Fonte: Igor Siqueira de O GLOBO 25/03/2018
O general e
estrategista chinês Sun Tzu deixou em “A Arte da Guerra” um milenar
conselho que serve para ser aplicado na campanha que teve como desfecho o
título do Fluminense na Taça Rio: “A invencibilidade está na defesa. A
possibilidade de vitória, no ataque”. Deixando no passado a fraca
campanha na Taça Guanabara (nem às semifinais chegou), o tricolor
levantou o troféu do segundo turno sem ter perdido um jogo sequer. O
desafio derradeiro foi contra o Botafogo, que culminou com a vitória por
3 a 0, no Maracanã. Os gols do campeão da Taça Rio foram de Pedro,
Marcos Júnior e Jadson.
Na campanha do título do segundo turno, o
Fluminense mostrou que Sun Tzu tinha dose de razão porque, com uma
defesa mais aprimorada na formação com três zagueiros, levou só quatro
gols. Ao mesmo tempo, um ataque eficiente e letal, sem a necessidade de
criar muitas oportunidades (principalmente nos clássicos), balançou as
redes 17 vezes.Mas a “guerra" não acabou para nenhum dos quatro grandes
do Rio. Com a conquista tricolor, o Fluminense enfrentará o Vasco, na
quinta-feira, em uma das semifinais do Estadual. O Flu, assim como o
Flamengo — adversário do Botafogo, quarta-feira —, tem a vantagem do
empate.A final da Taça Rio foi um jogo rico, especialmente no primeiro
tempo, no qual a teoria de Sun Tzu ganhou, especialmente neste jogo, o
ingrediente da sorte a favor do Flu. Sorte porque o Botafogo foi muito
ineficaz nas várias chances que teve para balançar as redes. O
alvinegro, ao ter espaço na defesa do Flu, contou com um “luxo” ao qual o
Flamengo não teve acesso quando no clássico pela semifinal do returno.
A
etapa inicial teve um caminhão de chances alvinegras e de diversas
formas: de longe, dentro da grande área, quase na marca do pênalti, de
cabeça, com liberdade. As linhas deste texto não comportam a descrição
de uma a uma, mas vale ressaltar a participação decisiva do goleiro
Júlio César em pelo menos três das chances claras de gol do Botafogo.
No
outro lado do campo, o Fluminense colocou em prática a eficiência
ofensiva valorizada por qualquer estrategista que se preze. Se o
tricolor teve, no máximo duas chances claras de gol na etapa inicial,
foi muito. Mas uma delas teve a conclusão certeira de Pedro. Jefferson
chegou a tocar na bola, mas não impediu o gol. Quem merece muito crédito
pelo lance é o lateral-esquerdo Ayrton Lucas. O vigoroso jogador é uma
das revelações e boas surpresas do limitado elenco tricolor. Foi dele o
ímpeto para romper as linhas rivais e, contando com a ajuda de Sornoza,
deixar Pedro na cara do gol.No entanto, como admitiu o próprio atacante
tricolor, a vida ainda não estava tão fácil.— Estamos ganhando jogo, mas
estamos tomando pressão do Botafogo — disse Pedro, ao sair para o
intervalo.
GOLPE FINAL
Apesar dos
sustos sofridos no primeiro tempo, a eficácia tricolor deu as caras
novamente no segundo tempo. O primoroso passe de peito do Pedro (isso
não é um trava-língua) deixou Marcos Júnior em ótimas condições para
fazer o segundo gol. O atacante apelidado de Kuririn, um personagem do
desenho animado Dragon Ball, mostrou o poder do “Kamehameha" (o golpe
mais famoso do anime) e, assim como Pedro, chegou ao sexto gol no
Estadual.O título já estava encaminhado com o 2 a 0, mas ainda houve
outra mostra clara do peso de ser eficiente na defesa e letal no ataque.
Já aos 45 minutos, Júlio César fez grande defesa em um chute de Luiz
Fernando. Na sequência da jogada, o contra-ataque tricolor culminou com o
gol de Jadson, o terceiro da tarde.
— O Fla-Flu já
tinha sido especial. Hoje não foi diferente. Foi um grande jogo. O
Botafogo mostrou que é uma grande equipe, mas o forte do nosso grupo é a
união. Batalhamos até o final — comentou o goleiro campeão da Taça Rio.
FLUMINENSE 3 X 0 BOTAFOGO
Data e hora: 25/03/2018, às 16h (horário de Brasília)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo
Auxiliares: Thiago Henrique Corrêa Farinha e Carlos Henrique Alves
Cartões amarelo: Richard, Marcos Jr (FLU) Marcelo, Rodrigo Lindoso, Moisés (BOT)
Gols: Pedro, aos 12min do primeiro tempo; Marcos Jr, aos 11min do segundo tempo;
Fluminense
Julio
César; Renato Chaves, Gum e Ibañez; Gilberto (Léo) Richard, Jadson,
Sornoza (Douglas) e Ayrton; Marcos Júnior (Pablo Dyego) e Pedro
Técnico: Abel Braga
Botafogo
Jefferson;
Marcinho (Luis Ricardo)Marcelo Benevenuto, Igor Rabello e Moisés;
Marcelo (Rodrigo Pimpão), Rodrigo Lindoso, Marcos Vinicius (Renatinho) e
Léo Valência; Luiz Fernando e Brenner
Técnico: Alberto Valentim
sexta-feira, 30 de março de 2018
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Sem estádio fixo, Fluminense registra queda de receita com bilheteria e sócios
Tricolor, além de negociar pacote de jogos no Nilton Santos, trata com consórcio do Maracanã medidas para reduzir custo de operação de partida
Fonte: GE Hector Werlang 19/02/2018
Por motivos externos, como reformas para a Copa do Mundo e Olimpíada Rio
2016, ou internos, como escolhas mal feitas, o Fluminense não tem um
estádio fixo desde 2013, ano de assinatura de contrato com o Maracanã.
Além do prejuízo técnico ao time, o clube sofre com queda nas receitas
de bilheterias e do programa Sócio Futebol.
É por isso que o Tricolor tenta mudar o panorama em 2018.Além de negociar um pacote de jogos no Nilton Santos com o Botafogo, mantém tratativas com o consórcio para reduzir os custos do Maracanã. A
ideia, ainda em análise, é ampliar a setorização do estádio, ou seja,
só abrir espaços conforme a demanda de público.
Desta forma, as despesas com segurança, limpeza e iluminação seriam
diminuídas. Contra o Salgueiro-PE, no Niltão, por exemplo, o anel
superior esteve fechado. É o exemplo a ser seguido.
As mudanças de casa
Em 2013, ainda na gestão Peter Siemsen, o Fluminense assinou contrato
que lhe permitia atuar no Maracanã a custo zero. A temporada teve o
estádio fechado para o término da reforma e disputa da Copa das
Confederações. À época, o Nilton Santos foi interditado por conta de um
problema na estrutura do teto - seria reaberto apenas em 2015.
Receita de bilheteria
Fonte: Balanços do Fluminense (2017 é apenas até 30 de setembro)
Os anos de 2014 (apesar da Copa no Brasil) e de 2015, com mais jogos no
Maracanã, significaram maior receita de bilheteria. O grande problema
foi em 2016, temporada dos Jogos Olímpicos no Rio. Tanto o Maraca quanto
o Niltão só reabriram na reta final do Brasileirão.
Receita do Sócio Futebol
Fonte: Balanços do Fluminense (2017 é apenas até 30 de setembro)
Naquela oportunidade, Peter assinou o quarto aditivo do contrato com o consórcio. À época, o conselheiro Humberto Menezes indicou que a mudança geraria gastos extras de R$ 10 milhões. Após
disputa na Justiça, o acordo passou a regular a relação entre as
partes: aluguel de R$ 100 mil por jogo e nova divisão de despesas e
receitas. Antes disso, a casa tricolor variou entre o Raulino de
Olveira, em Volta Redonda, e o Giulitte Coutinho, em Mesquita. A Baixada
teve mais apelo popular.
O programa de sócios manteve aumento de receita de 2013 a 2015. Porém, à
medida em que o clube não manteve um local como principal para mandar
as partidas, registrou queda. Recentemente, conseguiu integrar o
cadastro dos associados, o primeiro passo para lançar novos planos.
Falta agora ter um estádio específico para atrair os tricolores.
Jogos ano a ano por estádio
| 2013 | 2014 | 2015 | 2016 | 2017 | |
| Maracanã | 16 | 26 | 27 | 2 | 25 |
| Nilton Santos | 6 | - | 2 | - | 1 |
| Raulino de Oliveira | - | 2 | 1 | 12 | - |
| Giulite Coutinho | - | - | - | 9 | 5 |
| São Januário | 5 | - | - | - | - |
| Moacyrzão | 4 | 2 | 1 | - | - |
| Moça Bonita | 2 | - | - | - | 2 |
| Los Larios | - | - | - | 2 | 3 |
| Kleber de Andrade | - | - | 1 | 2 | 1 |
| Mané Garrincha | - | 1 | - | 4 | - |
| Mario Helênio | - | - | - | 2 | 1 |
| Arena da Amazônia | - | - | - | 1 | - |
Fluminense divulga nota oficial sobre o caso Diego Souza
Fonte: Explosão Tricolor 20/02/2018
Através de sua assessoria de imprensa, o Fluminense se posicionou sobre o caso envolvendo a venda de Diego Souza para o São Paulo. O Tricolor garante que nunca abriu mão do percentual do jogador e jamais celebrou qualquer aditivo contratual. Confira a nota na íntegra:
“Desde o início do caso Diego Souza, o Fluminense tinha ciência do e-mail do diretor esportivo de futebol de base, Marcelo Teixeira, tanto que o anexou nos autos do processo uma cópia informativa que circulou apenas internamente. A versão original foi endereçada apenas ao Sr. Eduardo Uram. Nesta terça-feira, através do Escritório Bruno Calfat Advogados, contratado pelo Fluminense, o clube obteve o deferimento de liminar que determina que o pagamento das parcelas futuras devidas pelo São Paulo ao Sport seja depositado em juízo até a fim do processo. O clube, que nunca abriu mão do percentual do atleta e jamais celebrou qualquer aditivo contratual em relação aos direitos econômicos do jogador, continuará lutando para fazer valer os termos do contrato assinado com o Sport em março de 2016.”
Foto Rubens Chiri UOL Esportes
Através de sua assessoria de imprensa, o Fluminense se posicionou sobre o caso envolvendo a venda de Diego Souza para o São Paulo. O Tricolor garante que nunca abriu mão do percentual do jogador e jamais celebrou qualquer aditivo contratual. Confira a nota na íntegra:
“Desde o início do caso Diego Souza, o Fluminense tinha ciência do e-mail do diretor esportivo de futebol de base, Marcelo Teixeira, tanto que o anexou nos autos do processo uma cópia informativa que circulou apenas internamente. A versão original foi endereçada apenas ao Sr. Eduardo Uram. Nesta terça-feira, através do Escritório Bruno Calfat Advogados, contratado pelo Fluminense, o clube obteve o deferimento de liminar que determina que o pagamento das parcelas futuras devidas pelo São Paulo ao Sport seja depositado em juízo até a fim do processo. O clube, que nunca abriu mão do percentual do atleta e jamais celebrou qualquer aditivo contratual em relação aos direitos econômicos do jogador, continuará lutando para fazer valer os termos do contrato assinado com o Sport em março de 2016.”
Foto Rubens Chiri UOL Esportes
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
Abad: “A política está tentando de todo o jeito atrapalhar o trabalho”
Presidente diz que torcedores são induzidos a vaiar e xingar
Fonte: NETFLU 06/02/2018
– Uma gestão difícil, lutando contra dificuldades hercúleas e, dentro delas, acho que as coisas estejam andando bastante bem, embora os resultados esportivos não sejam os ideais – disse.
Em entrevista concedida à Rádio Brasil, o presidente Pedro Abad analisou o momento conturbado do Fluminense. O mandatário afirmou que há um movimento político que tenta atrapalhar o clube das Laranjeiras:– Temos uma diretriz de blindar o futebol de tudo que é político. Mas é impossível, a uma pessoa que viva o ambiente do clube, perceber que a política tenta de toda a maneira atrapalhar o trabalho. Aí, o torcedor tem de decidir: se quer ceder a impulsos de xingamento ou quer ver o clube cada vez melhor – afirmou o mandatário.
Fonte: NETFLU 06/02/2018
Os protestos que Pedro Abad vem recebendo nas redes sociais e
arquibancadas, na análise do presidente, tem origem na política do
Fluminense. Na opinião do mandatário, o torcedor está sendo induzido a
provocar um clima de pressão em sua gestão. Ao responder sobre como
encara o pedido de união do técnico Abel Braga, o dirigente solicitou
uma reflexão dos tricolores:
– É a voz que tem lá dentro e está analisando, né? Temos uma diretriz
muito forte de blindar o futebol de tudo que é político. Mas é
impossível uma pessoa que minimamente viva o ambiente do Fluminense não
perceber que a política está tentando de todo o jeito atrapalhar o
trabalho. E aí o torcedor tem de analisar e ver o que ele quer. Ceder a
impulsos de xingamento ou ver o clube dele cada vez melhor.
Apesar dos resultados esportivos, Abad faz avaliação positiva de sua gestão
Presidente afirma estar lutando contra dificuldades "hercúleas"
Se dentro de campo o Fluminense não vem correspondendo, fora dele
está indo bem. Essa, pelo menos, é a visão de Pedro Abad. O presidente
falou sobre as dificuldades enfrentadas por sua gestão e acredita estar
conseguindo avançar.– Uma gestão difícil, lutando contra dificuldades hercúleas e, dentro delas, acho que as coisas estejam andando bastante bem, embora os resultados esportivos não sejam os ideais – disse.
Pedro Abad cita existência de movimento político para prejudicar o Fluminense
Fonte: Explosão Tricolor 07/02/2018Em entrevista concedida à Rádio Brasil, o presidente Pedro Abad analisou o momento conturbado do Fluminense. O mandatário afirmou que há um movimento político que tenta atrapalhar o clube das Laranjeiras:– Temos uma diretriz de blindar o futebol de tudo que é político. Mas é impossível, a uma pessoa que viva o ambiente do clube, perceber que a política tenta de toda a maneira atrapalhar o trabalho. Aí, o torcedor tem de decidir: se quer ceder a impulsos de xingamento ou quer ver o clube cada vez melhor – afirmou o mandatário.
"Dissimulado, quebrou o clube": Ex jogador do Flu DETONA Peter Siemsen
Fonte: Flunomeno 06/02/2018
Peter Siemsen foi o antecessor do presidente Abad no comando do
Fluminense, dando continuidade ao (péssimo) trabalho da Flusócio no
comando do clube. Em 2013 o presidente acabou vencendo novamente as
eleições, para desastre da torcida nos anos seguintes. Um dos candidatos
na época para as eleições presidenciais era o ex jogador Deley. Por
enquanto, ele não pretende voltar a participar de alguma futura eleição,
mas chegou a criticar a forma de como foi a gestão de Peter Siemsen.
Confira.
"Eu não pensei
sobre isso (concorrer em 2019). Naquele momento quando colocamos a
candidatura, faltando 30 e pouco dias, foi para fazer um contraponto ao
Peter. Eu via as atitudes do Peter e tudo aquilo que ele falava e
pregava e explodiria uma hora, porque era mentira. Ele é dissimulado,
quebrou o clube. Eu me lembro que ocorreu uma situação muito
interessante. O coração tricolor falou mais alto. O Peter tinha 56% das
intenções de voto e eu tinha 6%. Quando chegou perto do jogo do São
Paulo (em 2013), eu tinha ido a 20%, o Peter a 41%. Quando o Gum fez o
gol, eu dei um pulo pra comemorar e a minha mulher disse: “Você está
vibrando, mas não vai ganhar a eleição”. Mas é isso. A minha
candidatura foi para fazer um contraponto. Mas está aí, tudo quebrado.
Me preocupa muito o Fluminense. O time vai jogar e dá 400 torcedores. No
jogo do Fluminense, eu estava vendo um filme. Disse para a minha mulher
que se visse o jogo iria me irritar. Acabei vendo, o coração falou mais
alto. Acompanhei e tomamos pressão da Portuguesa. Peter agora está
velejando lá no Iate Clube, onde ele gosta"
Peter Siemse. Abaixo o ex jogador e ídolo do clube Deley em 2009 sábado, 3 de fevereiro de 2018
Flu vence Macaé mas é eliminado da Taça Guanabara. Público baixo chama a atenção
O Fluminense venceu o Macaé por 1 a 0, neste sábado, em Los Larios, mas não se classificou para a semifinal da Taça Guanabara. Poucas pessoas, no entanto, deslocaram-se a Xerém para acompanhar a partida. Foram apenas 526 pagantes. A renda gerada foi de R$ 12.420,00.No total, os pagantes foram 654 pessoas. Comparando com Portuguesa x Boavista pelo mesmo grupo, o público pagante foi de 1.861 para um público presente de 2.561 e a renda foi de R$ 22.690,00.
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A partida
Fluminense 1x0 Macaé - Taça Guanabara, 5ª rodada do Grupo C - 3/2/2018 às 19h
Estádio de Los Larios (Duque de Caxias - RJ)
Árbitro: Diego da Silva Lourenço
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés e Carlos Henrique Cardoso de Souza
Fluminense: Júlio César; Renato Chaves, Gum e Ibañez; Gilberto (Robinho 25’/2T), Richard, Jadson, Sornoza (Robinho 15’/2T) e Ayrton; Marcos Júnior (Dudu 31’/2T) e Pedro. Técnico: Abel Braga.
Macaé: Luis Cetin; Marcelo, Igor, Admilton (Alex 9’/2T), Luis Felipe e Lucas Gabriel; Charles, Gedeil e Diego Sales (Maranhão 13’/2T); Neto (Matheus 36’/2T) e Pipico Técnico: Josué Teixeira.
Gol: Dudu, 43’/2ºT (1-0)
Cartões amarelos: Jadson, Matheus Alessandro (FLU); Marcelo, Lucas Gabriel (MAC)
Renda: R$ 12.420,00
Público: 654 presentes (526 pagantes)
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A partida
Portuguesa 0 x 1 Boavista - Taça Guanahara, 5ª rodada - 03/02/2018 às 19h
Estádio Luso Brasileiro (Rio de Janeiro-RJ)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa e Daniel do Espírito Santo Parro
Portuguesa: Milton Raphael; Cássio, Luan, Marcão e Diego Maia; Muniz (Alanzinho, 21'/2ºT), Jhonnatan e Maicon Assis (Philip, 14'/2ºT); Romarinho, Alexandro e Sassá (Rayllan, intervalo). Técnico: João Carlos Ângelo.
Boavista: Rafael; Thiaguinho (Thiaguinho Silva, 14'/2ºT), Gustavo, Kadu Fernandes (Vitor Faíska, 21'/2ºT) e Júlio César; Douglas Pedroso, Willian Maranhão e Erick Flores; Caio Cezar (Fellype Gabriel, intervalo), Leandrão e Cláudio Maradona. Técnico: Eduardo Allax.Cartões amarelos: Cássio, Maicon Assis e Alexandro (POR); Kadu Fernandes, Erick Flores e Vitor Faíska (BOA)
Gol: Fellype Gabriel, 37'/2ºT (0-1)
Público: 1.861 pagantes (2.561 presentes)
Renda: R$ 22.690,00
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O hit do primeiro tempo em Los Larios:
Eu não sou da Flusócio!
Eu não sou da Flusócio!
Não sou ladrão!
Não sou ladrão!
Não sou ladrão!
Fora Abad!
Fora Abad!
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A partida
Fluminense 1x0 Macaé - Taça Guanabara, 5ª rodada do Grupo C - 3/2/2018 às 19h
Estádio de Los Larios (Duque de Caxias - RJ)
Árbitro: Diego da Silva Lourenço
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés e Carlos Henrique Cardoso de Souza
Fluminense: Júlio César; Renato Chaves, Gum e Ibañez; Gilberto (Robinho 25’/2T), Richard, Jadson, Sornoza (Robinho 15’/2T) e Ayrton; Marcos Júnior (Dudu 31’/2T) e Pedro. Técnico: Abel Braga.
Macaé: Luis Cetin; Marcelo, Igor, Admilton (Alex 9’/2T), Luis Felipe e Lucas Gabriel; Charles, Gedeil e Diego Sales (Maranhão 13’/2T); Neto (Matheus 36’/2T) e Pipico Técnico: Josué Teixeira.
Gol: Dudu, 43’/2ºT (1-0)
Cartões amarelos: Jadson, Matheus Alessandro (FLU); Marcelo, Lucas Gabriel (MAC)
Renda: R$ 12.420,00
Público: 654 presentes (526 pagantes)
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A partida
Portuguesa 0 x 1 Boavista - Taça Guanahara, 5ª rodada - 03/02/2018 às 19h
Estádio Luso Brasileiro (Rio de Janeiro-RJ)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa e Daniel do Espírito Santo Parro
Portuguesa: Milton Raphael; Cássio, Luan, Marcão e Diego Maia; Muniz (Alanzinho, 21'/2ºT), Jhonnatan e Maicon Assis (Philip, 14'/2ºT); Romarinho, Alexandro e Sassá (Rayllan, intervalo). Técnico: João Carlos Ângelo.
Boavista: Rafael; Thiaguinho (Thiaguinho Silva, 14'/2ºT), Gustavo, Kadu Fernandes (Vitor Faíska, 21'/2ºT) e Júlio César; Douglas Pedroso, Willian Maranhão e Erick Flores; Caio Cezar (Fellype Gabriel, intervalo), Leandrão e Cláudio Maradona. Técnico: Eduardo Allax.Cartões amarelos: Cássio, Maicon Assis e Alexandro (POR); Kadu Fernandes, Erick Flores e Vitor Faíska (BOA)
Gol: Fellype Gabriel, 37'/2ºT (0-1)
Público: 1.861 pagantes (2.561 presentes)
Renda: R$ 22.690,00
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O hit do primeiro tempo em Los Larios:
Eu não sou da Flusócio!
Eu não sou da Flusócio!
Não sou ladrão!
Não sou ladrão!
Não sou ladrão!
Fora Abad!
Fora Abad!
Autuori diz que Abad é vítima de covardia: “Íntegro, transparente e de um caráter ímpar”
Fonte: NETFLU 02/02/2018
Dirigente atendeu aos jornalistas nesta sexta, no CT Pedro Antonio
Dirigente atendeu aos jornalistas nesta sexta, no CT Pedro Antonio
Antes de responder as perguntas dos jornalistas, Paulo Autuori fez um pronunciamento de cerca de dez minutos. O diretor esportivo de futebol do Fluminense diz que o departamento está blindado e fez muitos elogios ao presidente Pedro Abad, costumeiramente atacado por torcedores com xingamentos e ofensas nas redes sociais e nos estádios Brasil afora.
– Quero dizer ao presidente que ponho em causa meus 43 anos de carreira para afirmar que nesse tempo tive pouquíssimas pessoas como ele (Abad). Íntegro, transparente e de um caráter ímpar. Acho que o que se faz algumas vezes com pessoas do futebol é uma covardia – disse Autuori.
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Antes de reforços, Paulo Autuori defende estruturação do Fluminense
Diretor esportivo de futebol fala na importância do clube andar bem como um todo
Fonte: NETFLU 02/02/2018
Se o time de futebol do Fluminense perdeu muitos jogadores em relação ao ano passado, a reposição ainda não foi em grande quantidade. Chegaram apenas Gilberto, Jádson, Airton e De Amores (o goleiro Rodolfo está acertando). Além deles, Léo é mais um que vai fechar. Mas Paulo Autuori evita a promessa de reforços. O diretor esportivo de futebol considera mais importante a estruturação do clube.
– Temos de diferenciar clube de time de futebol. Logicamente o time pertence ao clube, mas o clube é muito mais abrangente. Precisamos dar condições para que o clube possa proporcionar ao time as melhores condições. Para isso é necessário dar estabilidade e é isso que estamos atrás. Logicamente, aquilo que se possa ser realizado, em valores que entram na saída de jogadores para a vinda de outros, mas especialmente na aplicação desses valores na infraestrutura, tecnológica. Queremos ter ótimas condições de trabalho. Posso assegurar aqui, pelo tempo que tenho de carreira, que nós temos ótimos profissionais trabalhando. Que temos de tirar o chapéu, pois trabalham com dificuldades, tanto os que estão aqui como em Laranjeiras. O Fluminense consegue fazer coisas, mesmo com dificuldades, através dessas pessoas. Então queremos dar melhores condições a essas pessoas para colocar em prática o valor que tem para uma mais-valia ao futebol clube. Então, desculpa, vou sempre falar assim, porque não consigo ter uma análise isolada. Falar apenas sobre trazer jogadores? Então que traga outra pessoa para falar porque não sou eu. Não consigo enxergar futebol só dessa maneira. Sempre disse que os verdadeiros protagonistas são os jogadores e público. Lógico que queremos grandes nomes aqui, grandes jogadores, mas temos de nos preparar para isso. O dia seguinte é sempre importante. O que tem no futebol de mais, a nível diretivo, são projetos pessoais. O presidente (Pedro Abad) trabalha para ter um projeto institucional muito claramente – disse.
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Momento político do Flu não respingará no futebol, diz Paulo Autuori
Dirigente afirma que o desafio é manter o equilíbrio
Fonte: NETFLU 03/02/2018
Com o time ainda tentando se ajustar, o Fluminense vive momento conturbado, sobretudo na área política. Diretor esportivo de futebol, Paulo Autuori destacou que a situação não irá interferir no andamento do futebol profissional.
– Não vai respingar em nada. Primeiro que temos um treinador do nível do Abel, totalmente identificado com clube. E posso assegurar que as palavras que estou proferindo o Abel assina embaixo. Estamos trabalhando juntos. E, desculpa, mas são três Libertadores e dois Mundiais. Não é qualquer coisa política que pode interferir. Quando se fala isso, as pessoas só tem ideia do momento em que você ganha, dos bons momentos. Isso é só a ponta do iceberg. Mas se esquecem da trajetória. Não conheço nenhuma campanha vitoriosa que não tenha passado por dificuldades. O desafio é manter o equilíbrio. E acho que tanto o Abel quanto eu temos muito a contribuir para que o grupo esteja equilibrado – disse.
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Paulo Autuori comenta possibilidade do Fluminense contratar jogadores experientes
Diretor esportivo de futebol não quer só experiência, mas também qualidade pro time
NETFLU 04/01/2018
No Fluminense, por enquanto, houve muitas saídas e poucas chegadas para o time. Os dois reforços, ainda não apresentados, são o volante Jádson e o lateral-direito Gilberto. Questionado em entrevista coletiva se poderão ser contratados jogadores experientes, Paulo Autuori comentou a possibilidade. O diretor esportivo de futebol não quer só experiência, mas qualidade, e afirma estar trabalhando com calma.
– Ao construir a vida dos jogadores existem alguns filtros e um deles é experiência. Logicamente experiência é fundamental, o próprio Abel já falou disso. Mas experiência com qualidade, dentro do perfil que se quer. O Abel tem isso muito claro, o clube também. Já estamos trabalhando de forma tranquila, como deve ser. Tudo tem estratégias, como vocês têm ao tentar um furo de reportagem e temos de respeitar isso, e nós temos as nossas, passíveis de críticas, o que é normal. Saberemos entender as construtivas ou não, mas o objetivo é fazer com que o Abel tenha condições de disputar por aquilo que está está acostumado que são títulos. É uma equipe que será construída para isso. Longe de dizer que vamos ganhar isso ou aquilo. Como técnico jamais pude me dar ao luxo de prometer absolutamente nada. O futebol é a paixão que é pelo imponderável, que é o jogo – afirmou.
Antes de reforços, Paulo Autuori defende estruturação do Fluminense
Diretor esportivo de futebol fala na importância do clube andar bem como um todo
Fonte: NETFLU 02/02/2018
Se o time de futebol do Fluminense perdeu muitos jogadores em relação ao ano passado, a reposição ainda não foi em grande quantidade. Chegaram apenas Gilberto, Jádson, Airton e De Amores (o goleiro Rodolfo está acertando). Além deles, Léo é mais um que vai fechar. Mas Paulo Autuori evita a promessa de reforços. O diretor esportivo de futebol considera mais importante a estruturação do clube.
– Temos de diferenciar clube de time de futebol. Logicamente o time pertence ao clube, mas o clube é muito mais abrangente. Precisamos dar condições para que o clube possa proporcionar ao time as melhores condições. Para isso é necessário dar estabilidade e é isso que estamos atrás. Logicamente, aquilo que se possa ser realizado, em valores que entram na saída de jogadores para a vinda de outros, mas especialmente na aplicação desses valores na infraestrutura, tecnológica. Queremos ter ótimas condições de trabalho. Posso assegurar aqui, pelo tempo que tenho de carreira, que nós temos ótimos profissionais trabalhando. Que temos de tirar o chapéu, pois trabalham com dificuldades, tanto os que estão aqui como em Laranjeiras. O Fluminense consegue fazer coisas, mesmo com dificuldades, através dessas pessoas. Então queremos dar melhores condições a essas pessoas para colocar em prática o valor que tem para uma mais-valia ao futebol clube. Então, desculpa, vou sempre falar assim, porque não consigo ter uma análise isolada. Falar apenas sobre trazer jogadores? Então que traga outra pessoa para falar porque não sou eu. Não consigo enxergar futebol só dessa maneira. Sempre disse que os verdadeiros protagonistas são os jogadores e público. Lógico que queremos grandes nomes aqui, grandes jogadores, mas temos de nos preparar para isso. O dia seguinte é sempre importante. O que tem no futebol de mais, a nível diretivo, são projetos pessoais. O presidente (Pedro Abad) trabalha para ter um projeto institucional muito claramente – disse.
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Momento político do Flu não respingará no futebol, diz Paulo Autuori
Dirigente afirma que o desafio é manter o equilíbrio
Fonte: NETFLU 03/02/2018
Com o time ainda tentando se ajustar, o Fluminense vive momento conturbado, sobretudo na área política. Diretor esportivo de futebol, Paulo Autuori destacou que a situação não irá interferir no andamento do futebol profissional.
– Não vai respingar em nada. Primeiro que temos um treinador do nível do Abel, totalmente identificado com clube. E posso assegurar que as palavras que estou proferindo o Abel assina embaixo. Estamos trabalhando juntos. E, desculpa, mas são três Libertadores e dois Mundiais. Não é qualquer coisa política que pode interferir. Quando se fala isso, as pessoas só tem ideia do momento em que você ganha, dos bons momentos. Isso é só a ponta do iceberg. Mas se esquecem da trajetória. Não conheço nenhuma campanha vitoriosa que não tenha passado por dificuldades. O desafio é manter o equilíbrio. E acho que tanto o Abel quanto eu temos muito a contribuir para que o grupo esteja equilibrado – disse.
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Paulo Autuori comenta possibilidade do Fluminense contratar jogadores experientes
Diretor esportivo de futebol não quer só experiência, mas também qualidade pro time
NETFLU 04/01/2018
No Fluminense, por enquanto, houve muitas saídas e poucas chegadas para o time. Os dois reforços, ainda não apresentados, são o volante Jádson e o lateral-direito Gilberto. Questionado em entrevista coletiva se poderão ser contratados jogadores experientes, Paulo Autuori comentou a possibilidade. O diretor esportivo de futebol não quer só experiência, mas qualidade, e afirma estar trabalhando com calma.
– Ao construir a vida dos jogadores existem alguns filtros e um deles é experiência. Logicamente experiência é fundamental, o próprio Abel já falou disso. Mas experiência com qualidade, dentro do perfil que se quer. O Abel tem isso muito claro, o clube também. Já estamos trabalhando de forma tranquila, como deve ser. Tudo tem estratégias, como vocês têm ao tentar um furo de reportagem e temos de respeitar isso, e nós temos as nossas, passíveis de críticas, o que é normal. Saberemos entender as construtivas ou não, mas o objetivo é fazer com que o Abel tenha condições de disputar por aquilo que está está acostumado que são títulos. É uma equipe que será construída para isso. Longe de dizer que vamos ganhar isso ou aquilo. Como técnico jamais pude me dar ao luxo de prometer absolutamente nada. O futebol é a paixão que é pelo imponderável, que é o jogo – afirmou.
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