Teixeira admitiu que a juventude do elenco
pode estar pesando. Não bastasse o alto número de jogadores sem tanta
experiência, Abel tem de conviver com inúmeros problemas de ordem médica
no ano.
"Foi feita uma reformulação do elenco do ano
passado. Com isso, ficamos com um elenco muito jovem, longe do que
consideramos ideal, mas que mesmo assim apresentou um bom futebol no
primeiro semestre. Para piorar a situação, tivemos um ano atípico com
lesões do Scarpa, Sonorza, a doença do Douglas, lesões graves como a do
Calazans, do Pierre, do Gum, do Luiz Fernando, do Marquinho, fora outras
como a do Luquinhas, do Reginaldo e do Henrique", disse ele.
Depois
do tropeço em Porto Alegre, o Flu ganhou folga de dois dias e retoma os
trabalhos nesta quarta-feira. A equipe terá um bom tempo livre de
ajustes até o clássico diante do Flamengo, dia 12 de outubro.
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Fonte: LANCE Matheus Dantad 30/09/2017
Quando os resultados não
acontecem em campo, surgem os questionamentos sobre o planejamento do
clube. As cobranças feitas à diretoria do Fluminense fizeram Fernando
Veiga, VP de Futebol, sair em defesa do trabalho realizado na gestão de
Pedro Abad, eleito presidente do clube em novembro de 2016.
O
dirigente evitou falar em "herança maldita", mas lembrou que a atual
diretoria recebeu um clube em dificuldade financeira e com um elenco
cuja reformulação era necessária (relembre as chegadas e saídas abaixo).
Para Veiga, os obstáculos encontrados pelo Fluminense
em 2017, em campo, já eram esperados e o planejamento traçado pela
diretoria será mantido.
- Tem aquela coisa de engenheiro de obra
pronta: é fácil falar agora. Temos um planejamento, desde o início do
trabalho, que sabíamos que seria difícil. A capacidade de investimento
era praticamente zero e montamos o time dentro dessa realidade. Um time
jovem, calcado em algumas peças experientes do ano passado - disse.Para
Fernando Veiga, a queda de rendimento do time de Abel Braga no segundo
semestre pode ser explicada por uma série de fatores. Dois dos motivos
citados pelo vice-presidente de futebol foram as graves lesões sofridas
por nomes importantes do elenco, como Sornoza, Scarpa, Henrique e
Douglas, além do interesse de outros clubes, europeus e brasileiros, em
jovens valores. As frustradas negociações de Wellington Silva, reprovado
nos exames médicos do Bordeaux, e de Wendel, que esteve na mira do PSG,
foram exemplos deixados nas entrelinhas pelo dirigente. Apesar disso,
Veiga demonstrou confiança no trabalho de Abel Braga, que, aos poucos,
vem ganhando alternativas para escalar o Tricolor.- É um somatório de
várias coisas que faz hoje o Fluminense estar nessa situação. Aconteceu
de tudo esse ano. Felizmente estamos recuperando jogadores nesta reta
final, mais experientes que podem encorpar o time. São nomes cascudos
que dão suporte para os jovens - analisou o VP de Futebol.
AS CHEGADA E SAÍDAS DO FLUMINENSE NA GESTÃO DO PRESIDENTE PEDRO ABAD:
Dispensa, vendas ou empréstimos:
Osvaldo (A), Maranhão (A), Danilinho (A), Giovanni (LE), William Matheus (LE), Cícero (V), Wellington Silva (LD), Edson (V), Danielzinho (M), Felipe Amorim (M), Claudio Aquino (M), Dudu (M) e Richarlison (A)
As contratações:
Lucas (LD), Sornoza (M), Orejuela (V), Robinho (A), Richard (V), Romarinho (A) e Marlon (LE).
Os Moleques de Xerém (retorno de empréstimo ou vindos das categorias de base):
Frazan
(Z), Reginaldo (Z), , Mascarenhas (LE), Marlon Freitas (V), Wendel (V),
Luquinhas (M), Luiz Fernando (V), Peu (A) e Matheus Alessandro (M).
Confira outras respostas de Fernando Veiga:
Confrontos com o Flamengo, na Sul-Americana, serão no Maracanã?
A
gente está conversando com a direção do Flamengo. Ainda não estão
definido como será o modelo. O que posso dizer é que vamos exercer o
nosso mando e jogar no Maracanã. O mando deles, não sei. Também não sei
como vai ser a divisão de torcida.A briga do Flu na reta final de temporada será contra a zona do rebaixamento?
A
gente está em uma situação que preocupa, claro. São três pontos da zona
de rebaixamento. Mas temos peças importantes que vão retornar. A partir
do jogo contra o Grêmio, vamos retomar a luta para deixar o clube em
uma posição que merece. Como o departamento de futebol trabalha para
que a pressão não atrapalhe os jovens atletas do Fluminense caso o time
entre na zona de rebaixamento?
É claro que a situação afeta os
jovens. Mas como temos um treinador campeão, vitorioso e que passou por
tudo no futebol... Confiamos no Abel. Ele é muito respeitado pelo grupo.
Assim, a gente consegue interferir no momento em que o emocional pode
ser afetado. É difícil para qualquer clube. Quando se entra na zona, a
pressão é enorme.

Fernando Veiga, Vice presidente de futebol do Fluminense
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Mário Vitor critica Abad e a Flusócio: “Seita de amadores”
Neto de Nelson Rodrigues diz que Abad presidente do Flu é de "bater a cabeça na parede"
Fonte: NETFLU 30/09/2017
Um dos fundadores da torcida Legião Tricolor em meados da década
passada, e do extinto Pavilhão Tricolor, grupo político de oposição,
Mário Vitor Rodrigues falou à Rádio Globo sobre a política do
Fluminense. Segundo o neto de Nelson Rodrigues, colunista de “O Estado
de São Paulo”,
o clube é gerido de forma amadora. Ele critica Pedro Abad
e outros componentes da Flusócio.
–
A Flusócio, que toma conta do Fluminense, comanda o Fluminense já
há alguns anos, é uma seita de amadores. É um grupo de abnegados que
tomou conta do clube e aí cria essa coisa de torcida que canta mesmo na
derrota. É de uma imbecilidade atroz esse negócio. O torcedor precisa
ter capacidade de vaiar e ser crítico. Senão vira seita.
A Flusócio
tomou conta do clube na política e na arquibancada. Inclusive líderes de
torcida tem cargo dentro do Fluminense. É uma promiscuidade atroz. Se
tudo der certo, o clube não vai cair. Mas briga para não cair, isso não
tem a menor dúvida. Tomara que consiga chutar o Flamengo na
Sul-Americana, mas não é favorito. E o ano é triste, patético. Eu
gostaria muito de ser aquele cara ignorante, mas eu conheço essa galera
toda. Pedro Abad presidente do Fluminense é de bater a cabeça na parede.
É enlouquecedor. É uma molecada amadora, sempre foi. Estava do meu lado
na arquibancada. Peter é um factoide criado. Botafogo, Flamengo, Vasco,
como o sarrafo da maioria dos clubes é a velharia que toma conta do
conselho deliberativo, então qualquer cara mais novinho e bem sucedido,
entre mil aspas… O Peter foi isso. A Flusócio foi inteligente. Mas Pedro
Abad, Fernando Veiga, Rogério Félix, Danilo Félix…é uma molecada que
tinha que estar na arquibancada e já fazia errado. O Fluminense é a
revolução dos bichos. Tomara que passe os próximos anos sem cair, já vai
estar bom demais. Considerar os acertos do Abad é esquecer que o Abad
vem dessa mesma galera. É do grupo, do partido, da tua galera! É uma
coisa meio esquizofrênica separar o Abad desse pessoal. Esse descalabro
financeiro do Fluminense, o Abad só era o comandante do conselho fiscal
na gestão Peter Siemsen. Na boa…
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Celso Barros critica Pedro Antônio e detona Abad: “Não fez absolutamente nada”
31/05/2017 Canal FluNews
Candidato à presidência do Fluminense na eleição do ano passado, vencida
por Pedro Abad, Celso Barros
não economizou críticas ao mandatário
tricolor. Em entrevista à “Rádio Mais Esportes”, o ex-presidente da
Unimed admite a necessidade de vender jogadores, para ‘fazer caixa’, mas
reclama duramente da atual gestão.
– Eu seria leviano se fosse condenar essa posição. O Flu,
evidentemente, precisa fazer caixa, vender atleta. O que me surpreende é
a falta de ousadia em pensar maior. Tem que vender um ou dois atletas,
ótimo, mas
pensar que Samorin e base vão resolver os problemas do
Fluminense, acho que não. A base não vai ganhar título numa competição
com esse nível. Na minha opinião, esse Brasileiro se mostra extremamente
difícil. Outra situação que a gestão Abad não colocou, eu tenho as
minhas restrições à gestão do Peter, mas na realidade quem programou a
vinda de Orejuela e Sornoza foi Peter. Ou seja,
Abad, até o momento, não
fez absolutamente nada. Pegou esses jogadores que o Peter trabalhou,
comprou e não fez nada. Ele está lá sentado, chorando, sem patrocínio e
não pode fazer nada. É meio desesperador torcer para um clube em que o
presidente coloca como “não tem jeito” – declarou.
Peter Siemsen, enquanto ocupava o cargo maior do clube, afirmou
diversas vezes que o Centro de Treinamento receberia o nome de Celso
Barros. Depois, mudou de ideia e resolveu fazer uma votação, para que os
torcedores escolhessem como o local seria batizado.
No fim, decidiu
homenagear Pedro Antônio, que ajudou a custear os gastos da obra.
Barros, questionado se guardava mágoa desta situação, negou qualquer
chateação, porém julgou a postura eleitoreira do vice de projetos
especiais.
– Não ficou mágoa. O Peter disse que teria o meu nome e depois ele
mudou.
E o seu Pedro Antônio recebeu no CT. E ele foi lá na fila da
eleição dizer que se não votassem no Abad ele pararia as obras do CT.
Depois, o Abad não pagou e ele parou as obras. Esse é o Pedro Antônio.
Ele mentiu para os eleitores lá, que estavam na fila.
O Abad venceu e a
obra parou. O Fluminense não tem dinheiro.
O doutor, ainda, ironizou a proposta de construir um estádio próprio.
– Na campanha eu falei que isso não existia na minha opinião. O
Fluminense estava devendo imagem há não sei quantos meses. O presidente
vem a público dizer que não tem como trazer jogador, que não pode fazer
nada, mas como pode construir estádio? (risos) Parece que foi uma
situação usada em campanha e o Fluminense teria muita dificuldade para
fazer a história de estádio. Vamos trabalhar agora e ver o que é
possível para que o Fluminense possa fazer um ano melhor. Torcedor quer
conquistas. Quer ganhar Estadual, Brasileiro… essa Primeira Liga não tem
muito valor. Eu sempre brinquei que ninguém liga. É um torneio que
parece que volta no final de agosto, os times jogam com equipes
reservas… vamos ver – finalizou.
Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.
Celso Barros durante seu lançamento de campanha, em 2016
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O QUE É A FLU SÓCIO?
Fluminense lança novo plano Sócio Futebol: Tricolor de Coração
Plano é um pedido da torcida e tem uma série de benefícios para o torcedor tricolor
O torcedor do Fluminense é 100%. Por essa razão o clube volta a
disponibilizar um plano sob medida para o torcedor mais apaixonado:
Tricolor de Coração. Um plano voltou cheio de novidades e que era um
pedido do torcedor, que a gestão faz questão de tornar realidade.
•100% de desconto na compra do ingresso
•Ingresso carrega direto no cartão ingresso
•Prioridade na compra do ingresso
•Direito a voto para Presidente do Clube após dois anos de associação*
•Desconto na Rede de benefícios
•Desconto no Movimento Por Um Futebol Melhor
•Participação em promoções e experiências exclusivas
•10% de desconto nas lojas físicas oficiais.
•Após 3 meses, sócio ganha camisa + certificado + muda da SOS Mata Atlântica
•Após 6 meses, foto na sala de troféus + CTPA + site
•Após 12 meses, você ganhará uma camisa oficial do Fluminense FC
Acreditando
na força de sua torcida, o Fluminense já anunciou que vai jogar todas
as partidas que restam do ano de 2017 no Maracanã, e agora quer ser
abraçado com um plano de Sócio Futebol dos mais atraentes. Como diz a
campanha: ”Tricolor de verdade, abraça o Fluminense. #AbraceoFlu
*Adesões até 31 de outubro de 2017
** Os novos benefícios são válidos até 31/12/2017
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Diretor reconhece parcela de culpa da Flusócio, critica Abel e postura do time
Danilo Felix é um dos homens de confiança de Pedro Abad
Fonte: NETFLU 02/10/2017
Ocupando a 15ª posição no Campeonato Brasileiro, o Fluminense vive
momento conturbado dentro e fora dos gramados. Considerado um dos
líderes da Flusócio, além de
homem de confiança do presidente Pedro
Abad, o diretor de tecnologia de informações do clube,
Danilo Felix, fez
duras críticas através de sua conta pessoal no Twitter.
Sem aliviar a barra,
até mesmo, do grupo político do qual faz parte,
Danilo destacou que ninguém da sustentação à gestão vai se ficar se
escondendo.
Respeitados dentro do Fluminense, Danilo Felix (à esquerda) e Pedro Abad
(à direita) são duas das principais figuras da Flusócio (Foto:
Reprodução Facebook)