite advogada que perdeu audiência de R$ 2,8 mi de Levir Culpi... - Veja mais em https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/09/15/flu-demite-advogada-que-perdeu-audiencia-de-r-28-mi-de-levir-culpi.htm?cmpid=copiaecola


O Fluminense anunciou nesta sexta-feira a demissão da advogada Cecilia Almada. A funcionária foi eleita a culpada por fazer o Tricolor não comparecer à audiência movida pelo ex-técnico Levir Culpi, que cobra R$ 2,8 milhões do clube por salários atrasados e demais obrigações trabalhistas.
A chefe imediata de Cecília, a diretora jurídica Roberta Fernandes, segue com moral no Fluminense e recebeu apenas uma advertência do clube. Vale lembrar que ela fechou um contrato nas últimas semanas da gestão Peter Siemsen com validade até o fim de 2019 e que conta com uma multa rescisória que representa seu salário até o fim do período.
Como o Fluminense não compareceu à audiência, a Justiça entendeu que o clube concordava com o pedido do atual treinador do Santos. Agora, o Tricolor tenta um acordo com o profissional para minimizar o estrago.
Em nota, o Fluminense anunciou ter remodelado o sistema para evitar problemas futuros. No antigo organograma, caberia a Cecília avisar Roberta sobre a audiência, o que não teria ocorrido

Nota Oficial

Fluminense Football Club informa que a diretora jurídica Roberta Fernandes foi advertida após a falha ocorrida no processo movido pelo ex-técnico do clube, Levir Culpi. A diretoria também comunica o desligamento da funcionária Cecilia Almada. O Fluminense agradece pelos serviços prestados e deseja sucesso em sua carreira. A gestão ratifica que novos controles foram criados com o objetivo de minimizar o risco de imprevistos e reafirma o compromisso de profissionalização e transparência
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“Falei ao presidente que ele deveria ter exposto mais a real situação do clube”, diz Abel


Treinador avisa que está "fechado" com a diretoria
Fonte: NETFLU 29/09/2017
O presidente do Fluminense, Pedro Abad, quando assumiu o clube disse ter se surpreendido com a situação financeira caótica. Mesmo tendo feito parte da gestão Peter Siemsen, como mandatário do conselho fiscal, garantiu não ter conhecimento das enormes dívidas. Para o técnico Abel Braga, faltou ao dirigente esclarecer melhor a situação aos torcedores.
– Esse ano é um troço diferente. Primeiro, a minha relação com o torcedor. Se fosse colocado o que foi a mim no começo do ano, não seria qualquer um que pegaria. Eu já falei ao presidente que ele deveria ter exposto mais a real situação do clube. A maneira que ele pegou o clube foi muito complicada. Eu me juntei a eles. Me juntei à direção. A maneira de você ter uma resposta legal neste ano é ter todo mundo junto. Eu entendo perfeitamente o torcedor. Eu sei o que ele quer. Eu já fui de arquibancada. Ele não pode estar satisfeito. Ao mesmo tempo, em alguns jogos, o torcedor tem satisfação. Pois o time sempre vai ao limite. Jogando bem ou mal. Isso é o que cobro. Não quero ver o Fluminense como o ano passado, aceitando tudo. Por ter aceito essa situação do clube e me colocado junto, isso é obra. Isso é complicado. Eu estou junto, não quero ver o meu clube em uma situação pior. A gente trabalha muito, a gente pede alma, alguma coisa a mais de cada jogador. Ainda se tem tempo razoável para melhorar isso. É o que vamos tentar fazer. Se sinto bem. Até hoje não entendi a saída de 2013. Tinha o grupo na mão, tinha jogadores fortes. Por causa daquelas mudanças, talvez o Fluminense tenha chegada àquela situação. Eu saí, veio o Luxemburgo e Dorival depois. Três meses cada um, é chato para o jogador. Tudo muda, até o aquecimento. Estou fechado com a direção. A minha primeira reunião foi com Pedro Antonio, Pedro Abad e Marcelo Teixeira. Me sinto seguro pois desde o começo foi muito claro.
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O Fluminense anunciou nesta sexta-feira a demissão da advogada Cecilia Almada. A funcionária foi eleita a culpada por fazer o Tricolor não comparecer à audiência movida pelo ex-técnico Levir Culpi, que cobra R$ 2,8 milhões do club... - Veja mais em https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/09/15/flu-demite-advogada-que-perdeu-audiencia-de-r-28-mi-de-levir-culpi.htm?cmpid=copiaecola

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Sem dinheiro, diretoria quer levantar R$ 50 milhões em empréstimos com torcedores

Vice de finanças apresentará plano para contar com a ajuda de tricolores mais abastados

Fonte: NETFLU 13/07/2017
Em situação financeira muito difícil, o Fluminense pode apostar numa estratégia diferente para arrecadar fundos. Vice-presidente de finanças tricolor, Diogo Bueno apresentará, em reunião nas Laranjeiras, no próximo dia 30, um plano que prevê a arrecadação de R$ 50 milhões junto a torcedores mais abastados.
O plano é vender cotas de R$ 1 milhão com o vencimento para seis anos e a remuneração atrelada aos juros e à taxa Selic. O valor seria garantido por contratos de transmissão de jogos já firmados com a Rede Globo. Neste encontro, também acontecerá a apresentação do plano de negócios e gestão da presidência de Pedro Abad, além de uma exposição do departamento de futebol.
Esse plano é alvo de críticas da oposição. Isso porque entendem que o empréstimo vai contra a lei do Programa de modernização da gestão e de responsabilidade fiscal do futebol brasileiro (Profut). Segundo resolução da Autoridade Pública de Governança do Futebol (APFUT) “como antecipação ou comprometimento de receita, a obtenção de recursos, na forma ou não de empréstimos, nos casos em que a entidade esportiva oferece como garantia contratual futuros recebíveis, tais como direitos de transmissão, valores referentes a categorias de base, dentre outros”.
Logo, se a entidade reguladora entender que há desrespeito à lei do Profut, o Fluminense pode perder os benefícios do programa.
Vice de finanças da gestão Pedro Abad apresentará ideia em reunião no próximo dia 30, nas Laranjeiras (Foto: Nelson Perez - FFC)

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Flu anuncia saída de Pedro Antonio do cargo de VP de Projetos Especiais

Fonte: Lance 28/06/2017
Nota oficial do clube das Laranjeiras não explicita motivo, mas desligamento ocorre dias depois de Pedro Antonio detalhar projeto do estádio próprio no Parque Olímpico da Barra. Pedro Antonio Ribeiro da Silva não é mais o vice-presidente de Projetos Especiais do Fluminense. Em nota publicada no site oficial, o clube anunciou a saída e agradeceu a dedicação do dirigente nos anos de trabalho no Tricolor.- O Fluminense Football Club anuncia a saída de Pedro Antonio Ribeiro da Silva do cargo de Vice-Presidente de Projetos Especiais. O clube agradece sua atuação e dedicação nos últimos anos - diz a nota publicada no site do Flu.
Pedro Antonio passou a atuar de maneira mais ativa no Fluminense na gestão de Peter Siemsen e foi alçado à Vice-Presidência de Projetos Especiais, Foi o principal responsável pela construção do CT que leva seu nome, inaugurado em julho de 2016. O dirigente foi o homem forte das negociações, além de ter investido mais de R$ 30 milhões na obra. Pedro Antonio deixa a diretoria do Flu com cerca de R$ 5 milhões ainda a receber do clube das Laranjeiras.
Pedro Antonio também estava à frente dos projetos de construção do estádio próprio do Fluminense. Na última semana, ao "Globoesporte.com", o diretor deu detalhes sobre a possível casa tricolor no Parque Olímpico da Barra. O tema vinha sendo tratado com extremo sigilo pela cúpula do presidente Pedro Abad. A divulgação do tema causou desconforto no Conselho e diretoria.
No entanto, a saída de Pedro Antonio não se deu apenas por esse episódio. A atuação do dirigente já havia gerado um desgaste com os demais conselheiros há um longo período. É possível que o presidente Pedro Abad se manifeste sobre a saída do agora ex-VP de Projetos Especiais nesta quarta-feira.
O cargo de vice-presidente de Projetos Especiais não é estatutário no Flu, portanto, o clube pode optar por não colocar nenhum outro nome no cargo.

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AFASTADO, PEDRO ANTÔNIO SE DEFENDE E DIZ QUE FLUMINENSE VETOU ESTÁDIO PARA NÃO SE INDISPOR COM O FLAMENGO

Fonte: Extra 28/06/2017
O desligamento da vice-presidência de projetos especiais do Fluminense, anunciado na manhã desta quarta, não surpreendeu Pedro Antônio Ribeiro da Silva. O agora ex-dirigente havia sido comunicado de seu afastamento na noite anterior, num jantar com o presidente Pedro Abad. O que ele realmente tenta entender é a postura do mandatário nos últimos dias. Não por tê-lo afastado do clube, mas por ter desistido da briga por um estádio no Parque Olímpico, motivo da rusga que culminou na mais nova crise política das Laranjeiras.
— Ele (Abad) está aceitando a pressão do grupo político dele (a Flusócio), que não quer gerar nenhuma possibilidade de competir com o Flamengo. O grupo dele não quer que incomodem o Flamengo — disse Pedro Antônio. — Nem me atrevi a perguntar o porquê. Como pode uma coisa dessas?
Em contato com a reportagem, o responsável pela construção do Centro de Treinamentos do Fluminense, inaugurado em 2016, quebrou o silêncio. Revelou ter ouvido da boca do próprio Abad que “não quer quebrar o relacionamento institucional com o Flamengo” e que não é do interesse do presidente tricolor erguer o estádio projetado por ele no Parque Olímpico.
— É a posição dele: não quer esse estádio. Não sei o motivo. Ficou rodando, rodando e não disse o porquê.
A casa tricolor que Pedro Antônio projetou teria capacidade para receber cerca de 18 mil torcedores. Seria erguida com uso do material do Estádio Aquático e demandaria o investimento de até R$ 100 milhões. Ele já havia conversado com o secretário de urbanismo Índio da Costa e com outros políticos que poderiam apoiar o projeto. Restava apenas falar com o prefeito Marcello Crivella para buscar a cessão do terreno.
Só que o Flamengo também estava interessado numa arena no local e cobrou da prefeitura uma licitação. Por acreditar que seria difícil competir com o Rubro-negro (pelo alto poder de investimento do rival), Pedro Antônio decidiu, na semana passada, falar publicamente sobre o projeto. Até aquela altura, o estádio no Parque Olímpico já era de conhecimento público, mas ainda não tinha sido confirmado oficialmente pelo Fluminense.
Pedro Antônio queria mostrar que o Fluminense estava mais adiantado em relação ao clube da Gávea e ganhar apoio na opinião pública. Sua postura desagradou Abad, que viu na quebra do sigilo uma traição. Nas Laranjeiras, o ex-dirigente ainda é acusado de ter vazado a informação inicial do estádio.
— Passei os últimos dois anos trabalhando em segredo neste projeto. Por que eu vazaria agora? Fui procurado por um jornalista logo depois de uma reunião do Conselho Diretor e ele já tinha essa informação. Quem vazou foi alguém de lá — defendeu-se Pedro Antônio.
O projeto de estádio do Fluminense no Parque Olímpico Foto: Reprodução / Instagram
Em declaração postada no Facebook, Abad afirmou que não havia um consenso em torno do projeto apresentado por Pedro Antônio. O Fluminense trabalha com outro projeto de estádio, maior, para um público entre 35 mil e 40 mil torcedores. O que se comenta internamente é que o então vice de projetos especiais tentava impôr o seu.
— Eles sabem dessa ideia desde antes da eleição (ocorrida em novembro). Pode perguntar ao Peter Siemsen. Não é uma coisa que botei goela abaixo — conta Pedro Antônio, que diz desconhecer outros projetos de estádio. — O Abad me apresentou um terreno em Jacarepaguá, mas numa zona horrível. Foi só isso.
Com viagem marcada para tirar alguns dias de férias, Pedro Antônio diz não se arrepender de nenhum de seus atos. Mas não esconde a mágoa com a Flusócio, grupo político de Abad. Ele diz estar sendo atacado por alguns membros do grupo via redes sociais.
— Esse grupo se movimenta no que há de pior na política. Não sou contra a política, desde que seja feita em benefício do clube. Mas ela não está sendo usada pelo bem do Fluminense — atacou o dirigente, que poupou o presidente das críticas. — Ali há muita politicagem. Eles falam muito e não fazem nada. Mas isso não se aplica ao Abad. Refiro-me aos outros que fazem parte deste grupo.
O vínculo do Fluminense com Pedro Antônio não chegou ao fim. Além de dar nome ao CT, ele é credor do clube, que ainda lhe deve R$ 5,5 milhões. O dinheiro foi emprestado para ajudar na construção do CT, e o dirigente garante nunca ter cobrado juros. Ele diz que nada mudará neste sentido.

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Colunista: FLU DEVE MILHÕES A PEDRO ANTÔNIO E CT AINDA NÃO CONTA COM INFRAESTRUTURA BÁSICA 
Uniformes são lavados em Laranjeiras

Fonte: NET FLU 29/06/2017
Em entrevista ao programa “Donos da Bola”, da TV Bandeirantes, Pedro Antonio, ainda vice de projetos especiais do Fluminense, revelou quanto o clube lhe deve. O montante chega a R$ 5,5 milhões e, segundo Marluci Martins, colunista do Jornal Extra, o CT ainda não possui uma infraestrutura básica: luz, água, gás e telefone.
De acordo com a jornalista, ainda são usados gerador no local e carro-pipa quase nove meses após sua inauguração. Os uniformes de treino são lavados nas Laranjeiras. Telefone fixo não existe. E, sem gás, não há como servir refeições aos jogadores. A falta de uma rua de acesso, até hoje não construída por falta de uma licença de obra para o aterro, deixa o CT sem endereço e desconectado das concessionárias públicas.
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Fonte: Site Futrio 28/06/2017

O Fluminense comunicou no início desta quarta-feira (28), através de nota oficial, o desligamento do vice-presidente de projetos especiais, Pedro Antônio. O comunicado emitido no site do clube se limitou a revelar a saída, sem especificar o porque da decisão. Confira abaixo:

"O Fluminense Football Club anuncia a saída de Pedro Antonio Ribeiro da Silva do cargo de Vice-Presidente de Projetos Especiais. O clube agradece sua atuação e dedicação nos últimos anos."

Especula-se que o rompimento do Fluminense com Pedro Antônio se deu por insatisfação da diretoria, que não teria gostado do comportamento do dirigente, que revelou detalhes do projeto de construção do estádio tricolor em área no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Pedro Antônio passou a integrar a direção do Fluminense na gestão de Peter Siemsem, sendo figura importante na construção do Centro de Treinamentos do time profissional, que inclusive leva seu nome.
                                 Pedro Antônio apoiou Peter Siemsem na eleição de Novembro de 2016
           Pedro Antonio abraça Peter Siemsen no dia do primeiro treino do CT do Fluminense(foto)

Recordar é viver  10/11/2016
Texto abaixo extraído do Globo esporte.com 
"Vice de projetos especiais e homem que conduziu a construção do centro de treinamento do Fluminense, Pedro Antonio Ribeiro da Silva, enfim, se posicionou na eleição presidencial do clube. O dirigente, na tarde desta quinta-feira, ao usar o seu perfil em uma rede social, declarou apoio a Pedro Abad, candidato da gestão Peter Siemsen. O pleito ocorrerá no dia 26 de novembro.Pedro Antonio assumiu oficialmente cargo na direção tricolor em 18 de março de 2014, quando teve o nome aprovado pelo Conselho Deliberativo. Porém, desde 2013, colaborou com o presidente. Inicialmente, atuou na reforma do gramado das Laranjeiras e, aos poucos, passou a atuar em outras áreas. A partir de 2015, idealizou um dos grandes projetos: a construção do CT.
O sucesso da construção, a qual recebe treinos diários do futebol profissional, logo tornou Pedro Antonio uma figura querida pela torcida e com valor político do clube. Não à toa, os demais candidatos deixaram claro desejar o seu apoio. Mario Bittencourt e Celso Barros visitaram as obras na Barra da Tijuca - Cacá Cardoso esteve no local na época na fase do aterramento. Recentemente, Peter Siemsen decidiu batizar o CT de Pedro Antonio Ribeiro da Silva, uma homenagem vista por opositores com caráter político.
Antes de se posicionar, Pedro Antonio nutria o desejo de ser candidato à presidência. Porém, tinha apenas três anos de contribuição como sócio. O estatuto define, no artigo 48, que o candidato necessita ter cinco anos de associação. Como a alteração do estatuto pegou mal no clube e a idéia foi arquivada"
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ABAD DÁ "PONTO FINAL" E EXPLICA A SAÍDA DE PEDRO ANTÔNIO:"CLUBE ESTÁ ACIMA DE TUDO"

Presidente do Fluminense se manifestou publicamente, disse que informações eram sigilosas e que nenhum dirigente pode assumir sozinho a responsabilidade de gerir o clube

Após anunciar a saída de Pedro Antonio, vice-presidente de Projetos Especiais, o presidente Pedro Abad se manifestou publicamente para dar ponto final na relação. As divergências no comando nas últimas semanas por conta do projeto de estádio no Parque Olímpico foi o principal motivo para o fim da relação. Em nota oficial, Abad deixou claro que ninguém assumirá as responsabilidades da gestão sozinho.

- Nenhum dirigente está autorizado a falar em primeira pessoa sobre assuntos estratégicos do Fluminense Football Club. Houve um erro na conduta sobre a questão que envolve o planejamento do estádio próprio do Fluminense. Existe uma determinação, que foi passada para todo o Conselho Diretor, de que apenas o presidente se manifestaria sobre o projeto, visando minimizar riscos - diz o presidente, que não gostou do vazamento das informações antes da hora.

- A informação era mantida em sigilo e seria comunicada no momento oportuno. Não existe interesse, por parte da Instituição, de criar expectativas fora de hora no torcedor.

Confira o pronunciamento oficial de Pedro Abad na íntegra:

'Eu gostaria de começar dizendo que nenhum dirigente está autorizado a falar em primeira pessoa sobre assuntos estratégicos do Fluminense Football Club. Houve um erro na conduta sobre a questão que envolve o planejamento do estádio próprio do Fluminense. Existe uma determinação, que foi passada para todo o Conselho Diretor, de que apenas o presidente se manifestaria sobre o projeto, visando minimizar riscos.

A informação era mantida em sigilo e seria comunicada no momento oportuno. Não existe interesse, por parte da Instituição, de criar expectativas fora de hora no torcedor. As reportagens e programas na mídia colocaram em xeque o andamento do processo, bem como a própria figura do Presidente. Outro fator preponderante é que os modelos e premissas de realização do planejamento não eram consensuais.

Existem opiniões que entendem que esse projeto exposto não é o modelo ideal. É necessária, portanto, análise especializada para modelar de forma ótima o projeto, para cada espaço. Por conta disso, não se pode aceitar externar de forma prematura, sem a aprovação do Conselho Diretor e sem a minha anuência, um projeto. Pedro Antônio teve muitos méritos enquanto esteve na pasta, principalmente pela grande colaboração na construção do Centro de Treinamento e também suporte financeiro ao clube em situações importantes.

Mas a nova gestão do Fluminense prega pelo profissionalismo, em todos os departamentos, sem exceção. Não existe espaço para personalismo exagerado. O trabalho está sendo feito em prol do Fluminense, apenas para o Fluminense. O torcedor tem que entender que o Fluminense é maior do que qualquer pessoa. Os interesses do clube estão acima de tudo e de todos.

É um compromisso da nova diretoria dar esse importante passo, construir um estádio próprio para o clube. E será feito de forma adequada. Deixo um recado para você, torcedor: estádio próprio é sim uma meta e será feito com muito suor. Contaremos com pessoas capacitadas, engajadas, que garantirão um futuro ainda mais promissor para a Instituição que tanto amamos."


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Revoltados, tricolores criam hashtag #ForaAbad, que alcança o Trending Topics do twitter

Saída de Pedro Antonio irritou torcedores
Fonte: NETFLU 28/06/2017

A exoneração de Pedro Antonio da vice-presidência de projetos especiais do Fluminense sem qualquer explicação da diretoria deixou muitos torcedores irados. Pelas redes sociais, a atitude foi desaprovada e logo a hashtag #ForaAbad foi criada, pedindo a saída do presidente tricolor. Ela foi parar nos Trending Topics do twitter.
Alguns entendem que o dirigente demitido era a única esperança para o Fluminense ter seu próprio estádio, enquanto outros já começaram a se movimentar para fazer um protesto na sede do clube, nas Laranjeiras. No Facebook, há um evento criado para uma manifestação na segunda-feira, data do jogo contra a Chapecoense, no retorno do Tricolor a Edson Passos.



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PEDRO ANTÔNIO POUPA ABAD, MAS DETONA FLUSÓCIO

Fonte: Explosão Tricolor 28/06/2017

Desligado do cargo de Vice-Presidente de Projetos Especiais do Fluminense, Pedro Antônio fez duras críticas à Flusócio, principal grupo político de apoio ao presidente Pedro Abad. O ex-dirigente, no entanto, poupou o atual mandatário do clube das Laranjeiras:

– Esse grupo (Flusócio) se movimenta no que há de pior na política. Não sou contra a política, desde que seja feita em benefício do clube. Mas ela não está sendo usada pelo bem do Fluminense. Ali há muita politicagem. Eles falam muito e não fazem nada. Mas isso não se aplica ao Abad. Refiro-me aos outros que fazem parte deste grupo – detonou o ex-dirigente do Fluminense.

Tricolores preferem construção de novo estádio do Fluminense no Parque Olímpico Com 57% dos votos, projeto de nova casa para o Flu vence modernização das Laranjeiras

Fonte: Globoesporte.com 26/06/2017
O projeto do Fluminense de construir um estádio no Parque Olímpico agradou mesmo aos tricolores. Logo após detalhes dos planos da diretoria serem divulgados, o GloboEsporte.com questionou ao torcedor: casa nova ou reforma na antiga? E com 57% dos votos, venceu a novidade: uma arena com 22 mil lugares na área mais nobre da Rio 2016.O estádio ficaria atrás da Jeunesse Arena, chamada de Arena Olímpica do Rio nos Jogos, em uma área de 24 mil metros quadrados. A capacidade, a depender do posicionamento do estádio, variaria de 18 a 22 mil lugares. O custo não passaria dos R$ 100 milhões, afinal, diminuiria com o uso do material do Estádio Aquático. A ideia é erguer com ajuda de patrocinadores e ter um estádio para jogos com apelo de público menor e que impulsione o plano de sócios.
Além do projeto do vice-presidente de Projetos Especiais, Pedro Antonio, o Flu também trabalha com a possibilidade de reformar as Laranjeiras e voltar a sediar jogos em seu antigo estádio, o que não ocorre desde 2003. O Estádio Manoel Schwartz, na aristocrática sede de Álvaro Chaves, é tombado tanto no âmbito municipal quanto estadual. Para reformá-lo, há a necessidade de uma complexa liberação, especialmente a cargo do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac).

Fla-Flu pelo Parque Olímpico. Rivais querem estádio no mesmo local

Fonte: UOL 23/06/2017
Pedro Ivo Almeida e Vinícius Castro
Cada vez mais distante de um acordo para utilizar o Maracanã, o Flamengo estuda possibilidades para erguer o próprio estádio. Após assinar o protocolo de intenções para a criação de uma arena acústica na Gávea, o Rubro-negro sinalizou à Prefeitura do Rio de Janeiro o interesse em adquirir uma área no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, para construir a sua casa.
O UOL Esporte apurou que a ideia é discutida pela diretoria há alguns meses. As primeiras reuniões de estudo do local foram realizadas ainda no ano passado, após a realização dos Jogos Olímpicos. Houve encontros, inclusive, de dirigentes com o Ministério do Esporte. Nos últimos dias, - após a informação, divulgada pelo site NETFLU, de um projeto do rival Fluminense no mesmo local -, o Flamengo reiterou aos responsáveis pela Prefeitura a necessidade de uma licitação.
Tricolor e Rubro-negro querem construir um estádio na área localizada atrás da Jeunesse Arena - utilizada para as competições de ginástica na Olimpíada do Rio-2016. Com os rivais interessados no local, a prefeitura acredita que o caso se encaminhe realmente para a licitação. E, se antes via o Fluminense mais próximo, hoje o poder público crê em uma disputa aberta entre os dois clubes cariocas.
Articulações em curso
Pelo lado do Fluminense, que também oficializou o interesse à prefeitura, a articulação é comandada pelo advogado do clube, Carlos Portinho. Ele é ligado ao secretário de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação, Índio da Costa. Portinho, inclusive, comandou a mesma pasta em 2015, quando Índio apoiava a gestão do então prefeito Eduardo Paes. O investidor é o vice-presidente de Projetos Especiais, Pedro Antônio.
No Rubro-negro, as cartas são depositadas no atual bom relacionamento com o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella. Foi ele o responsável por assinar o protocolo de intenções para a construção do estádio acústico na Gávea. O clube acredita que o projeto do seu estádio trará maiores contrapartidas ao município. Caso a nova licitação do Maracanã seja confirmada e o Rubro-negro vença a disputa, arquivará os planos de uma casa no Parque Olímpico.
A arena de médio porte na Gávea também é pauta no Flamengo. O clube ainda não pretende desistir do projeto, apesar das dificuldades. A ideia é a de ter uma casa com capacidade para 25 mil pessoas na sede da zona sul e outra maior - caso do projeto no Parque Olímpico. São pelo menos três reuniões semanais sobre o tema estádio realizadas pela administração Bandeira de Mello.
Atualmente, sem solução na Gávea e com o Maracanã "parado", o Flamengo manda os jogos na Ilha do Urubu. O clube tem contrato para utilização do estádio da Portuguesa até o final de 2019 - renovável por mais três temporadas. Já o Fluminense voltará em breve a jogar em Édson Passos, estádio do América. Tudo para fugir dos altíssimos custos do estádio mais popular do país. O fato é que mais um Fla-Flu já começou. E o clássico pode mudar o futuro dos clubes.
A área marcada do Parque Olímpico: Flamengo e Fluminense querem o estádio no local

segunda-feira, 6 de março de 2017

Fluminense vence o Flamengo nos pênaltis e leva título invicto da Taça Guanabara

 Fonte: Jornal O GLOBO
Depois de um clássico eletrizante, com cinco gols só no primeiro tempo, o Fluminense conquistou o título da Taça Guanabara de maneira invicta. O troféu veio de modo dramático: a equipe estava em vantagem e cedeu o empate em 3 a 3 ao Flamengo aos 40 minutos da segunda etapa. Na disputa de pênaltis, vitória por 4 a 2, com a última cobrança convertida por Marcos Júnior, que volta a se consagrar: o atacante já havia marcado o gol do título da Copa da Primeira Liga, no ano passado.
O Fluminense foi a campo com a inscrição "Ame o Rio" na camisa, semelhante a que estava presente no histórico titulo de 1995. Logo no início de jogo, em contra-ataque veloz após cobrança de falta de Diego na barreira, Wellington Silva arrancou 74 metros, passou por Pará, que ficou caído, invadiu a área pela direita e, livre, bateu rasteiro, cruzado, no canto esquerdo do goleiro Muralha, para fazer um golaço e colocar o tricolor em vantagem.
A resposta do Flamengo veio quatro minutos depois, com William Arão. Mancuello cobrou falta pela direita, Guerrero desviou de cabeça, o goleiro Júlio César saiu mal e a bola sobrou para Rafael Vaz. O zagueiro tocou para o gol, Henrique Dourado cortou, mas não impediu finalização de William Arão, que empatou. Este foi o primeiro gol sofrido pelo Fluminense em sete jogos na Taça Guanabara.
A virada rubro-negra aconteceu aos 23 minutos: Pará cruzou para a área, Guerrero cabeceou e Júlio César espalmou para a frente, mas Everton, livre, mandou para o fundo da rede: 2 a 1.
Aos 31 minutos, a bola bateu na mão esquerda de Guerrero, dentro da área: pênalti para o Fluminense. Henrique Dourado cobrou à direita de Muralha. O goleiro acertou o canto, mas não alcançou a bola: 2 a 2.
O gol fez bem ao Fluminense, que continuou em cima e foi recompensado aos 40 minutos, quando Wellington Silva mostrou visão de jogo e encontrou Lucas na entrada da área. Após receber belo passe, o lateral tocou no lado esquerdo de Muralha para fazer 3 a 2.
Os times voltaram mais equilibrados para a segunda etapa, com um meio de campo mais sólido. Aos quatro minutos, Henrique Dourado esteve próximo de ampliar a vantagem. O atacante tricolor aproveitou sobra após cobrança de escanteio, girou e bateu de perna esquerda, mas a bola saiu por cima do travessão de Muralha.Em busca da virada, o técnico Zé Ricardo queimou as três substituições que tinha direito antes dos 30 minutos. Aos 10, trocou Mancuello por Gabriel, que renovou o contrato no meio da semana. Aos 20, William Arão deu lugar ao colombiano Berrío e, aos 28, Trauco saiu para a entrada de Vizeu.
Diego tentou surpreender Júlio César com um chute de fora da área, aos 37 minutos, mas o goleiro estava atento e defendeu. Aos 39, em cobrança de falta por fora da barreira, Guerrero mandou a bola ao lado direito do camisa 22 que, desta vez, ficou parado, vendo a bola entrar: 3 a 3.
Nas cobranças de penalidades, Diego abriu a serie fazendo 1 a 0 para o rubro-negro. Lucas empatou. Guerrero colocou a equipe novamente em vantagem e Henrique igualou para o tricolor. Júlior César defendeu com os pés a cobrança de Réver e Marquinhos colocou a equipe das Laranjeiras em vantagem. Pressionado, Rafael Vaz chutou para fora, junto à trave direita. Marcos Júnior não desperdiçou e garantiu o título.

A Campanha Invicta da Taça Guanabara
29/01- Vasco  0x3  Fluminense                  Engenhão              1ªRodada         
01/02- Fluminense 1x0 Resende              Moça Bonita           2ªRodada     
05/02- Portuguesa  0x3 Fluminense         Los Larios               3ªRodada       
12/02- Fluminense 4x0 Bangu                  Los Larios              4ªRodada       
18/02- Fluminense 3x0 Volta Redonda      Moça Bonita          5ªRodada         
25/02- Fluminense 0x0 Madureira            Los Larios               Semifinal      
05/03- Fluminense  3(4)x(2)3  Flamengo   Engenhão               Final