terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Grupos políticos do Flu brigam internamente por votos antes de sessão do impeachment

Fonte: NETFLU 18/12/2018
Votação está marcada para o dia 20, na próxima quinta 
O Fluminense terá uma semana decisiva antes de fechar o ano. Isso porque no próximo dia 20, quinta-feira, será votado o impeachment de Pedro Abad e o Conselho Deliberativo do clube decidirá se o mandatário seguirá ou não no cargo para 2019. Com o clube dividido, os grupos de situação e oposição se movimentam internamente na busca por votos antes da sessão.
O Estatuto do Tricolor diz que é necessário um mínimo de 150 conselheiros presentes para que a reunião seja iniciada. Sendo assim, os membros da situação se dividem em estar presentes e usar da maioria de votos para encerrar o processo e adiantar o planejamento de 2019, ou esvaziar a sessão para não permitir que a votação seja realizada, o que adiaria ainda mais a resolução do caso.Já entre os opositores, a busca é pelo número de 150 conselheiros presentes para assinar o livro de presença. O caminho dessa corrente tem sido buscar membros da Flusócio e Esportes Olímpicos que estão insatisfeitos com a gestão do clube. O clima de indecisão e de tensão toma conta dos Laranjeiras e, por conta disso, o planejamento para 2019 visando a chegada de reforços e o anúncio do novo técnico ainda não saiu da estaca zero.


Impeachment no Flu: grupos travam guerra fria por votos antes de sessão

Prioridade entre situação e oposição é saber se terá quórum suficiente para a reunião. Caso pleito ocorra, briga interna é para convencer os conselheiros a mudarem de lado

Fonte: Marcello Neves
 Lance 
O Fluminense vive uma semana decisiva para fechar o ano: o impeachment de Pedro Abad será votado no próximo dia 20 e o Conselho Deliberativo irá decidir se o mandatário seguirá no cargo ou será deposto. Com o clube dividido e o caos político tomando conta do ambiente, os grupos de situação e oposição se movimentam na busca por votos e uma "guerra fria" é travada nos bastidores. Quando Pedro Abad foi democraticamente eleito presidente do Fluminense, em 2016, foi estabelecido que o próprio teria 200 membros do Conselho Deliberativo por ter tido mais que 50% dos votos totais. Mario Bittencourt, derrotado na eleição em segundo lugar, ficou com apenas 15 nomes do pleito. Entretanto, de lá para cá, as brigas políticas foram minando esse cenário. Antes fiel escudeiro, Pedro Antônio marcou idas e vindas entre apoio e críticas a Abad. Outra rachadura importante ficou marcada com o grupo 'Unido e Forte', ligado a Cacá Cardoso, antes vice-presidente e que rompeu ligações em maio deste ano. Se antes a coalização de apoio dominava o Conselho, pelo menos 110 membros romperam com a gestão. Atualmente, 215 conselheiros estão aptos a votar. Então, a guerra fria entra em cena: a busca por votos. O Estatuto do clube diz que é necessário um mínimo de 150 conselheiros presentes para iniciar a reunião. Os membros da situação se dividem em dois pensamentos: estar presente e usar de sua maioria para encerrar o processo e adiantar o planejamento da temporada, ou esvaziar a sessão e não permitir que o pleito seja realizado - o que adiaria a resolução do caos político.  
"§ 8º – Nas reuniões extraordinárias expressamente convocadas para deliberar sobre pedidos de Impedimento do Presidente do FLUMINENSE, a matéria só será apreciada com quórum de 150 (cento e cinquenta) Conselheiros. O Impedimento só será aprovado se obtiver, em escrutínio secreto, os votos favoráveis de, pelo menos, 2/3 (dois terços) do número das assinaturas no Livro de Presença",
diz o Estatuto. Entre os opositores, a busca é por conselheiros presentes para completar os 150 necessários para assinar o livro de presença. O caminho está sendo buscar os "outros", membros da Flusócio e Esportes Olímpicos que estão insatisfeitos e aqueles que não tem ligação direta com grupos políticos. No melhor cenário, o impeachment seria aberto na sessão esvaziada e a maioria opositora votaria contra o atual presidente. O clima até então é de certa tranquilidade na base de apoio de Pedro Abad, pois sabem que ainda são maioria mesmo com a quebra de parcerias. Os Esportes Olímpicos também já manifestaram contra o impeachment, o que aumenta a margem de segurança. A busca de ambos os lados está nos indecisos, esse talvez seja o ponto central do impeachment.


Pedro Abad cogita renúncia e analisa opções antes de impeachment

Atual presidente do Fluminense está pressionado internamente e pode renunciar ao cargo. Votação para impeachment está prevista para acontecer no próximo dia 20

Fonte: LANCE 14/12/2018
Como o Lance havia antecipado, a saída de Pedro Abad, do Fluminense, pode acontecer ainda este ano. Informações de bastidores dão conta de que a reunião no próximo dia 20, a pedido da oposição sobre um relatório que aponta gestão temerária, pode marcar o impeachment do presidente. Entretanto, o 'UOL Esporte' trouxe a informação de que o mandatário analisa cenários para renúncia, o que foi confirmado pelo LANCE!.

As manobras políticas dentro do clube apontam para a saída do dirigente. Até membros da situação já admitem ser difícil a permanência de Abad no comando do Tricolor em 2019. Entre os opositores, a saída é tida como necessária para sobrevivência do clube na próxima temporada. A renuncia, antes claramente descartada, passou a ser considerada como possibilidade. Pressionado internamente, Abad já cogita a renuncia para uma saída honrosa. A votação para decidir o impeachment do presidente seria realizada no próximo dia 20 de dezembro. No início do mês, o presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Leite, emitiu a convocação aos conselheiros do clube para comparecimento na sessão e divulgou o relatório da Comissão para Assuntos Disciplinares favorável ao processo.Caso Abad sofra o impeachment, o estatuto do Fluminense indica que o presidente do Conselheiro Deliberativo tem 45 dias para convocar uma nova eleição. Após definido o novo presidente, terá o comando até o final de 2019, quando será realizada um novo pleito para definir o sucessor para comandar o clube no próximo triênio.  Entretanto, em caso de renuncia, quem deveria assumir seria o vice-presidente Cacá Cardoso, que deixou o clube em abril e atualmente faz oposição a Pedro Abad. Com isso, não há uma definição clara e as situações para uma transição estão sendo tratadas internamente.

Assessoria nega possibilidade de renuncia

Ao contrário do que foi noticiado pela imprensa, o presidente do Fluminense Football Club, Pedro Abad, não irá renunciar ao seu cargo. O planejamento do clube para 2019 segue em andamento e as novidades serão anunciadas em breve, inclusive o treinador.


Críticas a Abad e planos para o Flu: oposição reúne ideias visando eleição

Mário Bittencourt, Celso Barros e Ricardo Tenório realizaram reunião aberta ao público para debater soluções para o futuro do Fluminense
Fonte: LANCE 14/12/2018
 Com o período eleitoral se aproximando no Fluminense, os principais nomes da oposição começam a se reunir e planejar os seus planos para o futuro do clube. Convidados pelo grupo 'Tricolor de Coração', Mário Bittencourt, Celso Barros e Ricardo Tenório realizaram uma reunião aberta nesta quinta-feira, em Botafogo, com o tema de "reunir ideias" para 2019. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes no salão para acompanhar o debate. Nas redes sociais, a palestra atingiu mais de três mil visualizações. Mário foi quem teve um destaque maior por ser o palestrante e falou por mais tempo durante o seu discurso. O trio destacou que a ideia é realizar uma "junção de ideias" e que ainda não tinham definido quem estaria à frente da chapa. Entre os assuntos que arrancaram aplausos, utilizou-se de uma fábula para falar sobre as promessas de construção de estádio e revitalização das Laranjeiras. Segundo o advogado, "é preciso consertar a casa antes de fazer investimentos". Ou seja, apesar de também sonhar com estádio próprio e jogos em casa, antes é preciso resolver problemas como atrasos salariais e pagar planos de saúde para os funcionários.  - Situação do presidente, até do ponto de vista pessoal, beira a insustentabilidade, pelo que vi no Maracanã, nos últimos jogos. Mas isso é um sentimento pessoal. O processo de impedimento é muito técnico. Como não sou conselheiro, não tenho a possibilidade de discuti-lo tecnicamente. Ele não tem nem pessoas em volta dele que faça um cinturão de proteção. Hoje ele é um cara isolado - declarou Mário. Outro momento forte foi de críticas a gestão de Peter Siemsen e Pedro Abad. Relacionado ao ex-presidente, Mário lembrou da venda de Fred para o Atlético-MG e do espanto do advogado do clube mineiro ao ver o descaso com as Laranjeiras. Quando ao segundo, críticas ao modelo de gestão e também ao Projeto Samorín. - Não sou conselheiro. O impeachment tem lá as suas justificativas, mas é um processo doloroso. Seja através do impeachment, da renúncia ou de uma outra solução, entendo que esse momento, politicamente, não tem mais sustentação - declarou Tenório. Ricardo Tenório e Celso Barros falaram mais sobre questões técnicas relacionadas ao Fluminense, como finanças e empreendedorismo. O primeiro destacou a necessidade do aumento de receitas para investimento no futebol, enquanto o segundo bateu na tecla da falta de credibilidade do Fluminense no mercado e pediu a saída de Abad. - Não tem jeito do presidente permanecer em 2019. Seja via impedimento ou pela renúncia, ele faria um grande bem ao Fluminense se entendesse a situação - e temos a informação que ele já está entendendo isso - e pudesse sair. Teria que ter uma solução rápida, tem que mudar estatuto? Muda. O que não pode é o Fluminense morrer. O Fluminense está morrendo. Não há credibilidade nesse grupo para fazer mais nada, a não ser uma gestão horrorosa no futebol - declarou Celso.




Abad não comparece, e planejamento de futebol de 2019 não é apresentado

Presidente e o vice de futebol, Fabiano Camargo, não comparecem à reunião. Foi a segunda tentativa de que o plano de futebol para a próxima temporada fosse apresentado
 Fonte: LANCE 13/12/2018
O plano de futebol do Fluminense para 2019 segue sem ser apresentado. O presidente Pedro Abad, e o vice de futebol, Fabiano Camargo, não compareceram à reunião do Conselho Deliberativo, nesta quinta-feira, nas Laranjeiras, que tinha como ideia realizar a exposição do planejamento para a próxima temporada. Porém, a ausência do mandatário e do VP adiaram a apresentação. Ambos alegaram questões pessoais. 
 No último dia 29 de Novembro, houve a primeira tentativa de que o planejamento de futebol fosse apresentado.  Entretanto, apenas 40 conselheiros compareceram - nenhum integrante da Flusócio, principal grupo político de apoio à atual gestão. Com isso, a reunião foi adiada. Outro motivo que resultou na não-apresentação dos planos para a próxima temporada naquela ocasião foi o clima vivido pelo Fluminense nas últimas semanas. Além da eliminação na competição internacional, o Tricolor jogaria a última rodada do Campeonato Brasileiro, contra o América-MG, com chances de ficar na zona de rebaixamento. 


Abad tentará impedir votação do impeachment na Justiça Comum

Fonte: NETFLU  17/12/2018
O processo de impeachment contra o presidente do Fluminense, Pedro Abad, vai parar na Justiça comum. De acordo com o jornal O Globo, após ter o pedido de anulação da votação, que está marcada para o próximo dia 20, quinta-feira, negado, o advogado do mandatário tentará por outros meios alcançar o objetivo e entrará, nesta terça, com um pedido de liminar para suspender a sessão.
Na última sexta, o advogado de Abad encaminhou a Fernando César Leite, presidente do Conselho do Fluminense, argumentos que colocam em suspeita a forma como o processo foi conduzido. Para Fernando, no entanto, todas as questões foram tratadas nas fases anteriores do processo e não há margem para dúvidas ou parcialidades.– Recebi a resposta do Fernando, embasada, negando o pedido. Porém, entendo que temos argumentos para questionar na Justiça. Amanhã (terça-feira) vou entrar com o pedido de liminar para suspender a sessão de quinta-feira – confirmou o advogado.

PRESIDENTE ABAD COLOCA O FLUMINENSE COMO RÉU NA JUSTIÇA

FECHOU O CAIXÃO DE VEZ
Fonte: Explosão tricolor 19/12/2018
Quando a gente pensa que já viu de tudo no Fluminense, surge o presidente Pedro Abad com mais uma aberração histórica que deve ter deixado os eternos Oscar Cox, Nelson Rodrigues, Ximbica e Careca de Talco desesperados lá no outro lado da vida.
Colocar o Fluminense como réu na Justiça foi o ato mais vergonhoso dos 116 anos de história do clube. Essa atitude do mandatário tricolor deveria ser automaticamente punida com a destituição do cargo e expulsão do quadro social do Fluminense.
Dessa vez, o presidente Pedro Abad conseguiu superar todos os limites possíveis. Onde já se viu? Presidente processar o seu próprio clube? E quem é que defende os interesses do clube nessa história maluca? Se faltava algo para comprovar que o Fluminense chegou ao fundo do poço, agora não falta mais.
É presidente que processa o próprio clube.
É a turma do Esporte Olímpico que condena a utilização da piscina olímpica, reclama de pedidos de melhorias não atendidos, deixa atletas juvenis passarem rifas no Maracanã em dia de jogo, mas que segue apoiando o presidente com a maior cara de pau do mundo.
É a Flusócio sempre aprontando das suas.
Ou seja, a politicagem dessa turma está sempre acima do Fluminense.
Nos bastidores da política, muitas especulações, mas nada de concreto. Não sei o que estão discutindo, mas a sensação do torcedor tricolor é a de que devastaram o Fluminense sem dó nem piedade.
No momento, não dá para imaginar o que acontecerá até o final do mês, mas de uma coisa nós temos certeza: não dá mais para o presidente Pedro Abad. Essa de colocar o Fluminense como réu foi para fechar o caixão de vez.
Vinicius Toledo

Celso Barros apoia antecipação das eleições no Flu: “Jogadores não querem vir”

Ex-presidente da Unimed foi candidato em 2016 e deve disputar o pleito no próximo ano

Fonte: NETFLU 17/12/2018
A crise política ferve os bastidores do Fluminense. Na próxima quinta-feira, a reunião do Conselho Deliberativo votará o impeachment do presidente Pedro Abad, que por sua vez está inclinado a renunciar do cargo. Em meio ao caos, Celso Barros, derrotado por Abad no último pleito e provável candidato à presidência em 2019, publicou nas redes sociais uma mensagem apoiando a antecipação das eleições para ‘o menor prazo possível’.
– A indefinição em relação ao futuro político do Fluminense nos coloca em enorme desvantagem em relação aos demais clubes da série A. Técnicos não querem treinar o nosso time, jogadores não querem vir jogar aqui. Isso só poderá mudar com a antecipação das eleições gerais para o menor prazo possível feita pelo presidente do clube. Enquanto isso o Flu agoniza – publicou.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Grupo Esportes Olímpicos é contra o Impeachment do presidente Pedro Abad

Fonte: Flunômeno
Eu te pergunto: o que os Esportes Olímpicos contribuem de bom para o Fluminense?! Eles estão apoiando Pedro Abad, mesmo com essa péssima gestão, no comando do Fluminense. Veja a carta.





PS: não acredito que esses caras são torcedores do Fluminense! Com certeza, não são! E vocês, o que acham disso?! Deixe sua opinião nos comentários abaixo.
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GESTÃO ABAD CAUSOU PREJUÍZO DE QUASE 30 MILHÕES COM BARCA DE JOGADORES

Fonte: Flunômeno  
 Não há dúvida alguma que a gestão Abad é a PIOR GESTÃO do Fluminense em todos os tempos! Eles continuam no processo de apequenamento do clube, e ainda por cima (não creio nisso) acham que estão fazendo um bom trabalho no Fluminense. A Flusócio foi um grupo político criado por torcedores insatisfeitos nas arquibancadas, mas que já não tem nenhuma simpatia pela torcida há tempos, perdendo toda identidade original.
Acho que a maior cagada da (péssima) gestão Abad foi a dispensa por WhatsApp de alguns jogadores do clube, no fim de 2017. Alguns deles poderiam ser negociados com qualquer clube sem trazer enormes prejuízos para o Fluminense, mas eles não fizeram isso. Preferiram mandar todo mundo embora e achar que conseguiriam pagar a rescisão do contrato. A idéia de Abad era economizar  Como essa gestão amadora e incompetente não consegue trazer receita para o clube, tentaram reduzir os investimentos em futebol numa política de "austeridade financeira" não revelada em nenhum momento na campanha presidencial de 2016.
Resultado: tiraram bons jogadores do time, o clube teve resultados pífios na gestão e a torcida sofreu o ano todo. A salvação para recuperação do Fluminense é a saída de Pedro Abad e Flusócio do poder. Mas confira só: a ideia de Pedro Abad & cia de tirar bons jogadores após saída rendeu um rombo de R$26,5 milhões, com a qual nem sei como vamos poder pagar.
Façam as contas:
Henrique: R$9,1 milhões
Marquinho: R$7,5 milhões
 Diego Cavalieri R$6,1 milhões
Wellington Silva: R$1,3 milhão
Arthur: R$ 460.149,88
  Higor Leite: R$686.436,56
  Robert: R$ 1.436.689,99
Espero que esses números sejam usados na votação do Impeachment na próxima Quinta feira. E vocês, o que acham disso?!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Portal explica como as penhoras trabalhistas prejudicam o Fluminense

Tricolor acumula cerca de R$ 35 milhões em dívidas de penhora
Fonte: NETFLU 07/12/2018
Na última segunda-feira, a Flusócio, grupo político do presidente Pedro Abad, publicou um texto sobre o balanço da temporada e argumentando sobre as dificuldades que afetaram o Fluminense durante o ano. As penhoras financeiras, que foram determinantes para a crise financeira, foi o primeiro item citado. O portal LANCE destrinchou o maior problema vivido pelo clube.A Procuradoria busca o pagamento de aproximadamente R$ 31 milhões referentes ao não pagamento de impostos no período entre 2007 e 2010. Sendo assim, 15% de toda receita ordinária que entra na conta do clube, é bloqueado. Com isso, 85% do valor total restante é o que sobra para o Fluminense.Porém, do dinheiro que sobrou, uma parte é retida por determinação judicial, podendo variar de 10% a 100% de acordo com o processo. Dependendo do acordo, o Fluminense pode até não ver o dinheiro que teria direito a receber. Atualmente, são 15 penhoras trabalhistas na conta e cerca de R$ 35 milhões em dívidas somadas.A penhora ocorre automaticamente quando o trâmite financeiro é concluído. Esse é o principal motivo para os clubes atrasarem salários. Do dinheiro que sobra para entrar na conta, ainda tem que pagar parcelas do ato trabalhista, do Profut e de outras dívidas antigas. Desde que Pedro Abad assumiu, o Fluminense já teve que pagar mais de R$ 40 milhões em dívidas antigas por meio da Justiça do Trabalho.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Reunião para votar o impeachment de Abad deve ser oficializada na quarta

Fonte: NETFLU 04/12/2018 por Paulo Brito

O presidente do Conselho Deliberativo do Fluminense, Fernando César Leite, deve convocar nesta quarta-feira a reunião que irá definir a permanência ou saída do mandatário tricolor, Pedro Abad, de seu cargo. O NETFLU apurou que a data do encontro será, de fato, o dia 20 de dezembro.
Conforme consta no estatuto do clube, após convocada Assembleia, pelo menos 150 conselheiros devem estar presentes para a abertura da votação. A quantidade mínima necessária deveria ser menor para algumas entidades políticas do Flu, uma vez que, ao todo, há 218 integrantes no Conselho. Entretanto, a letra fria do estatuto fora seguida.
É importante frisar que a Flusócio e os Esportes Olímpicos, base de sustentação do presidente Pedro Abad, reclamam de suposta falta de transparência na escolha da comissão. A reclamação, endossada pelo mandatário, no entanto, foi deferida.
Para o impeachment ser aprovado, o processo precisa de 2/3 de votos dos presentes. Os dois extremos políticos de Laranjeiras entendem que é uma marca improvável de ser alcançada.

Confira o que diz o documento que pede o Impeachment do presidente Pedro Abad: 

Flusócio faz balanço de 2018 e diz que oposição destrutiva levou ódio para a arquibancada

 Grupo explicou as dificuldades e se defendeu das críticas

Fonte: NETFLU 03/12/2018
O ano do Fluminense foi conturbado dentro e fora de campo. Nas quatro linhas, apesar de ter alcançado a semifinal da Copa Sul-Americana, o Tricolor quase foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro e escapou apenas na última rodada. Já fora dos gramados, as dificuldades financeiras foram o ‘calcanhar de Aquiles’ da gestão de Pedro Abad, que encara um processo de impeachment movido pela oposição.
Após o término da temporada, a Flusócio, grupo político que apoia a gestão do presidente Pedro Abad, fez um balanço de 2018 em seu site oficial. Na publicação, explicou as dificuldades financeiras que afetaram o Fluminense e se defendeu das críticas, além de afirmar que a oposição levou o ódio para a arquibancada.


Confira a publicação: 
“Numa era em que espalhar leviandades e fake news se tornou algo comum, a irracionalidade e o ódio propagado por uma oposição interna apenas destrutiva infelizmente se alastrou para a arquibancada, tornando-se algo dominante em nossa torcida. Como a desinformação é rotina e os resultados no futebol não estão à altura do Fluminense por conta das circunstâncias financeiras que limitam o investimento, então a beligerância ganha corpo.
Mas o ano foi de dificuldades institucionais imensas – muitas criadas por fatores externos totalmente alheios a essa ou qualquer outra diretoria. Dentre as quais podemos citar:
1) O bloqueio de 15%  de todas as receitas do clube em 2018, determinado pela Procuradoria da Fazenda Nacional (PGFN). Esta soma já superou R$ 30 milhões do orçamento previsto para este ano (lembrem-se que ficamos o ano todo brigando pra não chegar a 3 meses de atraso com esse elenco que hoje custa R$ 3,5 milhões, então esse valor representa quase um ano de pagamento em dia a todos os jogadores).
Tal bloqueio é referente à multa aplicada pela PGFN por conta do imbróglio de 2013, pois o Flu deu entrada no dinheiro da venda de Wellington Nem para o Shaktar Donetsk. A PGFN entende que o clube descumpriu uma ordem judicial que bloqueava todas as entradas de receita (cotas de TV, bilheteria, etc), mas o Fluminense alega que esta entrada específica não estava bloqueada, tanto foi assim que o dinheiro seguiu seu fluxo normal vindo do exterior até a conta do clube. É um assunto que ainda está sendo discutido judicialmente, mas pouca gente se dá conta que a quantia em 2013 foi essencial para que o clube não tivesse fechado as portas, por exemplo perdendo todos os jogadores na Justiça.
Além disso, o bloqueio de 2013 só aconteceu por conta do não pagamento de impostos e das parcelas do Timemania dentre os anos de 2007 e 2010, durante toda a gestão Horcades.
Ainda vale destacar que essa foi uma ação totalmente inesperada da PGFN, dado que nas vendas de Kennedy (2015), Gerson (2015) e Richarlisson (2017), não foi tomada qualquer atitude de penhorar receitas do clube por conta de problemas fiscais.
2) A infelicidade de jogador e clube na grave lesão no joelho do atacante Pedro, em agosto, logo após sua convocação para seleção brasileira e nas vésperas da última semana da janela de transferências. Na época, o atacante era pretendido por diversos clubes europeus  , que disputavam sua contratação e faziam o valor da provável negociação subir. O Flu negociava a venda do seu principal atleta, mas com a manutenção dele no Brasil por mais algum período. Com a lesão, o Flu ao mesmo tempo ficou sem o jogador em campo e sem a alta receita extraordinária que faria a ano financeiro terminar de maneira tranquila. Vale lembrar que naquele momento o Pedro já tinha sido artilheiro do Carioca, era o artilheiro do Brasileirão com folga e ia jogar pela seleção com perspectiva de ser até o centroavante na Copa América em 2019. A título de exemplo, se o Fluminense ficasse com valor líquido de 10 milhões de euros nessa negociação (lembrando que o Fluminense tem 50% dos direitos econômicos), seriam mais de R$ 40 milhões para o clube em 2018. Importante perceber como teria sido diferente o 2o semestre com esse elenco que custa cerca de R$ 3,5 milhões por mês.
3) A partir da não venda de um atleta na janela de agosto/2018, obviamente as dificuldades financeiras se acentuaram. Soluções alternativas foram adotadas, como negociar o atleta João Pedro, do Sub17. Nenhuma diretoria toma este tipo de atitude sem angústia, pois o jogador é uma grande promessa das divisões de base e nem jogou ainda no time principal do Flu, ou seja, no futuro pode valer muito mais. A negociação de um acordo com o Palmeiras no caso Scarpa  também ajudou a pagar duas folhas de pessoal, bem como a venda do atleta Douglas  para o Corinthians, que bancou outra. Infelizmente a não venda do Pedro colocou o Fluminense numa situação de dificuldade para fazer essas negociações, mas o risco de não concluí-las significava chegar aos 3 meses de salários atrasados e perder jogadores na justiça no trabalho.
4) Lesões longas de jogadores importantes para o elenco, como o próprio Pedro, Gilberto, Ibañez e Airton também atrapalharam o Fluminense em diversos momentos da temporada. Convocações de Sornoza para a seleção equatoriana idem, pois deixaram o time várias rodadas sem o seu principal e único jogador de armação de jogadas. Aqui também cabe uma justa crítica à formação do elenco, que ficou carente de armadores.
5) As pessoas entendem o Fluminense como uma instituição de futebol, e que apenas tem custos com este departamento. Mas o passado de dívidas exponenciais contraídas a partir da década de 90 impõe ao clube parcelamentos importantes, como o Ato Trabalhista (cerca de R$ 1,5 milhão mensais, quase R$ 20 milhões anuais) e também outros parcelamentos relevantes como o PROFUT, além de inúmeras dívidas bancárias que precisam ser pagas sob pena de penhoras diárias de caixa, e punições esportivas na FIFA, no caso de dívidas com outros clubes (as punições com a FIFA podem chegar ao ponto de impedir o Fluminense de fazer negociações com o exterior, o que seria fatal para o clube). Logo, em paralelo a manter o salário dos jogadores em dia, há diversas obrigações de grande risco para o clube que devem ser pagas ao mesmo tempo.
6) O Ato Trabalhista compreende todos os processos trabalhistas que tinham o Fluminense como réu até novembro de 2011. Com esse instrumento, o Flu acordou com o TRT-RJ o depósito de um percentual de suas receitas num fundo de credores, então a Justiça do Trabalho consegue pagá-los em ordem de execução dos processos, sem que as penhoras de caixa aconteçam simultaneamente. Mas o problema são os processos que passaram a ser conhecidos após 2011: estes não estão dentro do AT e podem bloquear recebíveis diretamente das contas do clube, a qualquer momento. Neste ano, por exemplo, o Fluminense teve dinheiro bloqueado para pagar Humberto Palma, gerente executivo do clube na gestão Horcades, que ganhava perto de R$ 80 mil mensais na década passada. Houve também bloqueios para pagar o lateral-esquerdo Dieguinho, que jogou no clube em 2009 e o zagueiro Thiago Gosling, que atuou em 2006. Tais processos e outros colocam todos os recebíveis do Fluminense em risco, prejudicando a rotina de pagamento das despesas correntes (CLT, direitos de imagem, fornecedores, prestadores de serviços etc).
7) Muitos questionam a dispensa dos atletas   Marquinhos, Diego Cavalieri, Henrique e outros, no início do ano, mas falta dizer qual seria a alternativa. Não discutimos a forma de dispensa, que foi mal conduzida, impessoal e objeto de pedido de desculpas do próprio Presidente Pedro Abad, mas a sua imperiosa necessidade. Com estes atletas, a folha do futebol era de aproximadamente R$ 7 milhões, impagável hoje para o Fluminense. Com a saída deles, a folha foi reduzida à metade, mas mesmo assim o Flu tem dificuldades para pagar. É pura matemática. Se com muito esforço conseguimos pagar até o mês de outubro com o custo futebol de R$ 3,5 milhões, então com uma folha de R$ 7 milhões teríamos perdido todo o elenco no 1o semestre (vale lembrar que as potenciais premiações do Carioca e fases iniciais da Copa do Brasil e Sulamericana são baixas para cobrir altas apostas). Alguns argumentam que poderiam ter sido realizados empréstimos, sem refletir se seria razoável pagar parte dos salários (de R$ 150 mil a R$ 200 mil reais mensais) para jogadores reforçarem clubes mais fortes financeiramente que o Fluminense. Na época, nenhum outro clube do Brasil admitia assumir sozinho os altos salários destes atletas, totalmente fora da realidade brasileira se considerarmos seus desempenhos recentes. As pessoas se esquecem que o erro sempre ocorre na hora de contratar , com negociações ruins, salários altos e contratos longos, transações realizadas por alguns que hoje se colocam como alternativa política para o Fluminense.
8) Com a mudança no padrão de custos do Maracanã, passamos a ter um match day economicamente negativo. Poucos jogos terminam com borderô no azul, infelizmente. Tal mudança foi determinada pelo TJ-RJ via liminar, acatando pedido da Odebrecht para que fossem mantidas as condições de um aditivo com prazo determinado, que valeu por apenas 2 jogos, celebrado em nov/2016 para reabrir o Maracanã, que estava fechado desde as Olimpíadas, sem previsão de reabertura. A concessionária alega desequilíbrio no contrato com o Fluminense após o Governo Sérgio Cabral ter removido do plano de negócios o edifício garagem que seria construído no lugar do Museu do Índio e o shopping que seria construído no lugar do estádio de atletismo Célio de Barros. Tais mudanças foram feitas após a concessão, impactaram a lógica do negócio e dão argumentos à Odebrecht contra o Flu, que segue lutando na Justiça. Resumindo, temos um verdadeiro absurdo em que o Fluminense “paga pelos erros do governo”. Se o Fluminense faz sua parte do contrato e o governo não faz a dele com a Odebrecht, o governo é que deveria pagar, e não o Fluminense. Dessa forma passamos de um contrato que sempre dava lucro para um que frequentemente dá prejuízo. Só para exemplificar, há meses em que o prejuízo do Fluminense se equipara ao salário de um jogador do nível do Fred. Mas infelizmente muitos optam, por oportunismo político ou desinformação, por culpar as diretorias do Fluminense (atual e anterior) numa situação em que o próprio clube é vítima das circunstâncias.
9) Alguns falam irresponsavelmente que nós da Flusócio temos “cultura de apequenamento institucional”. Talvez se esqueçam que as gestões eleitas por nós conquistaram o memorável título brasileiro de 2012, o carioca 2012, a Primeira Liga 2016, levantaram um CT, levaram o Flu à disputa de 3 Libertadores seguidas e colocaram Xerém como uma das potências nas divisões de base do Brasil. Possibilitaram ainda a abertura do clube pro torcedor, quando através de uma mudança estatutária liderada pela Flusócio foi criada a categoria Sócio Futebol, com direito a voto direto pra presidente, algo inédito no país.
Criticam o momento atual como se a opção por um time modesto fosse uma escolha da diretoria e não uma necessidade econômica institucional. Para que não reste dúvidas, a diretriz para 2018 foi contratar apenas atletas sem custos de aquisição, com teto salarial baixo e contratos curtos, pois se a maioria é aposta, então precisam antes provar seu valor para fazer contratos longos, que onerem o clube no longo prazo, algo que foi ignorado pelos gestores do futebol em contratações recentes que culminaram com as dispensas do início do ano. A Flusócio defende que seja feito o que normalmente fazemos tanto na gestão da nossas casas como no nosso próprio negócio – se o nível de receita caiu e/ou os gastos dívidas subiram, deve-se adequar a essa realidade até poder ter fôlego para retomar grandes investimentos.
10) Criticam os valores das negociações realizadas pela gestão como se fosse incapacidade negocial e não fragilidade institucional. Se esquecem que o poder de barganha não pertencerá ao Fluminense enquanto estiver precisando desesperadamente de dinheiro, endividado e frágil em suas receitas. O mercado logicamente explora isso na hora de fazer as propostas. Como comparativo vale a reflexão sobre o rival da Gávea, que só passou a auferir grandes cifras em transações de seus jogadores após atingir seu reequilíbrio econômico. Antes disso, a maior venda da história  havia sido o lateral-esquerdo Jorge, por 8,5 milhões de euros, em janeiro de 2017.
11) As críticas à falta de patrocinador master nunca avaliam o contexto que estamos inseridos desde 2014, na maior crise econômica da história do Brasil, com inúmeras empresas quebrando ou no mínimo diminuindo drasticamente seus investimentos em publicidade. Até 2016, os clubes ainda tiveram a concorrência das Olimpíadas na busca por venda de espaço publicitário. A dificuldade de mercado também pode ser conferida quando se olha para camisas rivais como Vasco e Corinthians, que também passaram toda a temporada 2018 inteira sem estampar nenhuma marca no principal espaço de seus uniformes. A CEF é a patrocinadora master para a maioria dos clubes da Série A, mas para obter dinheiro público a instituição esportiva precisa estar com os impostos em dia. Só assim se consegue as Certidões Negativas de Débitos (CNDs). Recuperá-las tem sido um objetivo da gestão Abad, que nos últimos meses pagou R$ 28 milhões em impostos atrasados.
Protestos para tentar destruir produtos institucionais como a Flu Fest e o DNA Tricolor, pregação de abandono em estádios e saída de sócios,quebra-quebra dopatrimônio   do clube, vazamentos de números de telefone, agressão no Conselho Deliberativo, invasão de treinamentos , falta constante de postura e isenção  por parte do Presidente do Conselho Deliberativo, Fernando César Leite,intimidações e ameaças  contra a vida dos nossos integrantes e nossas famílias. Infelizmente a política do clube hoje se tornou um conjunto disso tudo. Nós repudiamos este modelo nefasto de fazer oposição, que acaba afastando as pessoas da política interna e também das arquibancadas.
Alguns críticos chegam ao cúmulo de atacar patrocinadores   que chegam ao Flu para ocupar espaços menores no uniforme. Estes parceiros deveriam ser abraçados, para avaliarem aumentar seu investimento, tal qual aconteceu com a Unimed, que começou timidamente em 1999 até chegar num grande patamar anos depois. Mas parte da oposição tem atacado tudo que é feito nessa gestão, preferindo passar para o mercado o recado de que “ou já começa com investimentos no patamar da Unimed, ou vai ser atacado pela torcida”. É esse o tipo de comportamento que o torcedor espera de quem se propõe a assumir o clube?
No jogo contra o Ceará, uma mobilização que deveria ser aplaudida foi vazada para a Imprensa  , de maneira pejorativa: o esforço de premiação bancado por empresários tricolores, mesmo expediente já usado em vários clubes em momentos de dificuldades financeiras, como no próprio Fluminense, em 2017, no jogo contra a Ponte Preta (vitória por 2×0). O vazamento de esforços internos na tentativa de mitigar o problema financeiro expõe os atletas publicamente e trabalha contra o sucesso do Fluminense. Cabe ao torcedor avaliar se isso é atitude de quem deseja o bem da instituição.
Temos erros sim. As gestões que elegemos erraram ao trocar Adidas pela Dry World, mas o mesmo ocorreu com o Atlético-MG, Goiás e até com clubes da Premier League. Errou-se também na aquisição do Robinho, um investimento alto para aquele momento. Errou-se em realizar muitos investimentos simultâneos no departamento de futebol em 2015 e 2016, algo que condenou o fluxo de caixa para a gestão seguinte. Podemos citar outros erros, mas só erra quem está lá. Nós corroboramos com essas críticas.
Mas as acusações de roubo infelizmente são repetidas como mantra por pessoas sem quaisquer escrúpulos, leviandades que só encontram eco porque alguns se aproveitam da insatisfação do torcedor com o time para propagá-las.
Passado um 2018 de dificuldades imensas, o Flu ao menos conseguiu conquistar a Taça Rio, chegar à semifinal da Copa Sulamericana (3a melhor campanha da nossa história em competições CONMEBOL) e terminou em 12o lugar no brasileiro, algo que não está à altura do Fluminense, mas que ao menos foi a melhor colocação dos últimos 4 anos, mesmo trabalhando com a folha de pagamento bem inferior às demais temporadas. Também devemos lembrar que esta posição é melhor do que a alcançada pelo Flu no campeonato brasileiro em vários dos anos em que contou com o forte investimento da Unimed, tais como 2013, 2009, 2008, 2006 e 2003. Em todas estas temporadas nosso clube infelizmente também brigou contra o rebaixamento.
Em resumo, não se trata de pedir apoio à gestão, mas é fundamental o apoio do torcedor à instituição para reverter essa rotina de coadjuvante. O futebol profissional demanda investimento e quem financia qualquer clube é a força da sua própria torcida. Para reagir precisamos da união e engajamento de todos tricolores tanto dentro como fora do clube. Associação em massa, presença nos estádios e consumo constante de produtos institucionais, se for desta forma o reequilíbrio econômico virá a reboque, bem como os investimentos no time que nos proporcionarão o retorno às grandes jornadas e títulos.
#SejaSocio
#VemProJogo
#SomosFluminense”

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Fluminense derrota América MG e escapa do rebaixamento com Goleiro Júlio César como herói

Goleiro defendeu um pênalti e fez defesas de cinema para garantir o Tricolor na primeira divisão do Campeonato Brasileiro

Fonte: NETFLU 02/12/2018

Neste domingo, o Fluminense recebeu o América-MG, no Maracanã, em partida válida pela 38ª e última rodada do Campeonato Brasileiro. Em disputa, a permanência na Série A para ambas as equipes. E com gol de Richard, o Tricolor venceu por 1 a 0 e conseguiu cumprir seu objetivo, além de beliscar uma vaga na Sul-Americana de 2019. O jogo ainda teve Júlio César como herói. O goleiro pegou um pênalti no primeiro tempo e fechou a meta com defesas monumentais, sendo um dos principais nomes do Flu na partida.
Antes mesmo de a bola rolar, a torcida do Fluminense já torceu o nariz para a escalação. Com três volantes no meio-campo, a volta do centroavante Kayke e as barrações de Ayrton Lucas, Sornoza e Everaldo, a equipe não agradou a maior parte dos torcedores. No entanto, mesmo assim, os pouco mais de 35 mil presentes não deixaram de apoiar e jogar junto um só minuto desde o apito inicial, nem de acompanhar com ânsia as outras partidas da rodada que interessavam diretamente ao Tricolor pela tela do celular.
No campo, a tensão era aparente. Nervoso, o time errava passes fáceis e se mostrava intranquilo. Do outro lado, precisando da vitória, o clube mineiro foi para cima e aos 25 minutos conseguiu um pênalti quando Marlon deu o bote errado no carrinho e derrubou Aderlan dentro da área. Maracanã em silêncio. Na cobrança, Luan bateu no canto esquerdo e Júlio César se esticou todo para evitar o pior, manter o 0 a 0 no placar e explodir o estádio de alívio.
O jogo era mesmo para corações fortes. Mais uma vez Luan teve a chance de colocar o América na frente, entrando cara a cara com Júlio César, porém o goleiro defendeu de maneira heroica em saída providencial. A bola ainda resvalou em Igor Julião e Gum, na raça, tirou em cima da linha(foto abaixo) para infartar metade dos torcedores do Flu no Brasil inteiro.


Mas já dizia a máxima do futebol: “Quem não faz, leva”. Em cobrança de escanteio de Marlon, Richard subiu sozinho e cabeceou para o fundo das redes para desentalar um grito preso há 13 horas na garganta dos tricolores, 1 a 0.
Na frente do marcador, o Tricolor voltou mais tranquilo para a segunda etapa, mas ainda era ameaçado pelas subidas perigosíssimas do América-MG. Em bate rebate dentro da área, Júlio César salvou mais uma no pé da trave(foto abaixo) e continuou escrevendo seu nome como o heroi da noite.

Do lado do Flu, Luciano teve a chance de fazer o segundo e resolver partida, mas carimbou no travessão em cabeçada na entrada da pequena área e arrancou um “Uuuh!” das arquibancadas.
Nos minutos finais, o América entrou no modo desespero e foi com tudo para cima. Ao Fluminense, só restou se defender com unhas e dentes e testar o coração do torcedor, que não precisa mais fazer eletrocardiograma pelo menos por enquanto. Com o resultado, o Tricolor terminou a competição com 45 pontos, na 12ª colocação, e ainda garantiu vaga na Copa Sul-Americana de 2019. Ufa!
O Fluminense entrou em campo com: Júlio César, Igor Julião, Gum (Paulo Ricardo 24’/2ºT), Digão e Marlon; Airton (Dodi 31’/2ºT), Richard e Jadson; Marcos Júnior, Luciano e Kayke (Everaldo 16’/2ºT).