sábado, 11 de novembro de 2017

Botafogo, Flamengo e Vasco reduzem dívidas, enquanto Fluminense aumenta

Com a divulgação do balanço financeiro dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro no último ano, foi possível analisar a situação dos cofres das equipes. Em estudo divulgado no último domingo (1º), o especialista em marketing e gestão esportiva Amir Somoggi apontou que Botafogo, Flamengo e Vasco mantiveram suas posturas de austeridade financeira e reduziram suas dívidas, enquanto, na contra mão dos rivais, o Fluminense ampliou seu débito.
A maior variação ficou por conta do Vasco, que reduziu seu endividamento de 2014 para 2015 em 22% (de R$ 596,5 milhões para R$ 467,6 milhões). Logo atrás aparece o Flamengo, que diminuiu sua dívida em 17% (de R$ 697,9 milhões para R$ 579,3 milhões). O Botafogo fecha a lista com uma queda de 14% em seus débitos (de R$ 848,4 milhões para R$ 731,1 milhões).
O único dos quatro grandes do Rio de Janeiro a aumentar suas dívidas foi o Fluminense. De 2014 para 2015, o Tricolor das Laranjeiras ampliou em 5% seu endividamento (de R$ 439,6 milhões para R$ 461,9 milhões).

Fonte: Esporte Interativo

domingo, 5 de novembro de 2017

Torres 'dá as caras' e fala sobre os bastidores do Flu

Fonte:  João Mércio Gomes,LANCE! 03/11/2017
A ressaca pela eliminação contra o rival Flamengo foi grande. Mas, segundo Alexandre Torres, gerente de futebol, já passou. Nos próximos sete jogos da temporada, a meta é se manter na Série A do Brasileirão. O desempenho no ano não foi o esperado, mas se continuar na pegada do último jogo, 2018 será melhor para a torcida do Fluminense.
- Tivemos brio e empenho. Por questão de cinco minutos a gente poderia estar falando de outra situação agora. Temos que buscar os ganhos contra o Flamengo, buscar o que fizemos de bom e aprender com erros pra que a gente possa seguir em frente - afirma Torres, em coletiva no CT.A coletiva pré-clássico contra o Botafogo teve um motivo: dar as caras para o torcedor e explicar o que deu errado. Para ele, a frustação não é só da torcida, mas do elenco e da diretoria. Torres garante que assumiu o cargo no Fluminense não só para reestruturar o clube, mas buscar conquistas.
- A campanha não é a que queríamos. Vim aqui pra ser vencedor, é um desafio diario. Mesmo vencendo, estaria me cobrando pra melhorar. Não estamos só de passagem nos campeonatos. Um time unido se mantém firme e esse grupo tem tudo pra alcançar conquistar no próximo ano.Confira a coletiva de Alexandre Torres na íntegra:
Por que você resolveu falar com a imprensa neste momento?
'Vim pra falar por conta do resultado ruim que aconteceu. Sei que não foi o esperado. Muitos torcedores ficaram frustrados, assim como jogadores e comissão técnica. É o momento de vir aqui, dar a cara e ao mesmo tempo dar uma palavra de apoio aos jogadores. E enaltecer a torcida do Fluminense. Mesmo em número inferior, incentivaram e apoiaram os jogadores. Os atletas se empenharam, tiveram uma conduta digna mas o resultado não veio. A gente procurou dar o máximo e honrar a camisa do Fluminense'
Foi para blindar o elenco?
'Não. Jogador se blinda dentro de campo. Todos jogadores passaram por momentos de instabilidades e desclassificação. Mas sempre tem o próximo jogo pra recuperar. O que aconteceu no último jogo foi um time empenhado, procurando fazer aquilo que foi determinado pela comissão. Jogadores entusiasmados, mostrando determinação. Tivemos problemas mas o time teve raça e suou a camisa'

Marcos Júnior citou 'coisas negativas' no clube. O que ele quis dizer?
'Não posso definir. Ele me falou que é a respeito de problemas médicos, do time, fraturas. Contusões muito difíceis, totalmente inesperadas, como a do Robinho. Pra mim, os problemas foram esses, além da juventude do elenco. Qualquer coisa além disse, ele é que pode esclarecer'
E os salários atrasados...
'É assunto interno da diretoria e estou vendo um esforço grande de todos. Isso afeta, já tem um tempo. Os jogadores sabem e compram a situação do clube. Não afetou nada nesse momento, estão tendo uma postura positiva. Vários times têm problemas financeiros, é uma realidade do nosso futebol. Precisamos melhorar arrecadação e parte financeira'
Planejamento era esse mesmo, usar um elenco só de jovens?

'Fizemos um planejamento no inicio do ano e tínhamos uma etapa a cumprir. Dentro das nossas possibilidades foi o caminho que se apresentou. Alguns mais jovens pularam etapas. Estamos no caminho, não tivemos muitas alternativas. Fecharemos o ano com esse mesmo grupo jovem, de qualidade, que veste a camisa.
E o baixo desempenho nos clássicos, como lidar?
'Situação incômoda pro torcedor e comissão técnica. Clássico faz a diferença no desenvolvimento do trabalho. Por outro lado, esse ano, não foram muito superiores ao Fluminense. Detalhes ou falta de experiência, alguma coisa. Não podemos nos apegar aos aspectos negativos. É um time que briga não desiste, ganha divididas. um time que pode jogar de igual pra igual com qualquer um'
Como entrar em mais um clássico após a eliminação?

'O time já esta animado. Depois do jogo teve aquela ressaca geral, dos torcedores, da diretoria, dentro do vestiário. Na reapresentação, a gente tentou virar a chave os jogadores tem plena consciência'
Você chegou a conversar com algum jogador após a eliminação?

'Sempre converso com jogadores. Tento acrescentar aos que estão saindo e entrando, todos que estão passando por dificuldades. Fui jogador e tenho essa sensibilidade. Não é o momento de abandonar o jogador, mas incentivar pra tirar o melhor'
Houve erro no planejamento com as saídas de jogadores e chegando de outros, menos experientes?

'Ao contratar um jogador e perder um jogador, muitos fatores influenciam. Quando se fala do Romarinho, esquecem do Richard. De repente um está de titular, jogando bem. Como deu certo, poucas pessoas comentam. Sobre Lucas Fernandes, Osvaldo e Danilinho, foram jogadores que ao longo da temporada tiveram chances, já estavam há mais tempo. Eles pediram pra sair. Planejamento era aproveitar os jogadores da base, minimizar os custos'
Já começou a planejar as saídas e chegadas para 2018?'Planejamento é constante. Começa no primeiro dia e do ano e termina no último. Temos de repensar, dar uma mudada. Desde que cheguei em janeiro foi proposto um trabalho, uma meta e estamos procurando seguir'
Abel faz parte desse planejamento?
'Ele tem contrato até o final do próximo ano e a diretoria confia nele. Da minha parte tem confiança. Tem se mostrado um técnico que e aguenta dificuldade e melhora com o grupo. Conhece os jogadores da base pra usar no futuro. Saída de Abel não foi cogitada e acredito no trabalho longo'
Antes de encerrar, Torres pediu a palavra e...
Nós estamos muito satisfeitos com comportamento do torcedor. Sentidos pelos últimos resultados não terem acontecido. Com certeza o clube está com espírito de começar bem a próxima temporada.Não estamos só de passagem nos campeonatos. Um time unido se mantém firme e esse grupo tem tudo pra alcançar conquistar no próximo ano.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Administração de Pedro Abad é avaliada parte III

Fonte: GLOBO.COM 
03/10/2017


Dirigente diz que Fluminense é enorme, mas revela receita "de time pequeno"

Fernando Veiga tem áudio vazado em grupo do WhatsApp em que ele conta ter dificuldades em reforçar o clube e afirma que clube não tem dinheiro para pagar R$ 20 mil de salário a jogador

O vice-presidente de futebol do Fluminense, Fernando Veiga, teve um áudio enviado em um grupo de WhatsApp vazado. Nele, o dirigente afirma que mesmo que o Tricolor seja um dos maiores times do mundo, tem uma receita de um time pequeno e comparou até mesmo com o Atlético-GO. A informação foi noticiada primeiro pelo portal Uol e confirmada pelo GloboEsporte.com.
- Hoje a gente tem uma receita de time pequeno, de Atlético-GO. Nós somos um time enorme, somos um dos maiores times do mundo, mas temos receita, hoje, de time pequeno. Então como a gente contrata? Como que a gente reforça?
Mesmo quando buscou um jogador, considerado mediano por ele, era entre R$ 200 mil e R$ 300 mil, quando na verdade o clube não teria nem 10% do valor mais baixo para pagar a um atleta.
- Muita gente fala que temos que usar a criatividade. Eu acho isso engraçado usar a palavra criatividade no futebol. Como a gente usa a criatividade? A gente não tem dinheiro para pagar salário de R$ 20 mil. Há um mês a gente correu atrás de volante e zagueiros. E jogadores medianos pedindo R$ 200, 300 mil para jogar no Fluminense. Como a gente paga isso? A nossa receita é baixíssima e a despesa enorme. Foi feito um estudo agora com a Ernst & Young e eles querem que a gente corte o custo do futebol de uma maneira que eu não posso nem falar o percentual.
Em um desabafo de mais de dez minutos, Veiga também fala que o clube foi mal gerido na segunda gestão do ex-presidente Peter Siemsen, principalmente no mandato de 2016. Para o vice de futebol - que chegou a ser diretor da base na gestão anterior a de Pedro Abad - as contratações realizadas ano passado não foram boas.
- O Peter fez um excelente trabalho nos três primeiros anos de gestão, pelo menos na minha área. Ele fez uma reestruturação enorme dentro do clube. E hoje muito do que a gente está colhendo na base devemos a ele. Mas ele pecou muito no segundo mandato, principalmente no último ano, quando ele fez algumas contratações de caráter técnico muito duvidoso e ruim. Foram contratos caros e que a gente fica amarrado. 

Além da crítica em algumas contratações de jogadores com vínculos longos, Veiga também relata que a atual diretoria encontrou o clube em um "caos total". Segundo ele, a reestruturação financeira que está sendo realizada por Abad e seus dirigentes deveria ter sido feita assim que a Unimed decidiu deixar de patrocinar o Tricolor, no fim de 2014 (também na segunda gestão de Peter).
- Sabíamos que os dois primeiros anos dessa gestão seriam muito difíceis pelo o que encontramos no futebol. O que o Abad está fazendo deveria ter sido feito há muito tempo, quando perdemos a Unimed. Só que fazer isso não é para qualquer um. Essas medidas são antipopulares, que expõem muito ele e a maioria dos presidentes não quer fazer isso. O cara que entra lá quer ser campeão, ficar de bem com a torcida e isso é feito a qualquer custo. E esse "qualquer custo" deixou a gente na situação que estamos hoje. A gente encontrou o clube em um caos total.
                                          Peter Siemsem apoiou Pedro Abad na sua sucessão

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Em áudio, vice do Flu relata drama: "Grande com receita de Atlético-GO

Em áudio, vice do Flu relata drama: "Grande com receita de Atlético-GO"... - Veja mais em https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/10/03/em-audio-vice-do-flu-relata-drama-grande-com-receita-de-atletico-go.htm?cmpid=copiaecola

Fonte: UOL LÉO BURLÁ
Em áudio vazado por um grupo de Whatsapp, Fernando Veiga, vice-presidente de futebol do clube, expôs a realidade financeira do clube. Em tom sereno, Veiga relatou o drama do dia a dia do clube, que não tem poder nenhum de fogo para investir. A conversa foi enviada em um grupo de tricolores um dia após a derrota por 1 a 0 para o Grêmio. "A gente não tem dinheiro para pagar salário de R$ 20 mil. Há um mês, corremos atrás de volantes e zagueiros medianos qe pediram 250 mil para jogar pelo Fluminense. Como é que a gente paga isso? Nossa receita é baixíssima. A gente tem receita de time pequeno, de Atlético-GO. Nós somos time grande, um time enorme, um dos maiores times do mundo, mas a gente hoje tem receita de time pequeno", relatou.
O dirigente, que trabalhou nas divisões de base na época da gestão de Peter Siemsen, elogiou o trabalho que o ex-dirigente fez em Xerém, mas falou dos equívocos cometidos por Siemsen em sua gestão.
"Ele pecou muito no segundo mandato, principalmente no último ano. Foram feitas contratações de caráter técnico muito duvidoso, contratos caros e longos que nos deixam amarrados. Não gosto de ficar justificando o passado para pensar que estamos justificando o fracasso do presente, mas isso é inevitável, os números estão aí. São milhões e milhões de déficit acumulado, jogadores com contrato de quatro, cinco anos com remuneração progressiva. Jogadores que não têm a mínima condição de jogar e que atrapalham à medida que a gente não tem como se reforçar", contou Veiga. O vice-presidente disse crer que o Flu tem um bom time, mas não um bom elenco. Ainda assim, reafirmou sua confiança em Abel Braga e disse que está cobrando a cúpula de futebol 

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Fernando Veiga não é mais vice-presidente de futebol do Fluminense


Fonte: Globoesporte.com
Um dia depois de ter um áudio vazado, no qual comenta que o Tricolor tem receita de clube pequeno, o dirigente foi exonerado do cargo pelo presidente Pedro Abad. Fernando Veiga, no posto desde o começo da atual gestão, não é mais dirigente do clube. Decisão foi tomada pelo presidente Pedro Abad. Grupos políticos pediam troca dada a má fase no BrasileirãoA saída de Veiga foi oficializada pelo Flu, na manhã desta quarta-feira, em nota oficial, pouco depois da reportagem do GloboEsporte.com. A má campanha no Brasileirão, competição na qual o time das Laranjeiras é o 16º colocado, com um ponto à frente da zona do rebaixamento, fez com que diversos grupos políticos também pedissem a exoneração. Veiga foi comunicado da decisão na madrugada desta quarta. Ela ocorreu após uma reunião de Abad com a Flusócio, grupo político do presidente. O mandatário, aliás, vai acumular a função de vice de futebol, medida adotada por Peter Siemsen em 2013. O grupo político Base chegou a indicar Ricardo Tenório, que concorreu como vice na chapa de Mário Bittencourt na última eleição, para o cargo. O GloboEsporte.com tentou ouvir Veiga, mas ele preferiu não se manifestar. O próximo compromisso tricolor será apenas no dia 12 de outubro, contra o Flamengo, às 17h (de Brasília), no Maracanã.
Confira a nota oficial do Fluminense:
O Fluminense Football Club informa que Fernando Veiga não é mais o vice-presidente de futebol. O clube agradece pelos serviços prestados. Enquanto um novo nome não é definido para a pasta, o presidente Pedro Abad acumula o cargo.
Além da nota oficial no site do clube, o presidente Pedro Abad publicou um texto no Facebook na conta de sua campanha para a presidência tricolor.
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 PARREIRA NEGA PROPOSTA PARA ASSUMIR CARGO  NO FLUMINENSE

Fonte: Flunômeno 11/ de Outubro de 2017
Carlos Alberto Parreira, segundo informações, NEGOU o convite do presidente Pedro Abad para ser o novo vice presidente de futebol do Fluminense, para assumir o lugar de Fernando Veiga, demitido após expor em áudio situação alarmante dos bastidores do Fluminense. Segundo Parreira, muitos compromissos até o ano que vem atrapalhariam sua função no Fluminense.
 


Em áudio vazado por um grupo de Whatsapp, Fernando Veiga, vice-presidente de futebol do clube, expôs a realidade financeira do clube. Em tom sereno, Veiga relatou o drama do dia a dia do clube, que não tem poder nenhum de fogo par... - Veja mais em https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/10/03/em-audio-vice-do-flu-relata-drama-grande-com-receita-de-atletico-go.htm?cmpid=copiaecola
Sem vitórias há cinco rodadas no Campeonato Brasileiro, o Fluminense vê a zona da degola mais de perto e as cobranças [e também as explicações] aumentam. Em áudio vazado por um grupo de Whatsapp, Fernando Veiga, vice-presidente... - Veja mais em https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/10/03/em-audio-vice-do-flu-relata-drama-grande-com-receita-de-atletico-go.htm?cmpid=copiaecola

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Administração Pedro Abad é avaliada parte II


Jornalista divulga e-mail em que Abad critica Peter: “Mente, não é firme, irrita”

Candidato criticou presidente em 2014
Fonte: NET FLU   em 04/11/2016

Lauro Jardim, colunista do jornal “O Globo” divulgou um trecho de e-mail que Pedro Abad teria enviado para seu grupo, a Flusócio. A data é de 15 de setembro de 2014 e o candidato da situação, hoje apoiado por Peter Siemsen, diz que o presidente do Fluminense é mentiroso.
— (…) de fato, ele mente, não é firme, irrita. É difícil explicar as mentiras sendo ditas como se fossem verdades (…)
Abaixo o e-mail postado na página do jornalista no site de O Globo:

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Fluminense briga contra o rebaixamento no Brasil e na Eslováquia