sexta-feira, 22 de maio de 2020

Fluminense arrecada R$ 130 mil Reais com "ingressos" para Fla-Flu de 1995; valor será convertido em cestas básicas

Fonte: GE 19/05/2020
O Fluminense arrecadou quase R$ 130 mil com os mais de 20 mil ingressos simbólicos comprados pelos torcedores para o Fla-Flu de 1995. Os bilhetes virtuais tiveram os valores de R$ 3,50 para sócios e de R$ 7,00 para não sócios.A partida que decidiu o título a favor do Fluminense com o famoso gol de barriga de Renato Gaúcho, foi retransmitida Domingo passado  pela Band. A programação ainda contou com uma Live na FluTV com Ailton, Cadu e Roni, integrantes do time campeão.O valor será revertido para a compra de cestas básicas que serão distribuídas aos funcionários do clube que recebem até quatro salários mínimos. O clube divulgou números da ação:
SÓCIO FUTEBOL
Sócio Futebol: 67% dos 21.005 ingressos foram feitos por check-in de sócios, recorde de check-is realizados por sócios fora do estado do Rio. Quatro vezes mais associações em comparação com a média durante a quarentena. Redução de 10% na inadimplência do sócio futebol.
REDES SOCIAIS
No Twitter a ação gerou 1,8 milhão  de impressões orgânicas apenas no Domingo, bem acima da média nos últimos 30 dias de 721,5 mil por dia. O número chega perto dos 2,1 e 2,2 milhões alcançados nos dias 5 e 6 de Mai, respectivamente, quando as camisas Umbro foram lançadas.
No Instagram a ação gerou cerca de 253 mil interações diretas. Foram mais de 6,5 milhões de impressões e mais de 800 novos seguidores durante esta semana de divulgação e execução.
YOU TUBE
A transmissão da Live com Ailton, Cadu e Ronald, campeões de 1995, rendeu ao FluTV mais de 16 mil visualizações com mais de 2.600 horas  de exibição total(número de minutos somados em que cada um dos espectadores permaneceram no vídeo.),70(setenta) novos inscritos  e mais de 86 mil impressões.
LOJA
Segundo dados da loja oficial do Fluminense, as vendas no Domingo, apenas durante a partida reprisada na Band, foram 6 vezes maior do que a média diária.

https://globoesporte.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/fluminense-arrecada-r-130-mil-com-ingressos-para-fla-flu-de-1995-valor-sera-convertido-em-cestas-basicas.ghtml

Fluminense distribui cestas e comenta sobre sub-23

- Entrega só foi possível após sucesso na venda de ingressos simbólicos durante transmissão do histórico jogo contra o Flamengo, em 1995  Fonte: Futebol na Veia Por Iago Almeida 22/05/2020
 Após sucesso na venda de ingressos simbólicos durante transmissão, no último domingo (17), do histórico Fla x Flu de 1995, com famoso gol de barriga de Renato Gaúcho, o Fluminense entregou 340 cestas básicas para os funcionários do clube. A entrega aconteceu nesta quarta-feira (20), nas sedes das Laranjeiras  e em Xerém, onde fica o CT da base do clube, para os colaboradores que recebem até quatro salários mínimos.
Os colaboradores com filhos de até seis anos de idade tiveram alguns itens especiais para a garotada. No total, serão 429 beneficiados pela ação, que ainda teve mais entregas nesta quinta-feira (21). O presidente Mário Bittencourt agradeceu a participação do torcedor e o engajamento de tricolores que compraram mais de 21 mil bilhetes.
Quero agradecer aos nossos campeões de 95 – pelo título que nos deram -, e a vocês, torcedores, porque essa ajuda vai possibilitar a compra de muitas cestas básicas para os nossos funcionários, nesse momento de tantos desafios e dificuldades”, enfatizou.
 https://www.futebolnaveia.com.br/wp/fluminense-distribui-cestas-e-comenta-sobre-sub-23/
O clube montou logística para retirada das cestas, cumprindo as orientações dos órgãos governamentais para evitar a proliferação do novo coronavírus. Os funcionários tiveram que passar pela medição de temperatura. O clube ainda disponibilizou um local para lavar as mãos, além de álcool em gel.
No último mês, o Fluminense já havia realizado ação semelhante, quando também realizou entrega 412 cestas básicas ao mesmo grupo de funcionários. As cestas contêm mantimentos para durarem um mês e contam com itens como arroz, feijão, macarrão, fubá, linguiça, molho de tomate e açúcar.
Twitter oficial do Fliminense FC:"A torcida ajudou o Flu no último domingo e garantiu mais de 21 mil ingressos, tendo arrecadado um total de R$ 129.370,50! O valor será revertido em doações para os funcionários do clube. Obrigado!"Com sucesso na venda de ingressos simbólicos para a decisão do Carioca de 1995, Fluminense entrega 340 cestas básicas a funcionários do clube."
 https://twitter.com/FluminenseFC/status/1262844583244959744

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Em live, Mário Bittencourt fala sobre a manutenção do quadro de funcionários, redução salarial dos jogadores e retorno dos treinos

Fonte: Explosão tricolor 13/05/2020
Na última segunda-feira (11), o presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, participou de uma live no Instagram, através do perfil “Papo Trabalhista”. Durante o bate-papo com o juiz do trabalho Marcos Dias, o mandatário tricolor falou sobre a manutenção do quadro de funcionários do clube, redução salarial dos jogadores, retorno dos treinos e muito mais. Leia a íntegra abaixo:


Manutenção do quadro de funcionários

“Nenhuma. Nós tivemos um movimento muito bacana logo assim que paralisou o clube: os nossos gerentes e diretores mandaram uma carta para mim propondo uma redução dos próprios salários em função das pessoas menos favorecidas. Acredito que isso tenha ocorrido em razão da maneira que viemos trabalhando desde que assumiu em junho do ano passado.
Quando a gente assumiu tinha quase três meses de salário atrasado e o 13º de 2018. Em nove meses de gestão, a gente conseguiu quitar 12 meses. Sendo muito honesto e transparente, é óbvio que ainda exite buraco, mas em respeito ao trabalho que vem sendo feito o primeiro ato deles foi esse. Com essas pessoas se fez acordos individuais, baseado no artigo 444 (CLT), e em razão disso se teve um alívio na folha.
Pessoas de maior salário fizeram o redutor, e se conseguiu ir mantendo os empregos das pessoas que possuem maior dificuldade. E dando outras ajudas no mês que passou, e devemos repetir, aos funcionários que ganham até R$ 4 mil a gente ofertou cestas básicas. Foram 443 cestas com duração de um mês, bem sortidas, e teve ótima repercussão. Até o momento não tivemos nenhuma demissão após a paralisação.”

Retorno dos treinos

“Não vou comparar o Brasil com a Alemanha, com todo respeito. Quando falo com as pessoas sobre isso, digo: “Então vamos usar o critério alemão para tudo. Dividir as cotas como na Alemanha, a tabela, o mesmo calendário… Aí pode se comparar”. Usar só a parte boa, que a Alemanha vai voltar, sendo que lá o controle e isolamento social foi maior. Em um país de dimensão continental como o Brasil, vai ter uma situação em cada lugar. Grêmio e Inter voltaram a treinar. Parece que só morreram 17 em Porto Alegre, e o governo de lá disse que os CTs estão na faixa laranja, onde é permitido o trabalho com algumas restrições.
No Fluminense fizemos várias reuniões, minha com a comissão técnica, mas que engloba todo mundo: médico, psicólogo… E a posição que recebi deles foi a seguinte: se os atletas treinarem no CT de forma individual, sem bola, sem coletivo, vão ter ganho de 7% a 10% a mais do que teriam treinando em casa. Diante disso, acho que, sinceramente, no pico da pandemia, com o número de mortes elevados todos os dias, para mim é um contra senso ouvir da parte técnica esse ganho e tirar as pessoas de casa, para fazerem esse percurso de ir e voltar e possam carregar o vírus para lá e para cá.
Engraçado que o preparador físico do Grêmio deu entrevista que voltaria, mas o ganho dos treinos seria 5% a mais do que se estivesse em casa. Ou seja, até menos do que a gente avaliou. Entendo o posicionamento do Grêmio, eles têm a teoria de que saindo de casa os atletas arejam a cabeça, o acompanhamento psicológico é melhor… Mas acho que são visões distintas, não adversárias. A equipe do Fluminense, com a minha concordância, optou por enquanto em seguir o treinando de casa.
E entra na esfera trabalhista também. Com a decisão do STF recente, com relação à doença ocupacional, a partir do momento que se testa 40 jogadores e eles não estão infectados, você atrai o ônus para o empregador, pelo menos na minha visão. Se o funcionário entra, não tem nada e contrai o vírus depois que retornou… Não posso negar que muitos atletas, não só do Fluminense, gostariam de voltar a treinar presencialmente. Tenho dito que vai chegar esse momento, mas quando a gente entender que não está se colocando a vida dos outros em risco. O argumento de que atleta não é grupo de risco não me convence como ser humano. Todos têm avôs, esposas, filhos em casa.
Se tivéssemos a possibilidade de ficar toda a comunidade do futebol confinada em três, quatro hotéis, e jogar, diminuiria muito o risco do contágio. Mas como as realidades são diferentes… Ouço pessoas falando assim: “Estamos no mesmo barco”. Não! Estamos na mesma tempestade, mas os barcos são diferentes. Tem gente de navio, lancha, iate e canoa sem remo. Existem clubes de menor expressão que não têm CT, têm mais dificuldades. No nosso próprio CT, a parte de campo e vestiário está terminada, mas não temos dormitório, por exemplo.
Não sou inocente e infantil a ponto de achar que quando tudo retornar não vamos conviver com o vírus. Óbvio que vai, certamente continuaremos de máscara, pelo que tenho ouvido de médicos experientes. Que isso siga até setembro, outubro, novembro… A discussão é matemática. Quando a gente olhar e tiverem 30 mortes por mês, e estiverem sobrando mil leitos, aí sim voltam as atividades para manter a economia funcionando. Vamos atender a todos os protocolos, invariavelmente uma ou outra pessoa vai se contaminar, mas tendo a possibilidade de todos serem atendidos.
Suponhamos que voltem os jogos no pico pandêmico, um atleta se choca com outro no ar, bata a cabeça e precisa de uma UTI porque teve uma lesão mais grave, uma fratura… Corremos o risco de não ter UTI para atender, como não somos serviço essencial. Em que pese que o povo inteiro ama. Futebol sempre fez parte da minha vida e hoje, como presidente, faz da minha vida e do meu trabalho. Não estamos nem 60 dias em casa. Diante de tantos anos que a gente passa pelo mundo, tem tanta vida pela frente, por que não pode esperar só mais um pouquinho e voltar com mais segurança e preservando as pessoas?”

Férias coletivas

“Das férias coletivas, acabou se fazendo um acordo de todos os clubes. A nossa ideia principal era que dando ferias coletivas a gente ganhava um mês de calendário. Ficou meio que combinado que, voltando o campeonato, a gente vai explodir dezembro e quem sabe até adentrar janeiro para não perder as 38 datas do Brasileiro. Diria que foi um acordo geral. Entretanto, por divergências de opiniões, a maioria dos sindicatos não reconhece a Fenapaf (Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol) como sua representante, ficou decidido entre os clubes de cada um tentar seus acordos com os elencos.”

Redução salarial dos jogadores

“Não vou citar nomes de clubes, mas alguns fizeram imposição de maneira unilateral, o que eu discordo. A maioria, pelo que se leu, foi que impôs a condição, e isso pode virar uma enxurrada de ações trabalhistas. E no futuro alguém vai pagar essa conta. Eu optei por outro caminho, tenho uma relação muito boa com os jogadores, de transparência. Por quê? Porque fui muitos anos advogado do clube e os defendia no STJD. Eles sempre tiveram uma boa relação comigo, e depois quando fui vice de futebol por dois anos. Óbvio que não são os mesmos jogadores, mas há aquela historia do “boca a boca”, um fala para o outro, então eles sempre deixam claro que sou de relação transparente.
Tudo que a gente tem que conversar eu mostro os números: porque não pagou isso ou aquilo, o fluxo de caixa do clube… Mostro que a gente pegou um clube com faturamento médio por ano de R$ 200 milhões, com um custo médio de R$ 180, R$ 190 milhões. Mas uma dívida de R$ 700 milhões, dos quais R$ 200 e poucos milhões são a curto prazo. Então só o que a gente tem de penhora come mais do que o lucro que teria. Por isso temos uma folha salarial bem abaixo dos maiores clubes do Brasil hoje, diria que talvez sejamos a 12ª ou 13ª folha do futebol brasileiro nesse momento.
E fomos construindo essa relação. Mostro que é muito difícil, mas me empenho bastante para tentar resolver minimamente os problemas da instituição. Eles criaram uma comissão, um grupo de cinco atletas, e nós em um grupo de “WhatsApp” fomos negociando. Não diria que foi dura, mas ela foi longa. Por quê? Porque, em que pese eles acreditarem bastante naquilo que venho fazendo na minha gestão, todos são ressabiados com coisas que passaram em outros momentos na vida profissional. Foram se falando entre eles, criaram um fórum, os que me conheciam a mais tempo foram passando aos outros. E para preservar os empregos dos mais humildes, que têm um carinho enorme deles. Até ao longo do ano, antes da pandemia, ajudam com cestas básicas. Eles entenderam.
Nosso diretor, Paulo Angioni, tem 40 anos de futebol, trabalhou nos maiores clubes, e tem um pensamento muito alinhado com meu. Nosso dia a dia lá é assim: primeiro se trata o homem, depois o atleta. Então foi um elo importantíssimo. O Odair ajudou muito, é um cara de grande caráter, uma história de vida muito bonita. Foi um dos que colocou seu salário à disposição logo de cara. E os jogadores foram ótimos, humanos, entenderam bastante.
A gente construiu um acordo excelente: no mês de março eles renunciaram 15%; vamos pagar 65%, com os 20% para completar 85% para pagar até final do ano. As férias de abril serão pagas 50% agora em maio e 50% e mais o terço constitucional em dezembro. E em maio eles renunciaram a 25% integralmente. Ainda colocamos uma cláusula, chegando em junho e não retornando o futebol, a gente senta para conversar novamente. Ou para redução, ou suspensão (do contrato) com prorrogação pelo tempo que ficou suspenso…
Coloquei uma cláusula para protegê-los também, achei que eles tinham esse direito. Propus que tudo que tivesse atrasado a gente ir quitando parceladamente até dezembro. Se não quitar, lá na frente a gente devolve o que eles abriram mão. Eles gostaram muito dessa cláusula. Negociaram também com o Alfredo Sampaio, presidente do sindicato dos atletas. Foi uma negociação de alto nível, já homologamos (o acordo), registramos no ministério da economia e estamos totalmente cobertos pela legislação. Já estamos em tratativas de discutir possibilidades do retorno, costurar também um acordo que proteja a saúde deles e a instituição.
Todos os atletas assinaram e houve uma assembleia por videoconferência do presidente do sindicato com eles. 99% dos atletas concordaram. Teve um que não concordou, mas porque tinha algumas dúvidas. Quando foram sanadas, percebeu todos os trâmites da gestão coletiva. Durante 18 anos fiquei na ponta onde estouram os problemas, vendo o clube ser condenado em centenas de verbas justamente por não ter paciência para negociar. Acho que fiz o correto, protegi a instituição e ao mesmo tempo os atletas.
Tenho recebido ligações e mensagens deles agradecendo por não voltar aos treinos presencialmente, que se sentem seguros. A hora que disser “agora está na hora”, as autoridades de saúde autorizaram, a pandemia está baixando, tenho certeza que vão retornar tranquilamente porque sabem que tem uma diretoria e comissão técnica maravilhosas, setor jurídico, financeiro… Fui agraciado com uma equipe espetacular. Temos sido estremamento habilidosos nesse momento e espero que a gente consiga continuar tendo essa habilidade.”
 https://explosaotricolor.com.br/em-live-mario-bittencourt-fala-sobre-a-manutencao-do-quadro-de-funcionarios-reducao-salarial-dos-jogadores-e-retorno-dos-treinos-leia-a-integra/


sexta-feira, 8 de maio de 2020

Em nota, Flu reforça posicionamento contra retorno às atividades de futebol

Fonte: Site oficial do Fluminense FC
“O Fluminense Football Club vem a público esclarecer os motivos que o levaram a não assinar a carta emitida pela FERJ nesta sexta-feira. O clube acredita que não é o momento do futebol brasileiro dar qualquer sinalização de retorno do esporte quando o país inteiro, particularmente o Rio de Janeiro, está com extrema dificuldade de fazer a população cumprir o isolamento social necessário para reduzir o número de contaminações e mortes por conta do Covid-19, e cidades inteiras começam a anunciar medidas ainda mais severas, como o lockdown.O Fluminense reforça que a sua posição, desde o início da pandemia, é de só retornar aos treinos presenciais quando os órgãos governamentais e de saúde derem o aval para o retorno em segurança de todos os funcionários envolvidos nestas atividades.”

 PELA PRIMEIRA VEZ, O RIO ULTRAPASSA SÃO PAULO E REGISTRA O MAIOR NÚMERO DE MORTES POR COVID-19 EM 24 HORAS

Fonte: TV Globo e  G1 08/05/2020
Estado teve 189 mortes confirmadas em um dia, enquanto São Paulo teve 161. Número total de casos no RJ é de 14.156 e de mortes 1.394.O número é mais que o dobro do número anterior, registrado na quarta-feira(06), quando foram confirmadas 82 mortes. Desde o inicio da Pandemia já foram confirmadas 1.394 mortes com outras 570 que ainda estão sendo investigadas.O número de casos também deu um salto, foram 861 novos registros e 14.156  casos confirmados no total. Só na capital Fluminense, foram 155 mortes confirmadas. 
Compare Rio e São Paulo:
RJ CASOS CONFIRMADOS  14.156 (05/03 foi o primeiro caso confirmado de Covid-19)
SP CASOS CONFIRMADOS  39.978 (26/02 foi o primeiro caso confirmado de Covid-19)

RJ MORTES CONFIRMADAS 1.394 (19/03 foi a primeira morte confirmada de Covid-19)
SP MORTES CONFIRMADAS 3.206 (1703 foi a primeira morte confirmada de Covid-19)

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/05/08/casos-de-coronavirus-no-rj-em-8-de-maio.ghtml

Clubes cariocas se dividem em relação ao retorno das atividades do futebol. Flamengo, Vasco e os demais são a favor enquanto Fluminense e Botafogo são contrários

Fonte: Esporte interativo Por Aline Nastari 08/05/2020
Os quatro grandes clubes do Rio divergem em relação ao retorno das atividades do futebol. Enquanto Flamengo e Vasco são a favor da volta o mais rápido possível, Fluminense e Botafogo entendem que o momento no estado é crítico para pensar em treinos presenciais. Posicionamentos que ficaram evidente na nota de esclarecimento divulgada mais cedo pela Federação de Futebol do Rio de Janeiro(FFERJ) já que o tricolor e o alvinegro foram os únicos clubes a não assinarem.
Procurado pelo Esporte Interativo o Fluminense explicou através de sua assessoria a não adesão do posicionamento da entidade:
“Não assinamos porque, como já dito, o Fluminense só voltará aos treinos presenciais quando houver um posicionamento oficial das entidades governamentais e de saúde. Nesse momento estão falando em ‘lockdown’ no estado, chega a ser um contrassenso pensar em voltar. Seguimos com a mesma posição do início”.Segundo a assessoria, a posição do Fluminense é em virtude do cenário atual no Rio de Janeiro. Pela primeira vez o estado ultrapassou São Paulo e registrou o maior número de mortes por Covid-19 em 24 horas.  Foram 189 apenas nesta quinta-feira (7), mais que o dobro registrado na quarta-feira (6), quando 82 pessoas morreram contaminadas pelo vírus. O Botafogo segue a mesma linha.
“É questão de coerência a nosso posicionamento público. Estamos próximos ao pico da pandemia, com o sistema público de saúde perto da asfixia e o que mais se fala é em lockdown. O futebol pode esperar. O retorno tem que ser orgânico. Respeito a atitude dos demais clubes, mas entendemos ser a hora de preservar a saúde de todos e por isso não assinamos” – disse o presidente Nelson Mufarrej.
A nota da Federação fala em retornar às atividades “de forma responsável, restrita, reduzida e sob vigilância”, obedecendo um protocolo médico já estabelecido. O posicionamento traz ainda a importância econômica do futebol que emprega muitas famílias que já estão sofrendo nesse momento de crise.
Flamengo e Vasco também foram procurados. O rubro-negro carioca, através de sua assessoria, disse que entende que a nota da FERJ já é um posicionamento e a princípio não dará nenhum outro complementar. Já o Vasco não respondeu até o fechamento desta matéria.
https://www.esporteinterativo.com.br/futebolbrasileiro/Fluminense-e-Botafogo-explicam-no-assinatura-de-nota-da-FERJ-O-futebol-pode-esperar-20200508-0017.html

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Fluminense divulga oficialmente as novas camisas com material esportivo da Umbro

Fonte: NETFLU 06/05/2020
No site do Fluminense já constam as camisas um (tricolor) e dois (branca), produzidas pela Umbro, a nova fornecedora de material esportivo

Fluminense lança primeira coleção com a Umbro em live; veja imagens

Tricolor fez transmissão na noite desta quarta-feira com direito a show do rapper Xamã e apresentou oficialmente os novos uniformes

Fonte: TERRA LANCE! 06/5/2020
Depois do adiamento, o Fluminense, enfim, lançou a coleção de uniformes com a Umbro. Os modelos do primeiro ano da parceria foram divulgados oficialmente nesta quarta-feira, através de uma live no canal do clube do Youtube. O "evento" teve direito a show do rapper Xamã, torcedor declarado do Tricolor, que usou o número 70 em homenagem ao título Brasileiro daquele ano e inspiração do novo uniforme.Foram apresentadas as camisas tricolor e branca, além da coleção de aquecimento, treino, shorts, meiões e de goleiro. A camisa 3, uma das poucas que ainda não vazou, não fez parte do evento e terá um lançamento separado nos próximos meses.
O Fluminense precisou se adaptar depois de dois fatores importantes. Primeiro, o vazamento dos uniformes nas redes sociais, que irritaram a diretoria no último mês. Depois, o lançamento oficial estava previsto para março, e o Tricolor estrearia o uniforme número 1 no dia 22, em partida contra o Volta Redonda. No entanto, a pandemia do novo coronavírus, que paralisou os campeonatos, fez com que clube e Umbro adiassem os planos.
A situação os constantes vazamentos, inclusive, pressionou o Flu e a fornecedora para que o lançamento fosse o quanto antes. A live no Youtube foi a forma encontrada e desde o anúncio da transmissão, o clube teve 2,8 mil novas inscrições na FluTV. Após o final da live, o número subiu em mais de 10 mil.Antes mesmo do lançamento, os jogadores do Fluminense já utilizaram o novo uniforme e divulgaram imagens nas redes sociais. O torcedor poderá adquirir as novas camisas online, através do site loja.fluminense.com.br. Os valores variam de R$ 169,90 (treino) a R$ 259,90 (jogo).
Durante a transmissão, o presidente Mário Bittencourt apareceu ao lado das filhas para mandar um recado. João Pedro, ex-Flu e atualmente no Watford, também participou rapidamente.
- Agradecer ao Xamã pela live e à Umbro, nossa parceira, por ter feito, sem dúvidas, uma das camisas mais bonitas da história do clube. Lembrar que é importante que a gente compre as camisas oficiais e produtos oficiais nas lojas do Fluminense para combatermos a pirataria. Quero fazer um agradecimento especial para toda a nossa torcida que nesse momento de extrema dificuldade da sociedade tem sido engajada e se mantido ao lado do Fluminense. O clube será eternamente grato pela atitude de vocês - disse Mário.
A Umbro foi anunciada pelo Fluminense como novo fornecedora de material esportivo em dezembro do ano passado, em substituição à Under Armour. O tempo de contrato entre o clube e a empresa inglesa é de três anos. A empresa também é responsável pelos uniformes de Athletico-PR, Fluminense, Grêmio, Santos e Sport.
 https://www.terra.com.br/esportes/lance/fluminense-lanca-primeira-colecao-com-a-umbro-em-live-veja-imagens,f3beede287b5f798f3c2829ee47d5b1fofk9clxm.html



 CLUBE ESCLARECE ALGUMAS CRITICAS SOBRE PREVENÇÃO AO COVID-19
O Fluminense lançou oficialmente os novos uniformes, produzidos pela Umbro, na última quarta-feira. Durante a apresentação, foram mostradas fotos e vídeos com a participação de jogadores como Hudson, Nenê e Ganso. Via redes sociais, o clube esclareceu que tal produção presencial ocorreu antes da explosão da pandemioa do novo coronavírus no país

Fluminense paga restante dos salários de fevereiro e parte do salário de março

Fonte: NETFLU 
 Apesar da situação, débito com os funcionários ainda é grande
O Fluminense informa que efetuou nesta quarta-feira parte dos pagamentos pendentes dos seus funcionários e prestadores de serviço. De acordo com o clube, a divisão foi feita da seguinte maneira:40% dos Salários dos CLTs de março15% dos salários dos PJs que faltavam de fevereiro
Vale lembrar, contudo, que o Tricolor ainda deve férias de dezembro e janeiro, a maior fatia dos salários de março, abril integralmente, além dos atrasos no depósito do FGTS.

domingo, 3 de maio de 2020

Fluminense tem aumento de sócio-torcedor durante a quarentena

Campanha lançado pelo clube para evitar evasão tem resultado positivo: para cada desligamento, três novos sócios aderiram um dos planos do projeto
Fonte: Esporte Interativo Por Aline Nastari 24/04/2020
Durante a paralisação do futebol por conta da pandemia do novo coronavírus a taxa de adesão de torcedores do Fluminense ao projeto Sócio Futebol foi maior que a de evasão. Para cada associado que pediu desligamento, o clube teve três novos sócios. O número registrado foi ainda maior em dezembro e janeiro, meses com poucos jogos. No último sábado, o presidente do clube Mário Bittencourt, em entrevista ao Fora de jogo, do Esporte Interativo, já havia aproveitado para agradecer ao torcedor.“Apesar do problema, nossa quantidade de Sócio Futebol até agora não nada foi exponencial, mas não diminuiu, pelo contrário, aumentou um pouco. Então a nossa torcida está nos ajudando muito e eu só tenho a dizer a palavra gratidão ao nosso torcedor”números comprovam o resultado positivo da ação feita para o Sócio Futebol, lançada no início de abril, que dobrou os benefícios dos associados. O objetivo foi minimizar os efeitos da ausência de jogos e manter os torcedores perto do clube em um momento de crise. Como forma de agradecimento, o clube manterá a campanha.“O Fluminense continua contando com seus sócios e torcedores para superar essa crise momentânea. Com a paralisação causada pela pandemia, o Sócio Futebol se tornou uma das poucas fontes de receita recorrentes do clube e tem sido fundamental para manter as atividades, incluindo o pagamento dos salários de jogadores e funcionários”, destaca o presidente Mário Bittencourt.
A ação feita dá desconto extra nos ingressos para os jogos. Os torcedores que assinam os planos “Sócio Futebol”, “Eterno Amor” ou “Pacote de Jogos” que dão 50% de desconto nas entradas para as partidas com mando de campo do Fluminense passaram a ter 100%, ou seja, acesso gratuito. Já os assinantes dos planos “Tricolor de coração, “Pacote Futebol” e “Check-ins 2020” que tem direito a um ingresso, ganham um extra, sendo assim, duas entradas.
Além disso, será lançado no segundo semestre um programa de pontos e a pontuação dos sócios durante a quarentena terá valor dobrado. O último benefício anunciado foi uma placa móvel atrás do gol do setor sul do Maracanã com os nomes dos sócios quando os jogos retornarem. A duração dos benefícios depende do tempo de paralisação.

https://www.esporteinterativo.com.br/futebolbrasileiro/Fluminense-tem-aumento-de-socio-torcedor-durante-a-quarentena-20200424-0001.html