segunda-feira, 7 de março de 2022

Fluminense conquista sua 11ª Taça Guanabara

 Fonte: FFERJ 05/03/2022

Com uma goleada de 4 a 0 sobre o Resende, o Fluminense conquistou a Taça Guanabara com uma rodada de antecedência, na tarde deste sábado (05/03), no Raulino de Olveira, em Volta Redonda.Arias, Martinelli, Nonato e Heitor (contra) marcaram os gols do triunfo do Tricolor, que atingiu os 27 pontos, na liderança isolada do turno do Cariocão Betfair. Por sua vez, o Gigante do Vale pernamence em quinto, com 12 pontos.O troféu e as medalhas foram entregues aos campeões pelo delegado da partida, Marcos Vinicio Trindade, e Presidente da FERJ, Rubens Lopes.A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro parabeniza o Fluminense Football Club, sua diretoria, jogadores, comissão técnica e funcionários pelo 11º título da Taça Guanabara

A campanha: 11 Jogos, 9 vitórias, 1 derrota e 1 empate

27/01-Fluminense 0x1 Bangu         Luso Brasileiro Estadual(Taça GB)

30/01-Madureirta 0x1 Fluminense   Raulino de Oliveira Estadual(Taça GB)

03/02-Fluminense 1x0 Audax             Luso Brasileiro Estadual(Taça GB)

06/02-Flamengo 0x1 Fluminense      Raulino de Oliveira  Estadual(Taça GB)

10/02-Botafogo 1x2 Fluminense       Engenhão    Estadual(Taça GB)

13/02-Portuguesa 0x1 Fluminense    Luso Brasileiro Estadual(Taça GB)

16/02-Nova Iguaçú 0x1 Fluminense   Luso Brasileiro    Estadual(Taça GB)

19/02-Fluminense 3x0 Volta Redonda   Luso Brasileiro Estadual(Taça GB)

26/02-Fluminense 2x0 Vasco            Engenhão   Estadual(Taça GB)

05/03-Resende 0x4 Fluminense      Raulino de Oliveira  Estadual(Taça GB)

12/03-Boavista 0x0 Fluminense     Elcyr Resende  Estadual(Taça GB)



sábado, 22 de janeiro de 2022

Fluminense apresenta proposta para centralizar execuções e evitar penhoras

 

FLUMINENSE APRESENTA PLANO DE PAGAMENTO DE R$ 200 MILHÕES DE SUAS DÍVIDAS CÍVEIS E TRABALHISTAS

Clube tinha obtido na justiça no fim de 2021 direito de centralizar execuções e evitar penhoras

 Fonte: GE 21/01/2022

O Fluminense deu mais um passo para equacionar as suas dívidas nas esferas cível e trabalhista.Depois de ter obtido na justiça no fim de 2021, o direito no regime Centralizado de Execuções(RCE) , suspendendo as penhoras e concentrando os processos em um único juízo para cada área, o clube teve um prazo de aproximadamente dois meses para montar e apresentar um plano de pagamento aos credores. O que aconteceu nesta semana, segundo informou em seu site oficial.

Entre segunda e quarta-feira, a diretoria tricolor recebeu em Laranjeiras os advogados dos credores (incluindo ex-funcionários e atletas) para debater o plano de pagamento. Pela proposta, o clube realizará depósitos mensais nos juízos centralizados das esferas cível e trabalhista. Mas também haverá um valor fixo anual que poderá ser oferecido para a quitação a curto prazo dos débitos para quem oferecer maiores descontos sobre a dívida cobrada.

Após debater o plano com os credores, o Fluminense dará entrada nesta sexta-feira com a proposta no Tribunal de Justiça (TJRJ) e no Tribunal Regional do Trabalho (TRT1), para dar início aos pagamentos equacionados. Os valores dos débitos de ambas as áreas não foram divulgados pelo clube, mas o GE apurou que o montante somado é na ordem de grandeza de R$ 200 milhões, isto é, quase 1/3 da dívida total do clube, que no balancete do terceiro trimestre de 2021 (último publicado) estava em R$ 730.893.148,00.



– É um trabalho pioneiro do Fluminense. Há tempos nós vínhamos planejando com as equipes jurídica e financeira um programa que atendesse à realidade do clube e satisfizesse os credores. Preparamos o clube para este momento. Exigirá esforço, mas será cumprido com segurança e pontualidade. Na busca pelo consenso, optamos pelo caminho de chamar os credores para que eles tivessem ciência detalhada do que está sendo proposto e para tivessem certeza de que o Fluminensehonrará com os pagamentos propostos – disse o presidente Mário Bittencourt ao site oficial.

A elaboração do plano de pagamento foi formulado em conjunto entre os departamentos jurídico, financeiro e de relações institucionais durante os últimos meses. O Fluminense  também informou em seu site oficial que o próximo objetivo será obter a regularidade do pagamento do FGTS e Tributos (o clube foi excluído do parcelamento do FGTS no início de 2019, ainda na gestão Pedro Abad).

- O equacionamento do passivo é fundamental para a reestruturação do clube. Esse foi um  trabalho multidisciplinar. Nossa preocupação era a de criar as condições para que todos sentissem segurança de que faremos cumprir a nossa parte - explicou o vice-presidente de Interesses Legais, Heraldo Iunes.

 https://ge.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/fluminense-apresenta-plano-de-pagamento-de-r-200-milhoes-de-suas-dividas-civeis-e-trabalhistas.ghtml

Entendendo o acordo entre fluminense e a procuradoria geral da fazenda nacional PGFN

 O ACORDO FECHADO ENTRE O FLUMINENSE  A PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL (PGFN)

Fonte: GE 2020

Há alguns anos vivendo uma crise financeira, o Fluminense  deu mais um passo para se reestruturar e arrumar a casa. No mês de dezembro de 2019, o clube fechou um acordo com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), órgão público encarregado de cobrar dívidas com o governo, para renegociar seus débitos e conseguiu um desconto de 30% sobre o que deve de impostos.Da quantia de aproximadamente R$ 63 milhões devida pelo clube ao governo, o Fluminense conseguiu uma redução para cerca de R$ 44 milhões no saldo devedor, que foi parcelados em 145 meses – pouco mais do que 12 anos. As parcelas inicias são na faixa de R$ 200 mil, e a diretoria já quitou a primeira referente ao mês de dezembro.A redução foi possível através do mecanismo de transação tributária, instituído pelo presidente Jair Bolsonaro em 2020. A Lei 13.988 diz que dívidas fiscais podem ser renegociadas com novos prazos e descontos aplicados a juros, multas e encargos. Além do Flu o , o Cruzeiro é ouyro clube brasileiro que também já fez esse tipo de acordo com a PGFN.Com a renegociação, o Fluminense evita riscos de penhoras por parte do governo pelos próximos 12 anos. A busca por acordos em várias áreas tem sido uma salvação para o clube sobreviver e conseguir pagar as contas, como por exemplo o acerto com o espólio de Nello Bianchi , autor do processo do casarão das Laranjeiras, que desbloqueou R$ 2,8 milhões no início da pandemia da Covid-19

 

FLUMINENSE FECHA PRIMEIRO ACORDO COM A PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL(PGFN) EM BUSCA DAS CNDs(certidões negativas de débito)

Fonte: GE por Gustavo Garcia e Thiago Lima em 17/01/2022

Há pouco mais de dois anos, em dezembro de 2019, oFluminense celebrou um acordo com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGNF), órgão público encarregado de cobrar dívidas com o governo, que foi muito comemorado nos corredores das Laranjeiras a liberação de r$43 milhões para abatimento de débitos do clube:Este valor estava retido pela Justiça, em decorrência de um imbróglio de 2013 envolvendo a venda de Wellington Nem para o shakhtar Donetsk, da Ucrânia 

 Para desbloquear essa quantia na época, o presidente Mário Bittencourt usou R$ 7,5 milhões da venda de Pedro à Fiorentina, da Itália, para completar o montante cobrado. Foi também uma forma de sinalizar que o Fluminense estava comprometido em quitar suas dívidas. Mas ainda restava um saldo residual em aberto de R$ 3.221.086,41, referente a uma multa de má fé aplicada pela Justiça ao clube na gestão Peter Siemsen, por uma "manobra" na venda de Wellington Nem. A PGFN aceitou parcelar esse valor em 36 meses, até o fim do atual mandato, em dezembro de 2022.Porém, em 2020, durante os primeiros meses da pandemia da Covid-19, o Fluminense  não conseguiu efetuar os pagamentos diante das dificuldades financeiras, que recaíram sobre todos os clubes com a paralisação do futebol, e precisou renegociar o prazo. Em contrapartida, a diretoria se comprometeu a antecipar o parcelamento e quitar tudo até dezembro de 2021, um ano antes do previsto inicialmente. OGE apurou que o último pagamento foi feito e encerrou o processo.

O débito encerrado é diferente da transaç~so tributária feita com a própria PGFN no fim de 2020, que renegociou dívidas posteriores com o governo com descontos(O Fluminense conseguiu uma redução de R$ 63 milhões, para cerca de 44 milhões parcelados em 145 meses, pouco mais de 12 anos)A quitação atual não tem relação direta com as sonhadas Certidões Negativas de Débito (CND), pois o débito já fazia parte do Profut. Mas o cumprimento integral do primeiro acordo feito com a Fazenda Nacional é visto internamente como importante para a relação institucional.A reportagem apurou que a próxima meta do Fluminense é obter até abril as CNDs. Com a certidão em mãos, a diretoria tricolor poderá se candidatar à licitação do Maracanã, além de voltar a firmar contratos públicos, como por exemplo de patrocínio, e participar de projetos incentivados, como investimentos nos esportes olímpicos, área do clube muito criticada por não ser autossustentável.

 

QUAL É A ORIGEM DA DÍVIDA?

Em 2013, a PGFN ganhou uma ação na Justiça pedindo a penhora do valor da venda de Wellington Nem ao Shakhtar Donetsk para cobrir impostos não pagos no período 2007-2010, na gestão de Roberto Horcades. A dívida girava em torno de R$ 31 milhões.Peter Siemsen, presidente do clube na época, não concordava com a cobrança pelo clube já estar na Timemania e efetuou uma manobra para driblar a penhora do valor.

Em 2018, já na gestão Pedro Abad, a Justiça determinou, então, o bloqueio de 30% de qualquer renda do clube para o pagamento da dívida. Porcentagem diminuída para 15% após o Flu recorrer.

 

COMO O FLU ENTROU NUM ACORDO COM A PGFN?

Após Mário Bittencourt assumir a presidência do Fluminense  em junho de 2019, o departamento jurídico tricolor conseguiu uma reaproximação com a PGFN e iniciou a negociação de um acordo.

No meio daquele ano, a Justiça chegou a proibir, por alguns dias, o clube de registrar novas contratações em razão do imbróglio. Na ocasião, o Tricolor informou à juíza do caso que era altíssima a possibilidade da venda de Pedro. Por sugestão do vice-presidente de interesses legais do clube, Heraldo Iunes, o clube se comprometeu a utilizar parte do dinheiro da venda para pagar o restante da dívida com a PGFN.

E assim que Pedro foi negociado com a Fiorentina por € 11 milhões de euros (R$ 50,2 milhões na cotação da época)o Fluminense que ficou com R$ 36,5 milhões do valor total, pagou uma guia de R$ 7,5 milhões e alcançou o montante dos R$ 43 milhões cobrados no processo. Com isso, pôs fim ao bloqueio de 15% em qualquer receita do clube.

A sinalização do clube em se mostrar comprometido a arcar com suas dívidas fez a juíza do caso se mostrar mais disposta em aceitar um acordo para encerrar o processo. Tanto que calculou que havia cerca de R$ 3,5 em excesso bloqueado e devolveu ao Flu.

A PGFN não permitiu que o valor recuperado fosse depositado de volta na conta. As partes, então, chegaram a um acordo para que, quitadas as multas do processo, o restante, cerca de R$ 31 milhões fosse usado para pagar parcelas em atraso de parcelamentos com Receita, Fazenda e Previdência e abater parcelas do Profut.

LEMBRE COMO OS R$ 43MILHÕES LIBERADOS NO ACORDO FORAM USADOS:

  • Cerca de R$ 3,5 milhões considerados bloqueados acima do necessário pela Justiça foram devolvidos ao clube Fluminense .  usou valor para quitar 13º salário de 2018 a jogadores e funcionários.
  • R$ 1,5 milhão em multas por “ato atentatório à dignidade da Justiça, por ter “driblado” a penhora da venda de Wellington Nem em 2013
  • R$ 7 milhões em multas somadas diariamente desde a época do processo
  • R$ 9 milhões para o pagamento de prestações em atraso do Profut, de outros parcelamentos junto à Receita e à Procuradoria da Fazenda, de impostos correntes e com a Previdência
  • R$ 31 milhões em abatimento das parcelas finais no Profut, o que antecipará em cerca de 5 anos o fim dos pagamentos, em cálculo feito por clube e Justiça

 


As dívidas do Fluminense: dívidas trabalhistas, o planejamento negociações e acordos do clube

 Esse foi o questionamento feito pelo site EXPLOSÃO TRICOLOR em 01/10/2021. Abaixo o texto com a íntegra da reportagem 


É possível pagar a dívida do Fluminense?

https://explosaotricolor.com.br/e-possivel-pagar-a-divida-do-fluminense/

Antes de mais nada, gostaria de agradecer imensamente o feedback recebido sobre a matéria “R$ 45 milhões: Entendendo a redução das dívidas”, que publiquei aqui no Explosão Tricolor. É muito gratificante saber que o assunto foi bem recebido por vocês!

Como não quero ficar conhecido como “O Cavaleiro do Apocalipse Tricolor”, pretendo nesse texto trazer algumas ideias sobre o que poderia ser feito para reduzir nos próximos anos e de forma sustentável os cerca de R$ 700 milhões de dívidas que o Fluminense possui. A nossa torcida é gigante e tenho certeza de que muitos de vocês tem ótimas ideias a compartilhar e que deveriam ser ouvidas em algum canal do clube. 

A verdade é que muitas estratégias podem ser adotadas pela gestão, portanto citarei três das quais na minha opinião são as mais importantes. Deixando claro que irei me ater apenas às medidas administrativas, ok? Então vamos nessa!

SER AGRESSIVO NO ORÇAMENTO

Um dos grandes consumidores dos combalidos cofres do clube são as despesas com os departamentos que não estão diretamente ligados ao futebol. Minha ideia para esse tópico é que se faça uma revisão de todos os processos realizados por cada área com o objetivo de modernizar os departamentos, pagar salários condizentes com o mercado e de acordo com a função de cada funcionário, eliminar gastos desnecessários com serviços contratados e extinguir áreas que dão prejuízos, como os famosos Esportes Olímpicos. Traçar metas agressivas na redução das despesas que não estão ligadas ao futebol seria um pontapé inicial.

PLANEJAMENTO E DESTINAÇÃO DAS RECEITAS

Todos sabemos que o Fluminense tem como principais receitas as cotas de transmissão dos jogos para a TV, os patrocínios e a venda de jogadores de futebol. Também não é segredo que o nosso clube tem muita dificuldade com a geração de caixa para pagar suas dívidas, e está sempre no vermelho. Mas e se fosse possível melhorar o planejamento de como gastar as receitas que temos?

Uma ideia para atacar esse problema seria definir percentuais (%) fixos sobre cada receita que entra no clube para obrigatoriamente liquidar determinadas dívidas. Creio que isso facilitaria inclusive a renegociação de prazos e traria maior credibilidade ao Clube.

“Mas Yuri, e como prever as penhoras que limpam nosso bolso da noite pro dia e que podem atrapalhar esse plano?”

NEGOCIAÇÕES E ACORDOS

De fato, as penhoras atrapalham e muito o planejamento de como o Fluminense gasta o seu dinheiro, porém, se mantivéssemos um fluxo de acordos pagos, focando naqueles onde há maior chance de perda iminente, não seria possível reduzir as “penhoras surpresas”? A realização de acordos permite ao clube reduzir valores de processos em que o Departamento Jurídico avalia que provavelmente perderá, além de negociar prazos dos pagamentos para que seja possível se planejar melhor. 

Lembrando que o segundo informação dada pelo próprio Mário Bittencourt em sua última coletiva de imprensa, o ato trabalhista ao qual o Fluminense havia aderido em 2011 se encerrou recentemente, trazendo à tona o risco de sofrermos novas penhoras na justiça. 

Precisaremos atacar esse problema de frente!

A luz no fim do túnel existe, mas para alcançá-la é necessário saber onde estamos, onde queremos chegar e como percorrer esse caminho. Isso se chama planejamento.

Um grande abraço e ST!

E você, tem outras ideias que possam ajudar o Fluzão? 

Comentem aí e vamos juntos pensar em maneiras de fazer acontecer!

Yuri Cardoso

Twitter: @SoeiroYuri 

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FLUMINENSE OBTÉM LIMINAR PARA ADIAR EXECUÇÃO DE DÍVIDAS TRABALHISTAS

Clube tem até 60 dias para apresentar nova proposta a credores

Fonte: O DIA 09/11/2021

Rio - O Fluminense conseguiu nesta terça-feira mais uma vitória importante na Justiça para a saúde financeira do clube.  O Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região determinou a suspensão da execução de todas as dívidas trabalhistas do Tricolor, que ganhou um alívio nas contas e a chance de renegociar os débitos.

Em oficial, o Fluminense informou que a decisão dá ao clube 60 dias para apresentar aos credores uma nova proposta de pagamento. Terão prioridade na hora de receber o valor os que concederem maior desconto. O presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, comemorou a decisão.

— Assim como na decisão obtida na esfera civil, essa decisão trabalhista garante mais um avanço em nossa reestruturação. Como fui advogado do clube por muitos anos atuando perante a Justiça do Trabalho, fiz questão de comparecer ao TRT-RJ ao lado dos nossos advogados e demonstrar que o Fluminense vem quitando gradativamente suas dívidas com os ex-empregados e que a centralização contribuirá ainda mais para organizar e liquidar este passivo ao longo dos anos — disse o dirigente.

A liminar tem base no artigo 23 da Lei 14.19, que garantiu aos clubes de futebol novas possibilidades de negociação das dívidas. Heraldo Iunes, vice-presidente jurídico do Fluminense, explicou o processo.

— A tutela de urgência concedida pela presidente Edith Tourinho consolida, de forma robusta, o entendimento de que a Lei 14.193 garantiu também aos clubes, na condição de associação desportiva sem fins lucrativos, o direito à utilização do Regime Centralizado de Execuções, de modo que possam apresentar no prazo legal o plano de pagamento de credores. E o Fluminense assim o fará — explicou.

https://odia.ig.com.br/esporte/fluminense/2021/11/6272175-fluminense-obtem-liminar-para-adiar-execucao-de-dividas-trabalhistas.html



sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

Fluminense encerra 2021 com títulos na base e R$ 61 milhões em premiações no profissional

 Fonte: Yahoo Paulo Victor Reis 31/12/2021

O Fluminense   encerra 2021 com saldo positivo. Embora não tenha conquistado títulos no profissional, a equipe avançou até as quartas de final da Copa do Brasil e Libertadores, além de conquistar a segunda classificação seguida para o torneio continental. Porém, se faltou ao time principal levantar taças, Xerém o fez durante toda a temporada, e fechou o ano com 14 taças.

Além do mérito esportivo, o clube também estabilizou parte das finanças. No último balanço trimestraldo ano, a receita do Tricolor encerrou com superávit de R$ 40,3 milhões, superior aos trimestres anteriores. Contudo, a diretoria não conseguiu diminuir os passivos da instituição, que aumentaram em relação ao início de 2021.A competitividade no futebol foi um dos grandes fatores para o aumento das receitas de Laranjeiras. O Flu terminou o Brasileiro na sétima colocação  o que rendeu R$ 23,1 milhões aos cofres do clube. Na Copa do Brasil, faturou R$7,8 milhões pela participação na terceira fase, oitavas e quartas de final. Pela Libertadores, recebeu 5,5 milhões de dólares (R$30,8 milhões na cotação atual) no total. Assim, o Tricolor fechou o ano com R$ 61 milhões em premiações.Em relação ao ano passado, as cifras representam um salto significativo. Sem a Libertadores, o Flu recebeu apenas as premiações do Brasileiro e Copa do Brasil, em que avançou até a quarta fase. Pelo campeonato de pontos corridos, o time terminou como quinto colocado e recebeu R$ 26,4 milhões. Na competição de mata-mata, o Tricolor recebeu R$ 5,9 milhões. Ao todo, foram R$ 32 milhões, quase metade do valor adquirido em 2021.Em Xerém 2021 também termina com avanços. Ao longo do ano, o Fluminense conquistou 14 títulos, em uma das temporadas mais vitoriosas dos últimos 10 anos. O Tricolor conquistou o Campeonato Carioca sub-20 pelo masculino, e sub-18 pelo feminino, além de vencer a Copa Rio pelo sub-13, sub-14 e sub-17. No estadual feminino adulto, as Guerreiras do Fluzão foram para a terceira final consecutiva, mas não levaram a taça.Assim, o Fluminense tem os ingredientes para fazer de 2022 um ano ainda mais positivo. Já de olho na fase inicial da Libertadores, o Tricolor anunciou reforços  para o elenco principal e deve fechar com mais alguns nomes até o início da temporada. Na base, o técnico Eduardo Oliveira também prepara o sub-20 para o primeiro desafio do clube no ano: a Copa São Paulo de Futebol Júnior.

VEJA AS PREMIAÇÕES DO FLUMINENSE NOS ÚLTIMOS DOIS ANOS

Brasileiro
 2021
Sétimo colocado: R$ 23,1 milhões
Brasileiro 2020 - Quinto colocado: R$ 26,4 milhões

Copa do Brasil 2021
Terceira fase: R$1.7 milhão
Oitavas: R$ 2,7 milhões
Quartas: R$ 3,4 milhões
Copa do Brasil 2020
Primeira fase: R$ 1,1 milhão
Segunda fase: R$ 1,3 milhão
Terceira fase: R$ 1,5 milhão
Quarta fase: R$ 2 milhões

Libertadores 2021
Fase de grupos: 3 milhões de dólares (R$16,7 milhões na cotação atual)
Oitavas: 1,05 milhão de dólares (R$5,8 milhões na cotação atual)
Quartas: 1,5 milhão de dólares (R$8,3 milhões na cotação atual)

TOTAL
2020: R$ 32 milhões
2021: R$ 61 milhões

https://esportes.yahoo.com/noticias/fluminense-encerra-2021-com-t%C3%ADtulos-090000239.html

Nove vezes Xerém: Base do Fluminense acumula títulos e encerra trimestre com superávit

Fonter: Yahoo 02/12/2021

A temporada de 2021 se aproxima do fim, e o Fluminense  já se encaminha para o acerto de contas. Entre os setores do clube, Xerém é um destaque, não apenas pelos nove títulos conquistados em cinco categorias, como também pelo superávit apresentado. Ainda que no início do ano a base tenha apresentado prejuízo, os 12 meses do CT Vale das Laranjeiras encerram com R$3.530.847,00, e o melhor retorno financeiro entre as modalidades do clube.

No primeiro trimestre de 2021, a base tricolor apresentava uma receita operacional líquida de R$3.348.232,00 e despesas de R$5.087.513,00, representando um déficit de R$1.739.281,00. Entre abril e junho, a arrecadação aumentou para R$8.808.462,00, enquanto as despesas foram de R$9.897.397,00. Novamente, houve prejuízo de R$1.088.935,00. Os dados são do portal da transparência do clube.

O terceiro trimestre, por sua vez, foi mais positivo financeiramente. Entre julho e setembro, Xerém teve um aumento ainda maior do investimento por parte do clube, com R$15.214.790,00. A aposta deu certo: a receita líquida foi de R$18.745.638,00, ou seja, R$3.530.848. Neste período, a base empilhou quatro títulos da Copa Rio e dois da Taça Guanabara.

Além das conquistas do último trimestre, os Moleques de Xerém conquistaram nove títulos no total. Na temporada, o Flu fo campeão Estadual Sub20, Campeão Estadual Sub-13, Campeão Copa Rio Sub-17, Campeão Taça Guanabara Sub-17, Campeão Taça Guanabara Sub-15, Campeão Copa Rio Sub-14, Campeão Copa Rio Sub-13, Campeão Torneio Super 8 Sub-11 e campeão Metropolitano sub13

 https://esportes.yahoo.com/noticias/nove-vezes-xer%C3%A9m-fluminense-acumula-100000848.html



CONTRATAÇÕES PARA 2022

Até o momento, o Fluminense anunciou oficialmente três reforços: o volante Felipe Melo, o atacante Willian Bigode e o lateral-esquerdo equatoriano Pineida. Mas o Tricolor também já tem bem encaminhado o zagueiro David Duarte, ex-Goiás; o lateral-esquerdo Cristiano, do Sheriff, da Moldávia; e o atacante Gérman Cano, ex-Vasco.Para “fechar o elenco”, o clube quer o meia Nathan, do Atlético MG.(Fonte: GE 29/12/2021 Por Paula Carvalho e Thiago Lima)

 https://ge.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/fluminense-mantem-pre-temporada-no-ct-em-2022-e-volta-aos-trabalhos-no-dia-9-de-janeiro.ghtml


domingo, 17 de outubro de 2021

 

Celso Barros revela bastidores de transferências do Fluminense e critica Mário: ‘Virou um rei’

Em entrevista, vice-presidente do Fluminense afirmou que Mário Bittencourt o isolou; Dirigente criticou gestão do futebol e montagem de elenco

16/10/2021 ISTOÉ

Na última sexta-feira, Celso Barros concedeu entrevista ao podcast Charla. Durante a conversa, o vice-presidente do Fluminense  criticou a gestão de Mário Bittencourt e comentou em detalhes sobre seu afastamento da diretoria de futebol, logo após o início do mandato. O ex-vice de futebol alega que foi traido pelo mandatário tricolor

Fui eleito junto com o presidente Mário Bittencourt. Nós fizemos um acordo na época que eu ficaria trabalhando com futebol, que é algo que eu quis pelo patrocínio [master], e porque tinha minha experiência, relacionamentos e conquistas. O Fluminense teve conquistas expressivas. Porém, em dois, três meses, ele resolveu trair esse acordo e criou uma situação em que eu não ficaria na coordenação do futebol […] Ele já propôs que eu renunciasse porque diz que eu sou oposição a ele, mas ele que se opõe a mim, que o ajudei na eleição. Muitas pessoas me dizem que eu tive 60% a 70% na eleição… Não sei quanto, mas certamente ajudei – contou Celso Barros.

O dirigente também aproveitou para pontuar discordâncias acerca do modo de gerir o futebol do Fluminense. Segundo ele, houve equívocos nas contratações da temporada, por parte de Mário e Paulo Angioni, da diretoria de futebol.

O Mário virou um rei. Ele é conhecido como pavão, imperador, reizinho. Vai no vestiário quando está tudo bonito, mas quando perde, some. […] Ele lida com o Paulo Angioni, executivo antigo e experiente, mas totalmente subserviente a ele. Cumpre exatamente o que o reizinho fala. E esse tipo de coisa leva a um número maior de equívocos. O Fluminense trouxe cinco reforços para a Libertadores. Todo mundo sabia que seria para compor o elenco. É importante, claro, porque o Fluminense não tem um elenco fantástico. Agora, os cinco vão embora. Manoel, Bobadilla, Abel, Cazares e David Braz não eram para ser titulares. […] Assim, o Fluminense foi embora das competições. Se você ver, o Barcelona tem uma folha salarial muito mais baixa do que a nossa.

 Afastado do futebol e do relacionamento com a presidência, Celso destacou que o rompimento se deu em situações escusas, em especial nas transferências de Pedro e Evanilson.

– Todos nós temos o nosso nível de vaidade, mas o Mário extrapola. Ele queria concentrar tudo na mão para ser o único aparecer. Teve alguns episódios que achei estranho, como no caso do Pedro. Em uma reunião, ele chorou dizendo que queria ir para o Flamengo. No último encontro, estavam os empresários do jogadore e funcionários do clube. O Mário disse que eu não precisava ir a esse encontro, e três meses depois ele apareceu no Flamengo. Ele fez só um jogo na Fiorentina e já voltou para o Flamengo. A segunda foi do Evanilson. O Fluminense perdeu os prazos e ele foi no Eduardo Uram. O Mário foi para resolver a situação, falou para eu não ir de novo, e no dia seguinte ele estava no Porto. Agora estão até investigando, lá em Portugal, irregularidade no comissionamento. Talvez ele não me quisesse presente porque não compactuaria com eventuais situações que não fossem corretas. Não estou dizendo que não foram corretas, mas são estranhas – opinou.

Durante o programa, o VP ainda falou sobre os salários de alguns jogadores e a montagem do elenco  De acordo com Celso Barros, a base é utilizada de forma inadequada, o que compromete o desempenho do clube.

– O Fluminense, na minha opinião, paga alguns salários absurdos, se for observado o rendimento de alguns jogadores, e vende muito mal, para acertar folha salarial. O jogador não chega a dar retorno técnico para o time. Como o Metinho, Kayky, entre outros. Se você olhar o título de 2010 e 2012, não tinha tanto jogador da base no time principal assim. São importantes, mas não se ganha brasileiro com os garotos da base. Esse equilíbrio tem que existir. O último título do Fluminense foi há nove anos. Se o Mário não ganhar um título importante, ele vai ter dificuldades de se reeleger.

https://istoe.com.br/celso-barros-revela-bastidores-de-transferencias-do-fluminense-e-critica-mario-virou-um-rei/



 

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

A variação de sócios do Fluminense em 2021 em meio a pandemia

 ABRIL/2021

Fluminense é segundo clube que mais ganhou sócios na pandemia, mas vê números em queda após auge

Tricolor está atrás apenas do Atlético-MG, vê ganhos aumentarem, mas vem perdendo associados nos últimos meses

Em um universo com números em queda, o Fluminense foi o segundo clube que mais ganhou sócios-torcedores ao longo do último ano de pandemia da Covid-19 no Brasil. Um levantamento feito pelo "UOL" mostra que o Tricolor tinha cerca de 23 mil associados no início de 2020 e chega a abril de 2021 na casa dos 32 mil. Por isso, em comparação com os rivais, o saldo é positivo. Entretanto, isso vem em queda significativa.Quando inaugurou o contador no site oficial, em junho de 2020, o Flu somava 26.896 sócios. Durante uma campanha mobilizada pela torcida, chamada de #ÉPeloFlu, o clube chegou a bater mais de 37.400 torcedores adimplentes no final de agosto do ano passado. Desde então, porém, foram poucos momentos com aumento, como logo após a vaga na Libertadores e no início de março. O número deste dia 9 de abril é de 32.191.De acordo com o balanço financeiro do terceiro trimestre divulgado no Portal da Transparência, o Flu lucrou quase R$ 7,9 milhões com o programa de sócio-torcedor. No segundo trimestre, o valor foi de cerca de R$ 5,4 milhões. Para se ter noção do tamanho do aumento, o Tricolor embolsou R$ 2,8 milhões no primeiro trimestre, quando ainda não havia tido a campanha de associação em massa. A verba é fundamental para os cofres neste momento. A grande importância da nossa torcida é continuar acreditando no projeto do clube de reconstrução. Dependemos demais dos torcedores e que eles continuem se associando. Entendemos que a dificuldade é para todos e não tem jogo, mas vamos lançar novos planos. Estavam prontos para sair do forno em março de 2020. É fundamental que o torcedor continue acreditando. Sei que ficamos ansiosos, mas precisamos passar por esse momento. Nenhum clube se reconstrói sem sua torcida. Se tivermos 50 ou 60 mil sócios sempre teremos times competitivos, mesmo com a situação financeira que o clube está - disse o presidente Mário Bittencourt.Um dos principais diferenciais no sócio do Fluminense era justamente o desconto para a compra de ingressos. Com a pandemia e o adiamento do lançamento de novos planos, o Tricolor teve, assim como todos os clubes, dificuldade em oferecer benefícios aos torcedores. Para quem ficou em dia no último ano, o Flu promete mais um ingresso de graça no retorno do público aos que tem 100% de desconto e um bilhete gratuito a quem tem 50%. Houve também parcerias com patrocinadores, como desconto em teste de Covid-19.Ainda não há previsão acertada para a volta dos torcedores aos jogos de futebol. O Brasil vive o pior momento da pandemia, batendo recordes de mortes diariamente. Entretanto, clubes e CBF já começam a pensar a médio prazo nas possibilidades. No orçamento para 2021, mesmo sem essa perspectiva de ter torcedores, o clube prevê R$ 19 milhões de receita de bilheterias e R$ 11 milhões com programa de sócio-torcedor.Com os números atuais, o Fluminense fica à frente de clubes como São Paulo, Santos, Fortaleza, Corinthians, Ceará, Botafogo e Bahia na contagem. A situação ainda pode melhorar dependendo de reforços e da campanha da Libertadores, que se inicia na semana do dia 21 de abril.

https://www.terra.com.br/esportes/lance/fluminense-e-segundo-clube-que-mais-ganhou-socios-na-pandemia-mas-ve-numeros-em-queda-apos-auge,bade26b30246aa87d22bece254a52bd2kh133zta.html

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SETEMBRO/2021

Com queda de sócios e R$ 4 milhões de prejuízo, Fluminense quer público e espera privilegiar adimplentes

Tricolor vai lançar novos planos de sócio-torcedor visando o retorno dos tricolores ao estádio e pode ter oito partidas com torcida até o fim do Brasileirão

Fonte UOL O reencontro entre Fluminense   e torcida pode estar próximo. Em meio a uma discussão sobre o retornodo público em um momento que nem todos os estados liberaram, o clube se movimenta para, no momento certo, receber novamente os tricolores no Maracanã . Com mais de R$ 4 milhões em prejuízo como mandante até o momento e uma queda constante no sócio-torcedor, o Flu espera que os últimos meses de 2021 sejam melhores.Até o momento, de acordo com os borderôs divulgados, o Fluminense soma R$ 4.277.740,27 de prejuízo em jogos em casa. As únicas partidas que não foram contabilizadas são das oitavas e quartas de final da Libertadores, contra Cerro Porteño e Barcelona de Guayaquil, pois não estavam disponíveis. Na divisão entre as competições são R$ 1.443.454,83 no Carioca, R$ 638.193,05 na Copa do Brasil, R$ 1.705.889,18 até o momento no Brasileirão e R$ 490.203,21 na fase de grupos da competição continental.​Com relação aos sócios, depois do pico em agosto de 2020, os números vem em queda. Até houve ligeiro aumento  quando a vaga na Libertadores foi confirmada na temporada passada, mas a tendência tem sido a perda de associados. Em junho do ano passado, quando o contador oficial foi inaugurado, eram cerca de 26.800. Dois meses depois, com a campanha movimentada pela torcida e abraçada pelo Flu, chegou na casa dos 37.400. No entanto, agora, em setembro de 2021, caiu para aproximadamente 29.600.No próximo dia 28, terça-feira, haverá uma nova reunião para a definição da volta do público. A tendência é que, caso todos os clubes consigam a liberação, a rodada do fim de semana seguinte, iniciada em 2 de outubro, já conte com torcedores. A primeira partida do Flu no Maracanã seria contra o Fortaleza, dia 6, às 21h30. Antes disso, o Tricolor enfrenta apenas o Red Bull Bragantino, em 26 de setembro, no Rio de Janeiro.


Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, o presidente Mário Bittencourt falou sobre assuntos do futebol, temas da parte extra-campo  e também sobre o retorno de público ao estádio e o sócio-torcedor . Ele garantiu que nessa volta aqueles torcedores que permaneceram no programa terão prioridade para estar no Maracanã. Neste cenário, além do Fortaleza, a torcida teria jogos contra Atlético-GO, Flamengo, Sport, Palmeiras, América-MG, Internacional e a última rodada com a Chapecoense.

- Quando fizemos a pesquisa sobre o motivo de ser sócio, a maioria diz que é para ir aos jogos. Interrompemos o lançamento e fizemos um trabalho, que começou pela torcida e o clube abraçou. Conseguimos a retenção desses sócios. Mesmo sabendo que não haveria público, 30 mil pessoas se mantiveram. A tendência é que a gente lance daqui há um mês o novo plano, com a abertura do estádio. Nos primeiros jogos vamos privilegiar os sócios que pagaram esse tempo todo. O Fluminense não tem prejuízo quando coloca sua torcida no estádio, vamos privilegiar quem ficou, não vamos nos preocupar com a questão financeira, mas com quem ficou. O protocolo que o Fluminense defende é só de vacinados. o PCR custa muito caro, uma ida a estádio custa R$ 1500, não faz sentido fazer isso com o torcedor. A tendência é que os sócios estejam como convidados do Fluminense - afirmou o presidente.

Vale lembrar que a Prefeitura do Rio de Janeiro aceitou liberar 50% do público nos estádios. De acordo com a publicação no Diário Oficial, apenas pessoas com a vacinação completa podem ir aos jogos, ou seja idosos acima de 60 anos que já tenham tomado a dose de reforço da vacina contra a Covid-19, após 14 dias da aplicação, e pessoas entre 15 e 59 anos, de acordo com o calendário de vacinação (primeira dose, segunda dose ou dose única), e também após duas semanas desde que tenha se vacinado.

https://www.lance.com.br/fluminense/com-queda-socios-milhoes-prejuizo-quer-publico-espera-privilegiar-adimplentes.html