OPINIÃO DO BLOG: A chapa vencedora das ultimas eleições do Fluminense chamava-se "Tantas Vezes Campeão", formada por Mário Bittencourt(presidente) e Celso Barros(Vice geral). Lamentavelmente, parece que definitivamente eles não se entendem e não estão mais, há muito tempo, no "mesmo barco". A "troca de farpas" é constante e o presidente tenta, depois de afastar Celso Barros do departamento de futebol, induzi-lo a se afastar também da vice presidência geral do clube e só não o afasta porque não o poderia por ter sido eleito. O fato lamentável mais recente foi a polêmica entrevista no CT em que Mário Bittencourt se refere a não participação de Celso Barros na Flu Fest. Celso Barros ficou bastante incomodado com as declarações do mandatário e respondeu em suas redes sociais. Fato que faço questão de deixar aqui é que, separadamente, jamais teriam sido eleitos. A pergunta é: estaria o presidente Mário Bittencourt certo em suas atitudes em relação ao seu, outrora aliado? Estaria sendo ingrato? O presidente terá consequências políticas com essa ruptura nas próximas eleições? Como tudo na vida, tem a turma que defende um ou outro e até os dois, contudo, como torcedor, isso só demonstra a desunião e a apreensão em relação ao futuro e das consequências de tudo isso ao clube. .
Celso critica egocentrismo de Mário e desabafa nas redes: “Fiquei perplexo”
Dirigente não poupou críticas a algumas declarações do mandatário
Fonte: NETFLU 07/08/2020
Afastado do departamento de futebol do Fluminense, o vice geral do
clube, Celso Barros, fez um desabafo em sua rede social, na noite desta
sexta-feira, sobre as declarações de Mário Bittencourt, presidente
tricolor, feitas em entrevista coletiva. O dirigente disse estar
surpreso e perplexo e cita a explicação do mandatário por sua não
participação na Flu Fest. Confira o texto publicado na íntegra e a
postagem de Celso:
”Fiquei surpreso e perplexo com a entrevista coletiva do presidente Mário Bittencourt, realizada hoje no CT.
Ao se referir ao fato da minha não participação na Flu Fest, o presidente incorre em alguns equívocos.
Quando
disputamos a eleição eu tinha 67 anos e isso não foi empecilho para que
eu estivesse na chapa. Ao contrário era importante a utilização do meu
nome para que vencêssemos as eleições, como efetivamente ocorreu.
O presidente já me colocou com quase 70 anos, o que eu espero completar em 2022, último ano da nossa gestão.
Quanto
a fazer parte do chamado grupo de risco, é claro que em relação a minha
idade e algumas comorbidades que são comuns nesta faixa etária, eu me
encaixo.
Porém, infelizmente muitos jovens com a idade do presidente, já nos deixaram por causa desta grave doença.
Portanto,
à época da Flu Fest, respeitadas as medidas de distanciamento, o uso de
máscaras e álcool gel, não existiria nenhum problema que eu
participasse do evento.
Em outro momento ele fala abertamente sobre a minha saída do futebol. Gostaria de esclarecer, alguns pontos.
Antes
da eleição o atual presidente assumiu um compromisso comigo que eu
coordenaria o futebol. Ao me retirar do cargo, o mesmo reafirmou o seu
desejo autoritário de comandar o futebol sozinho. Levando consigo,
enormes dificuldades em ouvir opiniões contrárias ao seu pensamento.
Com uma visão egocêntrica e sempre disposto a ter os holofotes sobre a sua pessoa, ele segue um caminho solo.
Acredito
que algumas medidas da atual gestão que discutimos durante a campanha
estão tendo resultado positivo, no entanto, no futebol, que é a alma do
clube, tivemos divergências importantes. Com a saída do técnico em 2019,
que nos deixou na zona do rebaixamento, alguns poucos jogadores
trabalharam para desgastar a minha imagem no grupo. Em relação a esse
episódio, o presidente se comportou de forma covarde e resolveu
abandonar um companheiro que ajudou a elegê-lo.
Talvez estivesse
realizando o seu sonho de exercer um poder ditatorial no clube. Ações de
comunicação e marketing, aparentemente, veem sendo usadas para iludir
os nossos torcedores.
Um outro fato importante é de sempre ter tentado jogar as minhas costas algumas decisões, que foram coletivas.
Quem definiu a saída do técnico Fernando Diniz foi o presidente e eu.
A
contratação do Oswaldo de Oliveira foi definida por três nomes: Mário,
Angioni e eu. A nossa primeira opção era Dorival Júnior e Abel Braga,
isso, no entanto, não foi possível.
Lutamos no ano passado para não
sermos rebaixados. Este ano fomos eliminados no primeiro jogo da Copa
Sul Americana e eu não estava lá para “atrapalhar”. O presidente tinha o
comando pleno.
No campeonato estadual, que na verdade entre as cinco
competições que disputamos é a menos importante, obtivemos o honroso
título de Vice-Campeão. Em relação ao Campeonato Brasileiro, às opiniões
que vem da direção do clube é que possamos estar entre os dez primeiros
colocados. Já na mídia esportiva, as projeções são que brigaremos entre
a décima e a vigésima colocação.
Estarei torcendo, como
sempre torci, para que tenhamos o melhor resultado possível no
Brasileirão. E não esquecendo da Copa do Brasil em que avançaremos, se
revertermos o resultado da derrota, pelo Figueirense no primeiro jogo em
Floripa. Apesar de, não termos enfrentado até o momento nenhum time de
maior investimento.
Poderia falar ainda sobre outras questões, mas, prefiro encerrar por aqui.
Manifesto
a minha posição de não deixar a Vice-Presidência Geral do Clube, em que
fui eleito pelos sócios do mesmo, e de manter a disposição de
contribuir com a Gestão do Futebol do Flu. “ https://www.netflu.com.br/celso-critica-egocentrismo-de-mario-e-desabafa-nas-redes-estou-surpreso-e-perplexo/
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RECORDAR É VIVER
Após postagem polêmica, Bittencourt afasta Celso Barros de viagens do Flu
Medida visa blindar elenco e o Marcão, que se dependesse do vice geral, já teria deixado o cargo de técnico
Fonte: LANCE 05/11/2019
A postagem nas redes sociais, feita pelo vice geral Celso Barros, na
qual ele culpava Fernando Diniz pelo Fluminense estar no Z4 e se
mostrava favorável por mudanças, repercutiu muito mal no Fluminense.
Tanto que o presidente Mário Bittencourt tirou o dirigente das próximas
duas viagens do time, que enfrenta em sequência, São Paulo, no Morumbi, e
Internacional, no Beira-Rio. A informação foi publicada inicialmente
pelo site do Globo Esporte. A medida visa blindar Marcão, já que
Celso Barros é a favor da contratação de um novo técnico desde o empate
contra a Chapecoense. Além disso, o elenco estaria insatisfeito com o
dirigente, que teria respondido a polêmica postagem, dando a entender
que os jogadores teriam pena de Diniz no confronto de quinta-feira.- O que não pode acontecer é o nosso elenco ficar com pena do Diniz. Ele treina o São Paulo. Quem treina o Flu é o Marcão.A turbulência política no Fluminense foi tema na entrevista coletiva do
volante Yuri. Na avaliação do jogador, esses problemas não vão entrar em
campo. - Acho que não desestabiliza. Estamos preocupados dentro
de campo. Esse problema de fora, eles que resolvem. a gente está
fechado com o Marcão e isso não vai atrapalhar o nosso rendimento não -
avaliou Yuri, que reforçou o apoio ao Marcão.- Se o técnico é
mandado embora, é culpa é dos jogadores. Por isso, nos abalamos. É do
futebol, infelizmente. No Brasil, se não tem resultado sobra para o
treinador. A gente não pode pensar nisso. Temos que trabalhar todos os
dias para ir para o jogo e jogar da melhor forma possível. Hoje, ele é o
treinador do time. Por isso, estamos fechados com ele. - finalizou.Sem
vencer há cinco jogos, o Fluminense se encontra dentro da zona de
rebaixamento, ocupando a 17ª posição, com 31 pontos, dois a menos que o
Cruzeiro. Quinta-feira o time enfrenta o São Paulo, no Morumbi.https://www.lance.com.br/fluminense/apos-postagem-polemica-bittencourt-afasta-celso-barros-viagens-flu.html

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Mário confirma afastamento de Celso até o fim do ano: “Eu assumi o futebol”
Presidente do Fluminense acumulará função
Fonte: NETFLU 21/11/2019 O presidente Mário Bittencourt responderá pelo departamento de
futebol do Fluminense até o fim do Campeonato Brasileiro. O próprio
confirmou a novidade em entrevista coletiva nesta quinta-feira. Ele
explicou as desavenças com o vice-geral Celso Barros e revelou que este
está fora do futebol, pelo menos, até quando terminar a competição.– Quando a gente optou pela saída do Fernando Diniz, o vice-geral me
comunicou que queria tirar o treinador. Eu não concordava. Não era a
minha intenção e nem a do diretor, mas era a do vice-presidente. Acabei,
diante de uma grande conversa, me convencendo de que teria que fazer a
mudança. Quando houve uma nova conversa e o vice-presidente se
posicionou de tirar o treinador atual, disse que era contrário e não
acataria essa decisão. O vice-presidente atual tinha o posicionamento
de tirar o Marcão, eu entendia que não era o momento porque uma mudança
geraria um novo problema. Apesar de alguns resultados ruins a gente
vinha numa melhora de desempenho e que os números mostravam que se
continuássemos iremos sair dessa. E se programou uma conversa de dia
seguinte para bater o martelo e estender essa decisão e vocês saberiam
se fica ou se sai. E aí o vice-presidente, o Celso, buscou o caminho das
redes sociais, expondo um debate interno, dando entrevistas no sentido
de que ele queria tirar o treinador. Diante das postagens e de algumas
repercussões em rede social eu optei, naquele momento, em afastá-lo do
departamento de futebol. Tenho vários outros vice-presidentes no clube
que trabalham alinhados comigo, e nem sempre concordamos, mas quando
tomamos uma decisão dentro da sala, ela sai como institucional e a
partir do momento que o vice-presidente vai às redes sociais e tenta
atribuir ao presidente como se fosse uma decisão autoritária ou sem
critério, me senti exposto. Eu assino todos os documentos, o patrimônio,
que está escrito, é o meu. Por isso trabalho com foco e com convicção e
diante daquilo, achei que a atitude de jogar para o lado de fora,
geraria instabilidade no ambiente e o afastei das viagens – esclareceu
Mário, que prosseguiu:– Outras postagens aconteceram, outros comentários, pessoas ligadas
ao grupo que o apoiou no passado e o apoia, me atacando pessoalmente com
várias inverdades sobre a gestão e tudo isso faltando poucas rodadas
para acabar o campeonato, onde a gente luta para ficar na primeira
divisão. Disse a ele o que estou dizendo aqui, fez suas ponderações e o
que eu combinei com ele ontem (quarta-feira) é que até o fim do ano o
afastamento seguirá. Ele é vice-presidente geral eleito, é um direito
legítimo e essas atribuições no futebol, a partir de hoje, assumo o
futebol nessas últimas cinco rodadas e ele esperará até o fim do ano
para ter uma nova conversa e vamos ver se ele segue conosco no futebol
ou como vice-geral.https://www.netflu.com.br/mario-confirma-afastamento-de-celso-ate-o-fim-do-ano-eu-assumi-o-futebol/
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“Tantas Vezes Campeão”: Mário Bittencourt vence eleição e comanda o Fluminense até o fim de 2022
Fonte: Canal FluNews por Nicholas Rodrigues 08/06/2019
Fim da era Abad, início da era “Tantas Vezes Campeão”. Nesse sábado,
os sócios elegeram Mário Bittencourt a presidente do Fluminense, com
Celso Barros como vice. Apoiado por diversos ex-jogadores, como Aílton,
Duílio, Marcão e Ronald, ele conseguiu 2.225 votos e desbancou Ricardo
Tenório, que ficou com 1.032 votos. Nas 14 urnas eletrônicas, cedidas
pelo TRE-RJ, e em cédulas de papel, destinadas àqueles que regularizaram
sua inadimplência durante o dia, foram contabilizados 3286 votantes (5
brancos e 24 nulos).
Iniciada às 9h, com os concorrentes lado a lado recebendo os sócios
na entrada na sede, a votação terminou às 18h. Simultaneamente, na Rua
Álvaro Chaves, partidários de ambos os candidatos davam continuidade à
campanha, com panfletagem, entrega de adesivos e exibição de faixas. A
apuração levou mais de 1 hora até ser finalizada e foi acompanhada por
centenas de torcedores com festa, às 19h20. O anúncio do resultado,
feito pelo presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Leite,
aconteceu da janela do Bar dos Guerreiros.
A nova gestão, que segue até o fim de 2022, será empossada na
segunda-feira, dia 10, e assume o comando no dia seguinte. Porém, a
ideia é promover um primeiro encontro com os jogadores amanhã, no hotel
onde estão concentrados para o clássico com o Flamengo, pela 8ª rodada
do Campeonato Brasileiro.
Originalmente previsto para novembro, o pleito ocorreu em junho
devido à aprovação dos sócios à proposta de Pedro Abad para alterar o
estatuto e adiantar a data. O agora ex-mandatário o fez em razão do
desgaste político sofrido em três anos e meio de mandato.
MÁRIO E CELSO NO MEIO DA GALERA
Enquanto seguravam a ansiedade no aguardo da oficialização do
vencedor, Mário Bittencourt e Celso Barros se juntaram aos
correligionários para celebrar a iminente vitória. Consagrados campeões,
subiram ao Bar dos Guerreiros para falar pela primeira vez como novos
presidente e vice-presidente do Tricolor.https://canalflunews.com/2019/06/08/tantas-vezes-campeao-mario-bittencourt-vence-eleicao-e-comanda-o-fluminense-ate-o-fim-de-2022/
Celso Barros(a esquerda), seu apoio foi decisivo para a eleição do presidente Mário Bittencourt