sábado, 6 de julho de 2019

Mário Bittencourt começa a negociar dívidas do Fluminense

ACORDO COM EX TÉCNICO MARCELO OLIVEIRA
Demitido pouco antes da última rodada do Brasileirão de 2018, após sequência de oito partidas sem vitórias, o técnico Marcelo Oliveira ficou de receber sua rescisão em parcelas diluídas pela gestão Pedro Abad. Tudo vinha ocorrendo como combinado até que, em abril deste ano, os depósitos pararam de cair na conta. O treinador consultou seu advogado sobre entrar com um processo e pedir o que tinha direito a receber, mas numa ação rápida encabeçada pelo presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, uma nova briga judicial fora evitada.
                                        Marcelo Oliveira, à época treinador tricolor
Em entrevista exclusiva concedida ao NETFLU, o advogado de Marcelo Oliveira, Fábio Cruz, explicou o imbróglio.
– Quando o Mário Bittencourt tomou posse agora eu conversei com Luiz Eduardo (advogado ligado ao presidente do Flu) e ele disse que retomariam os pagamentos. O Marcelo (Oliveira) tinha feito um acordo quando foi demitido, mas tinham parado de pagar. Assim, não precisaríamos entrar na Justiça. Agora, no início de julho, voltariam a pagar – afirmou.
A solução veio a partir do diálogo, inciado pelo próprio advogado do ex-comandante do Time de Guerreiros. Ele contou ainda ao site número um da torcida tricolor como foi feito o acordo verbal.
– Eu liguei para o Luiz Eduardo perguntando se ele teria interesse em fazer o pagamento sem necessidade de ação, ele acenou positivamente e entramos num acordo. O Luiz não faz parte do Fluminense, ele era sócio do escritório do Mário Bittencourt. Como eu o conhecia, entrei em contato com e ele falou com o Mário, que sinalizou com essa resposta. A expectativa está boa. O Marcelo não quer entrar na Justiça e eu também. Eles (o Fluminense) disseram que vão dar prioridade para esses casos que não têm ação judicial – concluiu.
Marcelo Oliveira chegou ao Fluminense na pausa para a Copa do Mundo de 2018, após a saída do técnico Abel Braga. Sob o comando dele, a equipe verde, branca e grená disputou 33 jogos, com 12 vitórias, oito empates e 13 derrotas. Nesse período, foram 26 gols à favor e 34 contra (aproveitamento de 44%).
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O NOVO PARCELAMENTO DA DÍVIDA COM WELLINGTON SILVA
JOGADOR DESISTE DE PENHORAR RECEITAS DO CLUBE
Lateral receberá R$ 1,2 milhão em quatro vezes

Fonte: NETFLU 05/07/2019
Após a informação do Uol na última quarta-feira, que dava conta do acerto entre Wellington Silva e Fluminense , o site Globo Esporte esmiuçou o novo parcelamento. Ele será feito em quatro vezes e ocorrerá ainda neste ano. As partes comunicaram o entendimento à Justiça do Trabalho em 1º de julho, portanto, já no mandato presidencial de Mário Bittencourt.
O novo parcelamento de R$ 1,2 milhão:
  • R$ 220 mil em 5 de agosto
  • R$ 200 mil em 5 de setembro
  • R$ 200 mil em 5 de outubro
  • R$ 590 mil em 5 de dezembro
  • Total: R$ 1,230 milhão
 Wellington Silva foi um dos jogadores dispensados por Whatsapp no final de 2017. Como a maioria deles, houve um acordo para parcelamento das dívidas, mas não cumprido pela antiga diretoria.
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Fluminense cumpre promessa e paga salário atrasado para os jogadores

Com isso tricolor evita ações na justiça

 Fonte: SuperRádio Tupi por Sérgio Guimarães 05/07/2019
O Fluminense cumpriu a promessa feita pela diretoria e quitou o mês de abril com os jogadores nesta sexta-feira. O clube com isso evitou que os jogadores pudessem encaminhar ações trabalhistas, pois completaria o tricolor, três meses de salários atrasados. Agora resta saber quando os outros débitos serão pagos, 2 meses de CLT, direitos de imagem, desde o ano passado e 13º salário.
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A ESTRATÉGIA DE MÁRIO BITTENCOURT  PARA PAGAR UMA DÍVIDA IMPAGÁVEL


Com juros do serviço da dívida de curto prazo de R$ 65 milhões, Mário Bittencourt detalha estratégia para reorganização das finanças


Presidente explicou como pretende reorganizar finanças do Fluminense

Fonte: Explosão Tricolor 06/07/2019 
Não é segredo para ninguém que a situação financeira do Fluminense é caótica. Com uma dívida total de cerca de R$ 700 milhões, o clube segue com o seu fluxo de caixa asfixiado. Só de juros do serviço da dívida de curto prazo, são R$ 65 milhões. Na coletiva concedida após a confirmação de sua vitória na eleição, o presidente Mário Bittencourt detalhou como pretende reorganizar as finanças do clube.


LIBERAR O FLUXO DE CAIXA E ORGANIZAR A DÍVIDA
– A estratégia é organizar as finanças. É atacar as dívidas de maneira inteligente na resolução delas. O Fluminense não tem condição de pagar toda a dívida integralmente nem em seis meses, nem em toda a gestão. A dívida é muito grande. E como você convive com uma dívida muito grande? Administrando e organizando o pagamento. O grande problema é a falta de fluxo de caixa. A dívida, hoje, é desorganizada. A linha de corte do Ato Trabalhista, que centraliza as execuções na Justiça, é de 2011. De lá para cá, o Fluminense aumentou a dívida algo em torno de R$ 100 milhões. Então paga por mês as dívidas do passado e essas outras dívidas penhoram as contas do Fluminense semanalmente. E é isso que corta o fluxo de caixa. E às vezes as pessoas não entendem como o clube vende um jogador, o dinheiro entra e não paga o salário dos funcionários. É porque a penhora chega primeiro. E aí o Fluminense vai buscar dinheiro emprestado urgente. E aí pega juros altos. E aí, no último balanço, só de juros do serviço da dívida de curto prazo, são R$ 65 milhões. Então vamos tentar estender o prazo do Ato Trabalhista aumentando o recolhimento para não ser uma injustiça com quem está lá para receber. E olhando para a dívida organizada saber que tem que pagar X de dívida por mês, X de ProFut, X da folha. E aí, com o caixa liberado, eu consigo fazer as operações financeiras muito melhor. Aí não tenho necessidade de vender jogadores com a corda no pescoço e vender mal, como essa venda absurda do João Pedro – disse Mário Bittencourt.
            Celso Barros e Mário Bittencourt, vice presidente e presidente do Fluminense FOTO DE MAILSON SANTANA/FLUMINENSE FC
 https://explosaotricolor.com.br/com-juros-do-servico-da-divida-de-curto-prazo-de-r-65-milhoes-mario-bittencourt-detalha-estrategia-para-reorganizacao-das-financas/
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Celso comenta situação dos atrasados e fala em esforço da diretoria para regularizar salários

Nova gestão completa um mês nesta quarta-feira 
Fonte: NETFLU 09/07/2019
Mário Bittencourt e Celso Barros assumiram a nova gestão do Fluminense no dia 10 de junho. Perto de completarem um mês no clube, a dupla trabalha para regularizar algumas situações como a dos salários atrasados do elenco e funcionários. Em entrevista nesta terça-feira, Celso Barros comentou sobre a questão e revelou o esforço da diretoria para quitar os débitos.
– Quanto a questão dos salários, nós com menos de um mês pagamos uma folha. E, se Deus quiser, talvez num tempo curto vamos pagar outra. E vamos tentar pelo menos regularizar isso num curto espaço de tempo. Não adianta falar de datas, porque de repente há problemas que acontecem. Mas uma coisa que tem me deixado satisfeito é o esforço que estamos fazendo. E certamente isso não foi um empecilho para a vinda do Muriel para o Fluminense – comentou o dirigente na apresentação do goleiro.
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Ato trabalhista: Fluminense busca vários acordos para evitar novas penhoras

Gestão Mário Bittencourt trabalha para oxigenar fluxo de caixa

17/07/2019 Fonte: NETFLU por Paulo Brito

O inverno iniciou nas Laranjeiras com nuvens menos carregadas do que nas estações anteriores. Embora o Fluminense tenha conseguido o Ato Trabalhista na gestão Peter Siemsen, que consistia basicamente em pegar todos os processos trabalhistas e estabelecer um valor mensal que deveria ser pago para estas ações, o clube deixou de honrar os compromissos na última administração. Assim que assumiu o Tricolor, Mário Bittencourt criou uma espécie de força-tarefa, com ajuda do jurídico, financeiro e advogados de fora do Fluminense, para refazer acordos com a Justiça do Trabalho e evitar penhoras.
Sem o Ato, o clube receberia centenas de pedidos de penhora da receita por parte da Justiça do Trabalho. Por isso o Flu ficou tanto tempo sufocado, uma vez que o dinheiro que entrava nos cofres tinha de ser remanejado para quitar penhoras de ações trabalhistas. Exemplo: caso o clube conseguisse um empréstimo de R$ 30 milhões, assim que a Justiça do Trabalho soubesse, boa parte seria bloqueado. Enquanto não “zerar” as ações trabalhistas, o Tricolor segue nessa situação.Quando se fez o Ato, esse problema foi resolvido porque o Fluminense já sabia que tinha que pagar uma parcela mensal de cerca de R$ 1 milhão, deixando livre o restante das receitas. Ocorre que todas as ações trabalhistas que o clube recebeu após a assinatura do Ato, ainda na gestão Peter, estão de fora desse acordo. Trocando em miúdos, Tricolor voltou a ter os bens financeiros penhorados. Isso se agravou por conta das más gestões tanto de Peter como de Abad, no que tange a gerência do fluxo financeiro, tendo como estopim as demissões via whatsapp. Estas, sozinhas, foram responsáveis R$ 70 milhões em prejuízos.
Na posse de Mario Bittencourt haviam representantes de todas as esferas da Justiça do Trabalho. Este foi um dos movimentos do advogado para conseguir repactuar a situação. O objetivo é reparar o rombo dos compromissos não honrados pelo clube, que geraram passivo fora do Ato Trabalhista. A maior parte dos passos dados nesse sentido são mantidos em sigilo pelo Fluminense.

 https://www.netflu.com.br/ato-trabalhista-fluminense-busca-varios-acordos-para-evitar-novas-penhoras/

O inicio da presidência de Mário Bittencourt e a valorização da marca Fluminense

CT DO FLUMINENSE, O ÚNICO APROVADO PELA CONMEBOL PARA SELEÇÕES DURANTE A COPA AMÉRICA DE 2019

O Fluminense aproveitou bastante o período da Copa América no Brasil para promover sua marca nacionalmente e internacionalmente. O Tricolor recebeu as seleções do Uruguai e da Argentina e fez ações de marketing que correram o mundo pelas redes sociais, chamando a atenção. Em entrevista, o presidente Mário Bittencourt ressaltou a importância disso para o clube.
– Para o Fluminense, esse período da Copa América foi de extrema importância, porque conseguimos levar a marca do clube para uma audiência enorme, tanto aqui no país, quanto para fora. Essa é uma das iniciativas que estamos estabelecendo para o nosso marketing e comunicação – disse o presidente Mário Bittencourt em entrevista.
                                         Messi ganha camisa com seu nome
                                             Cavani se encanta com a camisa do Fluminense com seu nome


                                   Jogadores da seleção do Uruguai recebem camisas personalizadas 
            Camisas personalizadas do Fluminense com nomes de Edinson Cavani e Luis Soares
                     Luis Soares e Arrascaeta recebem camisas personalizadas do Flu




quinta-feira, 13 de junho de 2019

Pedro Abad: o pior presidente da história do Fluminense?

O site Flunomeno, para quem não conhece, é um dos melhores, senão o melhor informativo a respeito do Fluminense FC.  Nosso blog está aqui procurando divulgar este site para que todo tricolor fique muito bem informado a respeito dos bastidores do clube e , para isso, nosso blog recomenda o site "Flunomeno" 


SITE FLUNOMENO FAZ RESUMÃO DA GESTÃO PEDRO ABAD


PRIMEIRA PARTE
Pedro Abad foi o sucesso de Peter Siemsen na presidência do Fluminense, sendo eleito no dia 26 de Novembro de 2016, com 2.126 votos. Abaixo estaremos listando um resumo do seu mandato. Para que esta matéria não ficasse tão longa, estamos dividindo a mesma em partes. Abaixo, veremos a primeira parte, correspondente dos primeiros dias de mandato (2016).
Em campanha: durante a campanha presidencial, foi prometido a conquista da Libertadores e que o Fluminense estaria pronto para avançar, já que teríamos as dívidas equalizadas. Eleito, Pedro Abado prometeu um ídolo para a torcida do Fluminense.

Resumão da Gestão de Pedro Abad em 2016


Logo assim que assumiu, Pedro Abad começou a lidar com seus primeiros problemas, sendo estes primeiros vindo da gestão passada. A empresa canadense material esportivo Dryworld foi uma escolha da gestão de Peter Siemsen, que abriu mão da parceria de décadas com a Adidas. O problema nisso tudo é que a fornecedora ficou sem pagar o Fluminense, o que causou a rescisão de contrato por parte do clube, que também recorreu na Justiça.Ainda em 2016 a gestão de Pedro Abad já avaliava a necessidade de romper contrato.A dívida da Dryworld com o Fluminense chegou à R$ 11 milhões, o que forçou o Fluminense a romper o contrato e buscar, posteriormente, seus direitos na Justiça. Ainda em 2016, Gustavo Scarpa ganharia os holofotes, e o Fluminense demorou um pouco na sua renovação. Ainda nesta época,o Palmeiras já sondava o jogador  Ainda sobre a transição da gestão Peter-Abad, o Fluminense receberia as promessas Orejuela e Sornoza, que chegariam do Equador no começo de 2017, com a tendência de serem os grandes destaques da equipe (a História mostra que isso não aconteceu!).Tivemos um 2016 horroroso, apesar do título da Primeira Liga . No poder desde 2011, a Flusócio ainda mantinha força nos bastidores, apesar do desgaste da torcida.Em 2016 o Fluminense chegou a ter a pior pontuação na história do brasileirão de pontos corridos.   Ciente da situação financeira assim que assumiu a cadeira presidencial (e vendo os maus resultados esportivos em campo),Pedro Abad chegou a prometer um time competitivo em 2017.
"Primeira Loucura" ainda em 2016?!: a situação financeira do Fluminense não era das melhores, mas Pedro Abad queria um time competitivo. Uma das primeiras sondagens do Fluminense na gestão de Pedro Abad foi Felipe Mello, onde a diretoria estava disposta a pagar R$ 700 mil por mês de salário para ele.A negociação não foi para a frente.Havia também uma negociação com Hernan Barcos.   Talvez seria o ídolo que Pedro Abad prometeu?!
Primeiro Erro da Gestão Abad: sem oportunidades na equipe,Maranhão recebeu propostas para sair do clube mas foi impedido pelo próprio Fluminense.
Caridade:Cicero foi de graça para o São Paulo, com parte dos salários pagos pelo Fluminense.  . Havia na negociação uma troca de jogadores (como Reinaldo, Bruno ou Welligton), mas o Fluminense aceitou mesmo deixar Cícero de graça com 30% dos seus rendimentos pagos pelo próprio Fluminense.A situação financeira do Fluminense é ruim antes mesmo da gestão de Pedro Abad no Fluminense. Assim que assumiu,a venda do zagueiro Marlon ao Barcelona garantiu o pagemnto do 13º salário dos jogadores e funcionários do clube, porque o mesmo não tinha dinheiro para efetuar esses pagamentos.
E assim terminamos a nossa PRIMEIRA PARTE do resumão da gestão de Pedro Abad. Para que a matéria não fique muito longa, estamos resumindo sua gestão em partes.

SEGUNDA PARTE


Ano novo, presidente novo... O torcedor do Fluminense esperava a partir de então anos melhores e títulos. Em campanha, Pedro Abad prometeu inúmeras coisas, como um ídolo e até mesmo vencendo a Libertadores. Infelizmente, no parâmetro esportivo, teríamos um ano pior do que o anterior. Continue lendo.
2017 seria iniciado um novo trabalho, com o então treinador Abel Braga. Lembram-se da Dryworld?!Em Janeiro deste ano o Fluminense levou a empresa na justiça do Canadá . No começo da gestão do novo presidente, a própria diretoria garantiu que o Fluminense teria um time forte.  Por conta dos maus resultados esportivos, a torcida cobrava (com razão) os resultados da nova gestão, que a princípio, parecia que com a mesma no comando as coisas poderiam mudar de vez.
Acho que o primeiro erro foi se desfazer de uma jovem promeça uruguaia , que acabou sendo dispensado do clube sem saber porque.  Ainda no início de 2017 começaram as especulações de uma possivel saida de Gustavo Scarpa. Aliás, o Palmeiras começou oferecendo R$ 20 milhões mais dois jogadores pelo meia.  O próprio Pedro Abad, em programa de TV,explicou a situação.  



GRANDE ERRO EM NÃO ASSINAR COM A CAIXA: o Fluminense poderia receber de patrocínio algo em torno de R$11 milhões pela CAIXA.O motivo alegado na época é porque o valor de patrocínio era BAIXO.  Mesmo assim, a diretoria de Pedro Abad não teve capacidade para arrumar uma outra empresa de patrocínio, e o Fluminense ficou sem patrocínio master durante o ano inteiro. Eu digo para vocês: o que vale mais, R$11 milhões ou nada?!
Por conta disso, o poderoso time do Fluminense em 2017 foi nada mais nada menos contando com peças da base, com poucas contratações.Lembrando que o Fluminense arrecadou mais de R$ 200 milhões no ano anterior.  
E mais, sem patrocinador master,o próprio Abad falaria sobre a necessidade de vender atletas para cobrir gastos no seu terceiro mês de mandato. Mesmo assim, Pedro Abad voltou a prometer estádio.

SEM ESTRATÉGIA: após destaque pelo Athlético, Lucas Fernandes retornou ao Fluminense por opção do clube. Em seguida,o jogador sequer foi aproveitado e acabou retornando ao Athletico.   Eu te pergunto: porque tiraram ele de lá então?!
SAÍDA DE PEDRO ANTÔNIO: por divulgar o projeto do novo estádio que queria fazer,Pedro Antônio acabou desligado do Fluminense sem mais sem menos.

No fim do ano, houve uma informação de Abad entregando ingressos para torcidas organizadas. Por conta disso,havia até a possibilidade de renúncia pelo mesmo por conta da enorme pressão que o presidente sofreu no cargo.  O grupo político de Abad, a Flusócio,defendeu o mandatário no episódio dos ingressos. 


Mas o pior estaria ainda por vir, antes de 2017 chegar ao fim, a diretoria anunciaria o CORTE de R$ 16 milhões no departamento de futebol.  Ainda por cima fizeram o perfil oficial do Fluminense tentar calar a torcida nas redes sociais.  
EMPRÉSTIMOS QUE O FLU PEGOU EM 2017:
* R$ 36 milhões  
* R$ 30 milhões

TERCEIRA PARTE


Já tínhamos um time mediano, mas a gestão de Pedro Abad, antes de 2018 chegar, dispensou vários jogadores por WhatsApp Jogadores importantes e experientes da equipe, como o goleiro Diego Cavalieri e o zagueiro Henrique, foram dispensados mesmo sem o aval de Abel Braga, que nem sequer foi avisado da dispensa.

Resumão da Gestão de Pedro Abad em 2018
Tivemos um 2017 péssimo, bem diferente da campanha prometida por Pedro Abad, que prometeu um time forte, que ganharia até mesmo a Taça Libertadores. Mas as promessas para iludir a torcida continuaram em 2018,com dirigente prometendo time competitivo na temporada.   A grande sacada era então atribuir a Unimed como culpada pelo atual buraco financeiro do Fluminense,mas descobriu que a gestão de Pedro Abad gastou três vezes mais com salários do que na época da Unimed. 
No começo da temporada, Gustavo Scarpa não se apresenta ao Tricolor e, por conta disso, começaria uma guerra nos tribunais entre Fluminense x Scarpa. O Fluminense não manteve em dia os salários do jogador, que foi em busca dos seus direitos, e conseguiu uma rescisão com o clube. Além disso, acabou indo praticamente de graça para o Palmeiras. Scarpa tinha uma multa rescisória de mais de R$200 milhões, que foram perdidos pela gestão Abad. Este foi o segundo maior erro talvez da gestão.
Patrocinador Master: depois de mais de um ano sem um mísero patrocinador master, a gestão de Pedro Abad assina com a Valle Express,para receber R$ 5 milhões no primeiro ano.  A Valle Express foi uma empresa de cartões de crédito que, em seguida, foi vendida para investidores americanos. A empresa não manteve em dias os pagamentos com o Fluminense, e o caso está sendo resolvido na Justiça no momento que escrevo isto.

Problemas com a Gestão:No começo de Abril, o grupo Unido e Forte rompe com Pedro Abad.  A gestão de Pedro Abad cometeria alguns erros financeiros, como a contratação de Robinho por R$ 7 milhões.   Somados a isso, a gestão de Pedro Abad no primeiro ano causou um prejuízo de R$ 89 milhões , fazendo o Fluminense o clube que teve o MAIOR PREJUÍZO do Brasil. Mesmo com tantas "cagadas", ele preferiu continuar a presidência do clube, mesmo contra vontade da torcida e de muitos nos bastidores.

Como se não bastasse isso,ainda teve o problema com e-mail de Marcelo Teixeira para o Sport,  , mas não vamos dar muita corda desse assunto por aqui.Até mesmo plano de saúde dos jogadores foram cortados por falta de pagamento.

O terceiro grande erro: sem dinheiro, sem patrocinador master, sem prestígio... Mesmo assim, Pedro Abad vendeu uma das nossas maiores promessas (João Pedro) a preço de banana ao Watford (Inglaterra).O próprio Abad chegou a justificar o porque desta venda. 


Além disso, a Under Armour não conseguiu lançar os uniformes a tempo em 2018. Ou seja, ficamos (pela primeira vez quando tivermos marcas para lançar uniformes em cada temporada) sem lançar um novo uniforme sequer na História.


E para finalizar nosso resumão de 2018, nada melhor que citar a caridade que o Fluminense fez com o Internacional, cedendo Wellington Silva TOTALMENTE de graça!

Pessoal, algumas coisas devem ficar bem claras aqui: não temos nada contra a pessoa do Pedro Abad, estamos apenas resumindo (de maneira HISTÓRICA) como foi a sua gestão. Isto não resume por completo a sua gestão, apenas pontos importantes que citamos por aqui. Abaixo, uma lista de protestos que a torcida fez (podem ter mais do que citado abaixo) e uma pequena lista de possíveis empréstimos em 2018.

A situação financeira do Fluminense é catastrófica antes mesmo da Flusócio vir ao poder, mas o problema todo da torcida contra a gestão de Pedro Abad é que, ele no conselho fiscal, prometeu time forte e um quadro financeiro do que diferente do pensávamos (torcida). A intensão do atual presidente (segundo ele, não sabia do real quadro financeiro do clube) até que foi boa, mas nenhuma dessas ações de austeridade foram prometidos em campanha.

O Fluminense neste momento precisa de alguém com CARISMA com a torcida, que trabalhe bem com o marketing, que monte um time acostumado a ganhar títulos. Ou seja, um presidente que fossa fazer um trabalho totalmente DIFERENTE do que foi (na minha opinião, péssima) a gestão Abad.

PROTESTOS DA TORCIDA PEDINDO A SAÍDA DE PEDRO ABAD



1.Dia 20 de Janeiro de 2018. No Maracanã, jogo contra o Botafogo.

2.Dia 27 de Janeiro de 2018. Abaixo assinado pela internet pelo impeachment de Abad.

3.Dia 27 de Janeiro de 2018. Protesto na sede das Laranjeiras .
4.Dia 28 de Janeiro de 2018. Protesto em camarote de Abad em Los Larios.
5.Dia 3 de Janeiro de 2018. Torcida invade sede e Abad se esconde na cozinha.  
6.Dia 03 de Julho de 2018. Reunião do conselho deliberativo.
7.Dia 28 de Novembro de 2018. Semifinal da Copa Sul americana. 
8.Dia 29 de Novembro de 2018. Protesto nasLaranjeiras. 
9.Dia 30 de Novembro de 2018. Invasão de torcedores no CT do Fluminense.

EMPRÉSTIMOS
*Possibilidade de R$ 50 milhões, usando cotas de TV de 2019. 
*R$ 5 milhões (Novembro de 2018) 

Fonte: 
https://www.flunomeno.com/2019/06/resumo-da-gestao-de-pedro-abad-parte-3.html


Grupo político Flusócio encerra suas atividades

Fonte: Lance 
O grupo político Flusócio, comunicou nesta terça-feira que encerrou as suas atividades políticas dentro do Fluminense. O anúncio foi feito através de um post no blog do próprio grupo. A Flusócio era o principal grupo de apoio ao ex-presidente Pedro Abad.
No auge, o grupo político elegeu e reelegeu o ex-presidente Peter Siemsen. A tendência é de que o Conselho Deliberativo tenha uma debandada de membros da Flusócio, que já começou com as saídas de Danilo Felix e Leonardo Lemos, ex-direto de TI e ex-vice de marketing, respectivamente.

O FIM DO CICLO FLUSÓCIO NO FLUMINENSE

Fonte: Flunomeno
A Flusócio foi um grupo político criado nas arquibancadas em 2003, que cresceu a ponto de estar no poder do clube entre os anos de 2011 até metade de 2019. Criando um engenhoso sistema de captação de sócios pela internet (uma ideia genial, por sinal) a Flusócio conseguiu captar torcedores fora do Rio de Janeiro, conseguindo seu espaço por direito nos bastidores do Fluminense.
Perderam as eleições de 2007, mas chegaram ao poder em 2010, com o presidente Peter Siensem Chegaram ao poder justamente com o recente campeonato brasileiro de 2010,
e tiveram dois anos ótimos (os melhores do Fluminense no Século, sendo o eixo 2010-12). Em 2012, o Fluminense foi campeão nacional e estadual, o que reforçou (talvez) a reeleição do mandato de Peter Siemsen.
Depois de 2012, a gestão Flusócio verdadeiramente declinaria: o Fluminense não conseguia mais ganhar títulos, foi rebaixado em 2013 (mas salvo por Flamengo e Portuguesa). No ano seguinte, a Unimed encerraria a parceria de patrocínio e eles investiriam num clube da segunda divisão da eslováquia nomeado como Flu Samorin.
A Flusócio fez algumas coisas boas no clube?! Sim, não podemos dizer que não fizeram. A reforma da sede da base em Xerém é um exemplo, assim como deram poder de voto ao torcedor graças ao programa deles de captarem novos sócios pela internet. Mesmo assim, AFASTARAM o torcedor das arquibancadas, montaram times pífios que lutavam para não ser rebaixado, etc.
Em quase 9 anos no poder, Fluminense ganhou apenas 8 taças, sendo apenas 3 títulos:
2011: Troféu João Saldanha
2012: Taça Guanabara e o campeonato estadual 
         campeonato brasileiro
2013: Troféu Nova Iguaçú
2014: nada
2015: nada
2016: Primeira Liga
2017: Taça Guanabara
2018: Taça Rio 
2019: nada
Na campanha de Pedro Abad foi prometido inúmeras coisas, como a construção de um estádio e, principalmente, a conquista da Libertadores da América. Não foi isso que se viu. O Fluminense sequer chegou nas quartas de final da Copa do Brasil durante a última gestão. Por conta da pressão nos bastidores e da torcida, Pedro Abad chegou a antecipar as eleições de Novembro de 2019 para Junho, terminando assim seu mandato, bem de como ciclo Flusócio dentro do Fluminense.

Sinceramente, eu acho que a Flusócio não ganha mais nada no Fluminense. Alguns membros do grupo saíram um grupo chamado Pró Flu.

https://www.flunomeno.com/2019/06/o-fim-do-ciclo-flusocio-no-fluminense.html

NOTA DA FLUSÓCIO
 O grupo Flusócio nasceu na torcida do Fluminense. Seus integrantes consideram que um clube grande e sua torcida dependem um do outro, se alimentam mutuamente. A vontade da torcida é, portanto, soberana e precisa ser respeitada. Justamente em função dessa soberania da torcida que o presidente Pedro Abad decidiu abreviar seu mandato, com a antecipação das eleições de 2019.

Não cabe aqui contar – mais uma vez – a nossa história. Ela já foi contada em livro, ainda que apenas até a assunção de Pedro Abad à presidência, e em inúmeros outros textos disponíveis aqui em nosso site. Talvez devamos, um dia, complementar o livro com esses dois anos e meio de mandato, pois há muitas coisas que o público desconhece. Isso, porém, seria para outro momento. Não é o objetivo deste post. O objetivo, aqui, é comunicar que deliberamos por encerrar nossas atividades como grupo político.

A nossa história como torcedores continuará. Sempre desejamos o Fluminense sustentavelmente forte. Após a perda da duradoura parceria com a Unimed, percebemos que seria um caminho amargo a ser percorrido, de muitas dificuldades. Após três eleições vencidas, é preciso abrir espaço para outros tentarem, pois, persistir, seria agir contra a torcida da qual também sempre fizemos parte. Obviamente houve erros, mas não é hora de dar justificativas; o momento é de atender aos anseios da torcida e desejar muito sucesso aos que nos sucedem. Estaremos sempre torcendo por eles e pelo sucesso do clube.

Permitam-nos, no entanto, a manifestação do desejo de que, com o passar do tempo, os tricolores possam avaliar com mais tranquilidade o legado do grupo político Flusócio e, em particular, do presidente Pedro Abad.

Quando os nossos fundadores entraram para o clube, ganhar um mero estadual ou mesmo voltar para a primeira divisão nacional era ainda um sonho. O Fluminense voltar a ser grande e poderoso era a meta, mas ainda parecia muito distante. E estávamos convictos de que, para isso acontecer, o caminho seria conscientizar e atrair o torcedor tricolor para dentro do quadro social, colegiado que decidia os rumos político e administrativo do clube. A conscientização crescente da torcida pode ser observada pelo interesse nas discussões sobre administração e finanças do nosso clube, temas que, há quinze anos, incrivelmente eram ignorados mesmo sendo eles os principais influenciadores dos resultados de campo.

A maior bandeira da Flusócio, desde seu embrião, sempre foi: – Tricolor, seja sócio! Mote esse que originou o nome do grupo. E hoje, quase vinte anos depois que os primeiros de nós resolveram se associar, está muito claro como o clube evoluiu nesse ponto. Os integrantes mais antigos chegaram a vivenciar um clube em que a maioria dos associados era composta de não-tricolores, ou seja, torcedores de outros clubes davam as cartas políticas nas Laranjeiras. O grupo, ainda na oposição, foi o principal articulador da associação em massa, cujo ápice ocorreu em 2009, no segundo mandato de Roberto Horcades. A realidade do quadro social foi inteiramente modificada, passando a haver maioria de tricolores a partir do movimento de Cidadania Tricolor.

Mais tarde, pela democratização do clube, lutamos fortemente para a criação da categoria sócio futebol, garantindo o seu direito a voto para presidente, diluição de poder que alguns setores do clube não admitiam.

Já no mandato de Peter Siemsen, um dos principais ideais do grupo – a imprescindível formação permanente de talentos –, foi motor propulsor para a reforma total de Xerém, centro de formação de base que hoje é referência nacional tanto em estrutura como em recursos humanos. Esse provavelmente é o mais importante legado do grupo. A gestão Peter também entregou o CT Pedro Antônio, na Barra da Tijuca, para o futebol profissional.

Ainda na gestão Peter Siemsen, que tinha a Flusócio como principal grupo apoiador, o futebol conquistou o título de campeão estadual e campeão brasileiro de 2012. Venceu também a Primeira Liga em 2016.

Certamente nenhum presidente da história do Fluminense sofreu, como Pedro Abad, o massacre diário nesses novos tempos de redes sociais, inclusive com repercussão nos estádios mesmo nas vitórias. No entanto, em meio a tanta dificuldade, sofrendo penhoras da PGFN e de inúmeros outros credores, a gestão Abad quitou mais de R$ 100 milhões em dívidas e obteve uma melhora extremamente significativa no balanço financeiro de 2018 em relação ao ano anterior, entregando o clube próximo da obtenção das CND. Conseguiu reduzir significativamente a folha salarial, que hoje é a metade da de 2017, mantendo um elenco competitivo mesmo neste duro período de reestruturação financeira do clube, demonstrando o que um bom trabalho técnico de prospecção pode gerar. Os próximos mandatos receberão como legado algumas das mais promissoras e vitoriosas gerações de Xerém, com pelo menos seis jogadores convocados recentemente para seleções de base. Deus queira que seus sucessores obtenham muito sucesso onde ele não conseguiu, mantendo o devido cuidado com a sustentabilidade do clube, e que o torcedor tenha serenidade antes de julgá-los.

Na nossa despedida, pedimos apenas que você, tricolor, esteja sempre ao lado do Fluminense. Seja sócio e exerça sua cidadania tricolor independente do que receberá em contrapartida, mas pelo fortalecimento da instituição. É triste quando ouvimos um tricolor dizendo coisas como “não sou sócio porque pra mim não vale a pena”. Esse tricolor está, claro, em seu direito, mas não é desse torcedor que o Fluminense mais carece. O clube precisa de torcedores que se associem simplesmente porque o clube precisa deles. Apenas por amor a essas três cores. O Fluminense foi salvo, no final dos anos 90, por sua torcida. E ele continua precisando dela para se manter forte contra todos os adversários poderosos.

Acolha o Fluminense. Vá sempre aos jogos, empurre o time para as vitórias! Defenda seu clube na internet, nas ruas e nos estádios independente da política. Compre apenas produtos licenciados. Prestigie as empresas parceiras e patrocinadores que investem na marca Fluminense. Jamais esmoreça na atitude de semear o orgulho de ser tricolor nas crianças e jovens de sua família.

O Fluminense precisa de todos nós. Porque o Fluminense somos todos nós.

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domingo, 9 de junho de 2019


Com Celso Barros como vice, candidato derrotou Ricardo Tenório no pleito realizado neste sábado com 2225 votos

08/06/2019
FOX Sports O advogado Mário Bittencourt é o novo presidente do Fluminense. Com 2225 votos, o candidato da chapa "Tantas Vezes Campeão" derrotou seu ex-aliado Ricardo Tenório na eleição realizada neste sábado (8 de junho) na sede do clube nas Laranjeiras. Ele sucederá Pedro Abad pelo próximo mandato que se encerrará em dezembro de 2022 e será o 35° mandatário da história do clube.
Ao seu lado, Bittencourt terá como vice-presidente o ex-presidente da Unimed Celso Barros, famoso por ter sido patrocinador do clube por 15 anos. Alguns ex-jogadores do clube, como Marcão e Aílton, declararam apoio à chapa. Essa é a segunda vez que o advogado concorre ao cargo. No último pleito, ao lado de Ricardo Tenório, foi derrotado por Abad.
Antes da divulgação do resultado, o então candidato falou sobre as suas principais propostas. "A gente fez uma campanha com muitas propostas, mas a principal delas é trazer o torcedor de volta para perto do clube. Desenvolvendo um programa de sócio torcedor forte, montando um time forte. E, para isso, cuidando das finanças do clube, reorganizando o pagamento da dívida, para que a gente consiga atrair os investidores, atrair a torcida, atrair um patrocinador master. Tudo isso para que o Fluminense possa voltar para o lugar que nunca deveria ter saído, que é o topo do futebol brasileiro".
                                              Mário Bittencourt votando
                                    A chapa "Tantas vezes campeão" comemora a vitória no pleito
                Já eleito, Mário Bittencourt comemora junto ao vice presidente eleito Celso Barros

O Fluminense tem um novo presidente. Após eleição neste Sábado(08) na sede das Laranjeiras, Mário Bittencourt , por maioria de votos, venceu a disputa e irá presidir o clube pelo próximo triênio , começando na próxima segunda(10) até Dezembro de 2022. . Na última eleição realizada em 2016, Mário concorreu junto com Ricardo Tenório, este que desta vez  foi seu adversário. Na oportunidade foram derrotados por Pedro Abad que teve à época um total de 2.216 votos contra 1.442 deles. Nesta eleição Mário se uniu a Celso Barros e conseguiram vencer totalizando 2.225 votos contra 1.032.

NÚMEROS DA ELEIÇÃO DE 2019
3.286 VOTANTES
2.225 VOTOS NA CHAPA Tantas Vezes Campeão presidente Mário Bittencourt
1.032 VOTOS NA CHAPA Libertadores presidente Ricardo Tenório  
5 VOTOS em branco
24 VOTOS nulos

terça-feira, 4 de junho de 2019

Mário Bittencourt e Ricardo Tenório participam de debate na Rádio Globo

Globoesporte.com e Rádio Globo promoveram um debate na noite da última segunda(03),  convidando os dois candidatos à presidência do Fluminense, Mário Bittencourt e Ricardo Tenório. O encontro ocorreu na sede da Rádio Globo no programa Globo Esportivo. Mediado por Marcelo Barreto, com a participação dos jornalistas do Grupo Globo Fernando Saraiva, Felipe Siqueira, Francisco Aiello  e Hector Werlang, além de Victor Lessa, este último da Rádio Globo. A preocupação com a questão das finanças do Fluminense foi algo que ambos os candidatos pretenderam demonstrar.Propostas em relação a Xerém, falaram de Maracanã e dos Esportes Olímpicos que parecem incompatíveis com o futebol do clube(ou se agrada um ou outro)
                            Os candidatos Mário Bittencourt(esquerda da foto) e Ricardo Tenório(direita)

Ambos os candidatos prometeram equacionar a divida do clube. Tenório disse que deveria renegociar a divida para voltar a ter capacidade para investimento. Mário disse que a atual diretoria se perdeu e fez mais dividas. Que o clube precisa de novas receitas e que pretende investir mais no sócio futebol. Brigar por cotas de TV mais igualitárias e comparou ao futebol da Espanha.
Mário criticou duramente a venda do jovem e promissor João Pedro da base de Xerém, disse que foi uma atrocidade pois foi vendido prematuramente por pouco valor. Tenório disse que Xerém vem sustentando as despesas do clube sem nada em troca, ou seja, o dinheiro que o Fluminense ganhar com Xerém tem que, ao menos, voltar uma parte para Xerém.Em relação a Concessão do Maracanã, Mário diz que o Flu deve ter a maior parte das receitas possível, isso passa pelo sócio futebol e explorar mais a parceria com o Flamengo. Tenório fala em protagonismo. A divida, segundo Mário, deve ser organizada pela próxima diretoria, segundo ele a atual diretoria não consegue faze-lo. O time não tem um grande patrocinador mas que, ainda assim, daria para montar times melhores.Tenório diz que a divida do clube nunca some e sempre aumenta e que a divida deve ser combatida a curto prazo pois está sufocando o clube.
Com relação aos esportes olímpicos, Tenório é enfático ao dizer que o clube é Fluminense Football Club e que o futebol corresponde a 90% da receita do clube e todas as receitas devem ser aplicadas no futebol. Portanto ele é favorável a separar a sede social do futebol.Já Mário disse que todos os clubes do Brasil que tem esportes olímpicos o fazem pela Lei de incentivo e não podem colocar dinheiro do futebol nisso.Mário se diz animado para a utilização do estádio das Laranjeiras para que jogos de pequeno e médio porte voltem a ser realizados lá.


https://globoesporte.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/em-debate-mario-e-tenorio-apresentam-propostas-para-reerguer-o-fluminense-apos-eleicao.ghtml

Preparativos para as eleições presidenciais do dia 08 de Junho


Fluminense tem redução no número de sócios aptos a votar

Mais de mil associados perderam direito de participar do pleito Fonte: NETFLU

Às vésperas de eleger seu novo presidente, o Fluminense teve uma perda de mais de mil sócios aptos a votarem na eleição do próximo sábado. O número levado em consideração é em comparação à Assembleia Geral de janeiro, na qual o pleito foi antecipado. Presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Leite, explica a redução e os fatores que explicam tal redução.
– Quem faz esse corte não sou eu. É a secretaria do clube, que usa como parâmetro a data da eleição. O que pode ter acontecido é que muita gente deixou de ser sócio, que alguns da modalidade Sócio Futebol atingiram três meses de inadimplência e foram excluídos e que não teve muitas associações a tempo de votar – comentou.

Saiba qual a estimativa da diretoria para o número de votantes no sábado

Associados do Fluminense definirão quem será o novo presidente do clube Fonte NETFLU

Acontecerá, no próximo sábado, a eleição do próximo presidente do Fluminense. Em comparação com a Assembleia Geral realizada em janeiro, quando houve a decisão pela antecipação eleitoral, houve uma perda de mais de mil sócios aptos a votar. Na estimativa de Fernando Leite, presidente do Conselho Deliberativo, a expectativa é que de 3 mil a 3,5 mil associados compareçam às Laranjeiras para o pleito.
Mário Bittencourt e Ricardo Tenório concorrem ao cargo máximo do Tricolor.


Presidente do Conselho Deliberativo explica redução no número de sócios aptos a votar

Fluminense terá eleição para a presidência no próximo sábado(08) Fonte NETFLU

Às vésperas de eleger seu novo presidente, o Fluminense teve uma perda de mais de mil sócios aptos a votarem na eleição do próximo sábado. O número levado em consideração é em comparação à Assembleia Geral de janeiro, na qual o pleito foi antecipado. Presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Leite, explica a redução e os fatores que explicam tal redução.
– Quem faz esse corte não sou eu. É a secretaria do clube, que usa como parâmetro a data da eleição. O que pode ter acontecido é que muita gente deixou de ser sócio, que alguns da modalidade Sócio Futebol atingiram três meses de inadimplência e foram excluídos e que não teve muitas associações a tempo de votar – comentou.