sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Candidato Rafael Rolim conta como espera modernizar departamento de futebol do Fluminense

 Opositor faz crítica ao perfil de contratações do clube

Fonte: NETFLU 25/11/2022

Um dos candidatos de oposição para a eleição do Fluminense, Rafael Rolim concedeu entrevista ao site GE  e falou o que entende como modernização do departamento do futebol. Em sua análise, o perfil de contratações atual tricolor age de maneira errada. Vende jovens ativos do clube e contrata, em sua maioria, jogadores veteranos.– Faço questão de destacar em todas as entrevistas que eu não sou contra uma reformulação total do departamento de futebol. Eu acho que a gente tem que se ter a grandeza de reconhecer o que deu certo e corrigir o que deu errado. De fato, algumas coisas deram certo nos últimos três anos, mas muitas coisas deram errado. E a gente tem que saber ponderar e chegar a um consenso do que pretende para o futebol. Quando eu falo modernizar, tem que mudar o perfil de contratações. O Fluminense hoje se baseia num perfil com o qual eu não concordo, no meu modelo de clube de futebol. Você não pode ter contratações que não gerem ativos para o clube. O torcedor hoje que está na arquibancada sabe muito bem o que acontece, ele sabe que teve que vender Luiz Henrique e Matheus Martins para pagar folha de pagamento – analisou, continuando:

– Esses garotos não conseguiram render dentro de campo dando grandes títulos, mas também não renderam dinheiro ao ponto da gente criar um ativo para o clube. Porque se você vende um jogador como o Luiz Henrique, que é uma joia, e consegue com aquilo reformular o CT, modernizar o CT de Xerém, faz parte do jogo. Faz parte do mercado brasileiro a venda de jogadores. O que não pode é ter o perfil de contratações que simplesmente ao final não geram nenhum tipo de ativo. É isso que eu pretendo modernizar, mudar um pouco esse esquema. Não estou dizendo que um time não tem que ter jogadores experientes. É fundamental que tenha, mas não pode ter só esse perfil, tem que saber mesclar. E principalmente focar em contratações que possam gerar ativos.

Uma exceção é John Arias . Mas Rafael Rolim destaca o fato do meia-atacante colombiano não ter sido uma descoberta através de trabalho firme do scout. Ele atribui a chegada ao “acaso”, uma vez que o jogador chamou atenção ao enfrentar justamente o Fluminense na Libertadores  de 2021 pelo Independiente Santa Fe.

– Tem um exemplo recente que é do próprio Jhon Arias. Foi um jogador descoberto não pelo scout, foi porque o Fluminense jogou contra o time. Costumo brincar que eu assistindo o jogo me chamou muita atenção, é impressionante esse jogador, num jogo ele jogou aberto pela esquerda, no outro jogou pelo meio. Chamou a atenção de todos os torcedores e do Fluminense também. Ou seja, com um pouquinho de boa vontade, de autonomia do departamento de futebol, a gente consegue buscar boas opções, fazer com que esses jogadores possam performar dentro de campo, gerar títulos e no futuro se for o caso, com boas propostas, vender. Para quê? Para que o Fluminense possa fazer dinheiro. O futebol é um esporte, é um negócio. Ou a gente entende como negócio ou fica para trás – falou.


Rafael Rolim diz que contratação que deu certo, Jhon Arias foi exceção ao modelo adotado (Foto: Divulgação)

Link 

https://www.netflu.com.br/candidato-rafael-rolim-conta-como-espera-modernizar-departamento-de-futebol-do-fluminense/


Marcelo Souto celebra apoio de Celso Barros para a eleição do Fluminense

 Candidato é uma das opções da oposição ao atual presidente Mário Bittencourt

Fonte: NETFLU 23/11/2022

Com a saída de Ademar Arrais da corrida presidencial do Fluminense, Celso Barros transferiu seu apoio a Marcelo Souto Uma das opções da oposição (a outra é Rafael Rolim) ao atual presidente Mário Bittencourt, , Souto celebrou o apoio de peso.Vice-presidente geral do Fluminense e rompido com o mandatário, Celso se manifestou em rede social sobre o apoio.Em entrevista ao GE , Marcelo Souto comentou.– Me sinto muito lisonjeado. O Dr. Celso entre erros e acertos, todo mundo é passivo de erros e acertos, eu acho que quem fala que não erra está no alto de um pedestal que não consigo nem imaginar. Mas é inegável que se não fosse pelo amor do Celso Barros a gente não sabe em que posição o Fluminense estaria hoje. De ter pegado o Fluminense lá na Série C e ter devolvido um pouco do sentimento de entusiasmo da torcida com o seu clube – disse, prosseguindo:

– Eu costumo falar que o Dr. Celso, pelo que ele fez, é até um patrimônio da torcida do Fluminense e tem que ser reverenciado. Ajudou muito o clube. Então me sinto lisonjeado com um apoio espontâneo, sem nenhum tipo de acordo, sem nenhum tipo de condicionamento. Um apoio livre dele como tricolor de enxergar nossa candidatura como sendo a da real oposição. Uma candidatura capaz de fazer frente ao atual presidente, de vencer as eleições e empregar tudo aquilo que a gente prega.

Marcelo Souto herdou apoio de Celso Barros com a saída de Arrais (Foto: Reprodução do Twitter)

Link 
https://www.netflu.com.br/marcelo-souto-celebra-apoio-de-celso-barros-para-a-eleicao-do-fluminense/

 

 

quarta-feira, 16 de novembro de 2022

Eleições no Fluminense terá três candidatos, repetindo 2007 e 2016, tendo uma oposição dividida

 Com chapas inscritas no último dia, eleição do Flu terá três candidatos

Fonte: UOL Por Luiza Sá, Rio de Janeiro 15/11/2022

Quase tudo pronto para a eleição do Fluminense. Hoje (15), o clube recebeu as últimas inscrições dos pré-candidatos para confirmar o pleito com Mário Bittencourt, que tenta a reeleição, além de Rafael Rolim e Marcelo Souto. Os sócios tricolores definem quem comanda o Tricolor no próximo triênio no dia 26 de novembro, nas Laranjeiras. As chapas precisam ser homologadas. Mário já tinha inscrito a chapa nos últimos dias, enquanto Rolim e Souto entregaram o requerimento na secretaria da sede hoje, prazo limite, com as 200 assinaturas necessárias. Ademar Arrais, o primeiro a anunciar que participaria, retirou a candidatura na semana passada.A oposição passou as últimas semanas tentando articular uma chapa única para bater de frente com Mário Bittencout. O consenso, porém, não aconteceu. Arrais retirou o nome do jogo com o objetivo de facilitar a união, mas Rolim e Souto preferiram rumar caminhos diferentes. O Fluminense vai utilizar urnas eletrônicas, como já aconteceu outras vezes. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE/RJ) autorizou o empréstimo de 20 unidades para o pleito.

                      Mário Bittencourt, atual presidente, Rafael Rolim e Paulo Souto(foto acima)

OS CANDIDATOS

MÁRIO BITTENCOURT

Parte do grupo político "Tricolor de Coração"(ou "com amor e com vigor" segundo o globoesporte.com), Mário Bittencourt encabeça a chapa "Com Amor e Com Vigor". Como rompeu com Celso Barros ainda nos primeiros meses de gestão, o vice-presidente será Matheus Montenegro, que atualmente está na área de relações institucionais do clube. Ex-advogado do clube nas gestões David Fischel, Roberto Horcades e Peter Siemsen, ele também já foi gerente de futebol com Horcades e vice de futebol com Peter. Em 2019, foi o presidente mais votado da história do Fluminense em eleição antecipada para a saída de Pedro Abad. 

RAFAEL ROLIM

Rafael Rolim, de 43 anos, é da chapa "Meu Fluminense Acelera". Jorge Briard, engenheiro e ex-presidente da CEDAE, será o vice-presidente. Ele não fez parte de cargos ou foi conselheiro, mas fez parte da chapa de Ricardo Tenório na eleição de 2019 e seria o vice-presidente jurídico em caso de vitória. Atualmente, atua como subprocurador-geral do Estado do Rio de Janeiro. Sem Pedro Antônio, acabou sendo lançado. Os dois, inclusive, passaram o último ano estudando o clube com o objetivo de entender os cenários para migração para a SAF. O responsável por construir o CT do Tricolor está na lista dos 200 sócios e fará parte do Conselho Deliberativo em caso de vitória

MARCELO SOUTO

Marcelo Souto, de 36 anos, pertence ao "Esperança Tricolor". Foi conselheiro na gestão Pedro Abad e chegou a ser pré-candidato em 2019.mas não conseguiu as assinaturas suficientes para registrar a chapa. Desta vez, conseguirá concorrer tendo Sérgio Poggi como o vice-presidente.


https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2022/11/15/com-chapas-inscritas-no-ultimo-dia-eleicao-do-flu-tera-tres-candidatos.htm

Outra fonte

https://ge.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/2022/11/16/eleicao-do-fluminense-pode-ter-tres-candidatos-pela-terceira-vez-na-historia.ghtml

domingo, 13 de novembro de 2022

Ademar Arrais retira sua pré-candidatura à presidência do Fluminense

 

Em carta, candidato da chapa 'Ideal Tricolor' diz que abre mão da corrida eleitoral em prol de tentativa de união da oposição contra Mário Bittencourt

Fonte: TERRA LANCE 11/11/2022

Os bastidores do Fluminense ficaram agitados. Nesta sexta-feira (11), o advogado Ademar Arrais, do grupo "Ideal Tricolor", retirou sua pré-candidatura ao pleito. Primeiro a se lançar como candidato à presidência do clube no triênio 2023-2025, Arrais atribuiu à desunião da oposição a sua saída da corrida eleitoral.Arrais divulgou uma carta aberta na qual deixou seus apoiadores livres para escolherem o candidato no pleito tricolor. Além de Mário Bittencourt tentar a reeleição, Marcelo Souto e Rafael Rolim seguem na disputa pela presidência do Tricolor das Laranjeiras.Ademar Arrais também afirmou em carta aberta que abre mão de sua candidatura em prol de tentar fazer com que a oposição consiga fortalecer uma chapa de oposição a Mário Bittencourt.

Com a saída de Ademar Arrais, permanecem na disputa além do atual presidente Mário Bittencourt, Marcelo Souto e Rafael Rolim, ou seja, a oposição ainda permanece dividida com os dois últimos candidatos. 

CARTA ABERTA

"Amiga e amigo tricolor, boa tarde. Há mais de um ano lancei minha candidatura à Presidência do Fluminense e agora, faltando 15 dias para as eleições, considero importante fazermos uma retrospectiva do processo político.

Até o início do último mês de setembro, somente minha candidatura estava posta na mesa. No dia 12 daquele mês, Marcelo Souto lançou oficialmente seu nome.

Antes disso e durante todo o ano convivemos com uma forte especulação sobre eventual lançamento do nome de Pedro Antônio, em grande parte estimulada por ele mesmo. Repetindo o comportamento adotado em eleições anteriores, ele no dia 19 de setembro comunicou publicamente que não disputaria as eleições.

Quase um mês após, no dia 13 de outubro, Rafael Rolim resolveu lançar seu nome, contando com o apoio de Pedro Antônio.

Em mais de 20 anos de atuação demonstrei, em diversas oportunidades, meu compromisso com a defesa incondicional dos interesses do Fluminense. E no processo eleitoral deste ano não tem sido diferente.

Minha candidatura sempre esteve a serviço de um propósito: lutar para impedir que o atual modelo de gestão, amador e irresponsável, continuasse, sob pena de comprometer ainda mais o futuro do Clube.

Por isso, sempre defendi que o único caminho possível seria a construção de uma chapa única de oposição. Nas últimas semanas aconteceram diversas tratativas entre as três candidaturas, sendo que no domingo, 6 de novembro, o amigo Cláudio Bruno promoveu uma reunião para tentar ajudar na construção do acordo. Além do anfitrião e de Nelson Roberto Vaz Moreira, estiveram presentes as três chapas representadas, respectivamente, por mim e Marcos Furtado, Rafael Rolim acompanhado de Pedro Antônio, e Marcelo Souto acompanhado de Rogério Miccuci.

Por ter identificado que havia espaço para construirmos uma aliança, na segunda-feira pela manhã procurei Rafael Rolim e apresentei a seguinte proposta:

1) Rafael Rolim ser o candidato de unidade das oposições à Presidência;

2) Ademar será o Presidente do Conselho Deliberativo no próximo triênio;

3) Na composição da chapa a ser inscrita, o nosso grupo indicar 110 (cento e dez) nomes ao Conselho Deliberativo ocupando as primeiras 15 (quinze) vagas;

4) Na composição da chapa a ser inscrita, o grupo político do candidato Marcelo Souto estaria, de antemão, convidado a indicar um nome para ocupar a vaga de Vice-Presidente Geral.

Na própria segunda-feira à tarde, reuni-me com Rolim e Pedro Antônio, quando eles apresentaram a seguinte contraproposta:

Que eu assumisse a Vice-presidência geral, acumulando com a Vice- presidência de governança (a ser criada) e indicasse o nome para a Vice-presidência Social. Além disso, eu indicaria um nome para a Vice-presidência do Conselho Deliberativo, além de 60 das 200 vagas e 7 das primeiras 15 vagas.

Como tenho feito em todo o processo, submeti a contraproposta à coordenação da minha campanha. Por unanimidade, ela foi rejeitada.

Nossa compreensão é que uma aliança precisa ser construída tendo como princípio básico que as partes estejam representadas de forma equilibrada. Caso contrário, estaríamos diante de uma mera adesão.

Em nossa visão a presidência representa o poder executivo e o Conselho Deliberativo (CD) é o poder legislativo no Clube.

Por isso, quando propusemos abrir mão da cabeça de chapa, nossa compreensão é que para manter o equilíbrio entre os dois grupos seria fundamental que tivéssemos nossa participação valorizada no CD. Precisamos recuperar o papel do CD que na atual gestão passou a ser um mero órgão auxiliar da presidência do Clube.

Observem que a sugestão apresentada por Rolim e Pedro Antônio de indicar, simultaneamente, o presidente da diretoria, a maioria dos integrantes do CD e sua presidência, acaba por manter esse vício de origem.

Para nós é cláusula pétrea: quem ocupa a vaga de presidência da diretoria não pode indicar a presidência do CD.

Infelizmente, até agora não conseguimos construir uma chapa única de oposição. Reafirmo que, para mim, os interesses do Fluminense estão acima dos interesses pessoais.

Por isso, pensando novamente no Fluminense em primeiro lugar, comunico oficialmente que abro mão da minha candidatura com tempo hábil para que as outras duas candidaturas de oposição consigam se unir em um movimento indispensável para termos alguma chance de derrotar a gestão arcaica, amadora e irresponsável representada pelo candidato da situação.

Nesse sentido, reitero que a implantação de um novo modelo (por exemplo, a SAF) precisa ser precedido da realização de uma profunda auditoria por meio de uma das empresas do grupo das "big four", além dos demais estudos societários necessários, com a devida e imprescindível aprovação pelo Conselho Deliberativo e Assembleia Geral.

Meu agradecimento especial a quem emprestou seu nome, assinando ficha para inscrição da chapa. A partir de agora se sintam à vontade para decidir qual caminho seguir.

Também registro meu repúdio às mentiras proferidas por algumas pessoas com intuito de minar minha candidatura e me atingir pessoalmente. Quem me conhece sabe que minha história no Clube e fora dele é marcada pela retidão no cumprimento de princípios e valores éticos.

Por fim, quero agradecer muito à minha família, à equipe profissional, à dedicada coordenação de campanha, aos sócios, torcedores, conselheiros, beneméritos e em especial ao Dr. Celso Barros, ao ex-presidente Dr. Roberto Horcades e ao ex-presidente Dr. Francisco Horta. Sem a dedicação demonstrada por todos não teria sido possível fazer chegar aos sócios e torcedores nossas ideias e propostas.

Continuaremos na luta pelo Fluminense que todos nós queremos e sonhamos.

O Fluminense precisa de quem não precisa do Fluminense.

Sts.


https://www.terra.com.br/esportes/fluminense/ademar-arrais-retira-sua-pre-candidatura-a-presidencia-do-fluminense,a1d3ae6af847c4a9cb0b8ef6bada6af8qtge1bcp.html


terça-feira, 8 de novembro de 2022

Eleições no Fluminense são oficialmente marcadas para o meio da Copa do Mundo

 

TRE-RJ confirma disponibilidade para ceder urnas eletrônicas para o pleito no dia 26 de novembro


Fonte: GE 05/11/2022

A eleição do Fluminense  está oficialmente marcada: será no dia 26 de novembro, data que o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) confirmou a disponibilidade para ceder as urnas eletrônicas. Com isso, o pleito vai acontecer no meio da Copa do Mundo do Catar, que começa no dia 20, e dois dias depois da estreia da seleção brasileira. O clube divulgou o edital neste sábado. De acordo com o Estatuto do clube, toda eleição deve acontecer impreterivelmente na segunda quinzena de novembro. E, como de praxe, é sempre em um sábado. Com isso, havia duas opções de datas: dias 19 e 26. Nos corredores das Laranjeiras, havia uma preferência para ser no dia 19 justamente para não ser durante a Copa, mas o prazo ficaria apertadoAssim, no dia em que os tricolores elegerão o seu próximo presidente para o triênio 2023-2025, eles terão que se programar se quiserem assistir aos quatro jogos do sábado: o primeiro será entre Tunísia e Austrália, às 7h; o segundo, entre Polônia e Arábia Saudita, às 10h; o terceiro, entre França e Dinamarca, às 13h; e o quarto, entre Argentina e México, às 16h (todos horários de Brasília).

EDITAL

"ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA"

Nos termos do art. 11, inciso I e do art. 22 do Estatuto Social do Fluminense Football Club (“Fluminense” ou “Clube”), ficam os sócios do Fluminense que estejam em pleno gozo dos seus direitos estatutários, CONVOCADOS para a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada na Sede Social do Clube, localizada na Rua Álvaro Chaves nº 41, Laranjeiras, Rio de Janeiro/RJ, no dia 26 de novembro de 2022, das 09h, quando a reunião será aberta com qualquer número de sócios presentes, até às 18h, com o fim exclusivo de eleger, através de escrutínio secreto, o Presidente do Fluminense , o Vice-Presidente Geral, os 150 (cento e cinquenta) Membros Efetivos e os 50 (cinquenta) Membros Suplentes, que juntamente com os Conselheiros Natos, integrarão o Conselho Deliberativo no próximo triênio.

Conforme previsto no art. 9º do Estatuto do Fluminense têm direito a voto os sócios do Clube maiores de 16 (dezesseis) anos pertencentes ao quadro social há mais de 1 (um) ano completo, ininterrupto e em situação regular com o Clube até o dia da Assembleia Geral, e aqueles pertencentes à categoria de Sócio Futebol há mais de 02 (dois) anos completos, ininterruptos, e que não tenham sido excluídos do quadro associativo em decorrência do não pagamento de 03 (três)mensalidades contínuas ou alternadas, na forma do art. 101, § 1º do Estatuto do Fluminense.

Nos termos do parágrafo do art 9º do Estatuto doFluminense“não poderão integrar a Assembleia Geral os Sócios-Honorários, Temporários, Correspondentes, Especiais, Atletas-Adjuntos, assim como os Familiares Inscritos dos Sócios, definidos nos artigos 102 e 103”, também do Estatuto.

Ademais, de acordo com a Cláusula 6ª do Regulamento e Termo de Uso dos Serviços do Programa Sócio Futebol do Fluminense, em vigor a partir de 07 de junho de 2022, não têm direito a voto os sócios pertencentes aos Planos Sub 12/Mascote, Guerreiro, Guerreiro Toda Terra, e Leste Raiz.

O direito a voto é pessoal e instransferível, sendo vedado o exercício por procuração, em consonância com o art. 139 do Estatuto do Fluminense   sendo certo que será solicitada, no momento da votação, a apresentação de documento oficial de identificação, com foto, expedido por órgão publico competente.

Rio de Janeiro, 04 de Novembro de 2022

https://ge.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/2022/11/05/eleicao-do-fluminense-e-marcada-oficialmente-e-vai-acontecer-no-meio-da-copa-do-mundo.ghtml

 https://www.fluminense.com.br/site/


 


Eleições no Fluminense: Clube anuncia que pleito terá acompanhamento do MP do Rio

 Presença de um promotor de Justiça no pleito foi decidida em reunião, na sede do MPRJ, com o procurador-geral de Justiça em exercício

 Fonte: TUPI.FM Esportes  Por Marco Vasconcelos e site oficial do Fluminense FC 

Nesta terça-feira, o Fluminense informou que a eleição do clube terá acompanhamento do Ministério Público do Rio de Janeiro. Um promotor foi designado para acompanhar as eleições que escolherão o presidente, vice-presidente e integrantes do conselho deliberativo do clube.A iniciativa confere à votação, marcada para o dia 26 de novembro, maior transparência, lisura e segurança jurídica. A presença de um promotor de Justiça no pleito foi decidida em reunião, na sede do MPRJ, com o procurador-geral de Justiça em exercício, Antonio José Campos Moreira, o chefe de gabinete, David Francisco de Faria, o vice-presidente de Interesses Legais do Fluminense, Heraldo Iunes, e a diretora jurídica, Roberta Fernandes.“Vamos atender à solicitação com o maior prazer, de maneira a conferir a maior transparência e maior lisura possível. Um promotor será designado para estar presente no dia da votação e acompanhar todo transcorrer do processo eleitoral”, ressaltou Antonio José Campos Moreira.“Essa presença dá ao clube a grande oportunidade de ter um processo com transparência e lisura, com uma segurança jurídica e estabilidade a todos aqueles que lá votam. Tanto isso é verdade que o Fluminense, com a presença do Ministério Público, nunca teve uma eleição questionada. Então, a presença do MPRJ nos dá a garantia de que, mais uma vez, o pleito do Fluminense ocorrerá dentro da normalidade que lhe é comum”, afirmou Heraldo Iunes.


https://www.tupi.fm/esportes/fluminense/fluminense-anuncia-que-eleicao-tera-acompanhamento-do-ministerio-publico-do-rio/
https://www.fluminense.com.br/noticia/eleicao-no-fluminense-tera-acompanhamento-do-mprj

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Eleições no Fluminense: os pré candidatos à presidência para o triênio 2023-2025

Fonte: GE Por Jamille Bullé, Gustavo Garcia e Thiago Lima 

 O Fluminense tem hoje quatro pré-candidatos à eleição presidencial para o triênio 2023-2025 que deverá acontecer impreterivelmente na segunda quinzena do mês de Novembro. Como as eleições são sempre realizadas num Sábado e como o dia 26 já teremos Copa do Mundo,  mais provável que sejam realizadas no dia 19 de Novembro deste ano

Os pré-candidatos: 

Mário Bittencourt, de 44 anos, é do grupo político "Tricolor de Coração". Ex-advogado do clube nas gestões David Fischel, Roberto Horcades e Peter Siemsen, ele também já foi gerente de futebol com Horcades e vice de futebol com Peter. É o atual presidente desde julho de 2019 e tentará a reeleição.

Ademar Arrais, de 51 anos, é do grupo político "Ideal Tricolor". Ele é ex-conselheiro do Fluminense nas gestões David Fischel, Roberto Horcades e Peter Siemsen — de quem foi vice-presidente de planejamento estratégico —, e coordenou a campanha de Celso Barros na eleição de 2016.

Marcelo Souto, de 36 anos, é do grupo político "Esperança Tricolor". Ele é ex-conselheiro do Fluminense na gestão Pedro Abad e em 2019 foi pré-candidato à eleição, mas não conseguiu as assinaturas suficientes para registrar sua chapa — ele obteve 122 e faltaram 78.

Rafael Rolim, de 43 anos, veio candidato pela primeira vez sem estar vinculado a um grupo político do Fluminense. Ele nunca ocupou cargos no clube ou foi conselheiro, mas fez parte da chapa de Ricardo Tenório na eleição de 2019 — seria o vice-presidente jurídico caso Tenório fosse eleito. Atualmente, é Subprocurador-Geral do Estado do Rio


Os quatro pré-candidatos: Mário Bittencourt, Ademar Arrais, Marcelo Souto e Rafael Rolim — Foto: ge


O prazo para registrar a chapa:

Para registrar a chapa, os quatro pré-candidatos precisarão conseguir 200 assinaturas de sócios do clube – sem contar a modalidade sócio-futebol. Porém, um mesmo sócio não pode assinar para dois candidatos diferentes. Com isso, começa uma "corrida por assinaturas". O prazo é entre 1º e 15 de novembro. Caso seja encontrada alguma irregularidade, serão dadas 72 horas para correção

Como será feita a votação?

Desde 2016, a eleição do Fluminense é feita com urnas eletrônicas do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). O clube já fez um pedido formal ao TRE-RJ para o pleito de 2022 e aguarda resposta. Não haverá votação on-line, apenas presencial na sede do clube em Laranjeiras. O Ministério Público fiscaliza os pleitos no clube desde 2010

Quantos eleitores poderão votar?

Desta vez, o clube estima cerca de 20 mil sócios aptos a votar, entre sócio-proprietário, sócio-contribuinte, sócio-atleta e sócio-torcedor (dos planos que dão direito a voto e que estiver adimplente há pelo menos dois anos ininterruptos). Mas historicamente a participação equivale de 20% a 30% do quórum de cada época. Em 2019, foram 3.286 eleitores votantes. Em 2016, foram 4.219, recorde da história do Fluminense (não foi divulgado na ocasião votos brancos e nulos). E em 2013, foram 2.452.

Qual o panorama político atual? Favoritismo de reeleição de Mário Bittencourt caso as três  chapas de oposição não se unam

A tendência é que não surja mais nenhum candidato. Nome apontado como forte nos bastidores, o ex-vice-presidente de Projetos Especiais nas gestões Peter Siemsen e Pedro Abad, e responsável pela construção do CT tricolor, Pedro Antônio, alegou motivos pessoais para não vir como candidato, embora tenha ligação com a chapa de Rafael Rolim. E Ricardo Tenório, que concorreu à eleição de 2019, tem aparecido pouco nos bastidores políticos do clube desde então. Existe a possibilidade dos três candidatos de oposição se unirem em uma chapa única, com objetivo de não dividir votos diante do favoritismo do atual presidente, Mário Bittencourt.

Link 

https://ge.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/2022/10/15/eleicao-no-fluminense-veja-data-prazos-candidatos-e-panorama-politico.ghtml