domingo, 3 de maio de 2020

Fluminense tem aumento de sócio-torcedor durante a quarentena

Campanha lançado pelo clube para evitar evasão tem resultado positivo: para cada desligamento, três novos sócios aderiram um dos planos do projeto
Fonte: Esporte Interativo Por Aline Nastari 24/04/2020
Durante a paralisação do futebol por conta da pandemia do novo coronavírus a taxa de adesão de torcedores do Fluminense ao projeto Sócio Futebol foi maior que a de evasão. Para cada associado que pediu desligamento, o clube teve três novos sócios. O número registrado foi ainda maior em dezembro e janeiro, meses com poucos jogos. No último sábado, o presidente do clube Mário Bittencourt, em entrevista ao Fora de jogo, do Esporte Interativo, já havia aproveitado para agradecer ao torcedor.“Apesar do problema, nossa quantidade de Sócio Futebol até agora não nada foi exponencial, mas não diminuiu, pelo contrário, aumentou um pouco. Então a nossa torcida está nos ajudando muito e eu só tenho a dizer a palavra gratidão ao nosso torcedor”números comprovam o resultado positivo da ação feita para o Sócio Futebol, lançada no início de abril, que dobrou os benefícios dos associados. O objetivo foi minimizar os efeitos da ausência de jogos e manter os torcedores perto do clube em um momento de crise. Como forma de agradecimento, o clube manterá a campanha.“O Fluminense continua contando com seus sócios e torcedores para superar essa crise momentânea. Com a paralisação causada pela pandemia, o Sócio Futebol se tornou uma das poucas fontes de receita recorrentes do clube e tem sido fundamental para manter as atividades, incluindo o pagamento dos salários de jogadores e funcionários”, destaca o presidente Mário Bittencourt.
A ação feita dá desconto extra nos ingressos para os jogos. Os torcedores que assinam os planos “Sócio Futebol”, “Eterno Amor” ou “Pacote de Jogos” que dão 50% de desconto nas entradas para as partidas com mando de campo do Fluminense passaram a ter 100%, ou seja, acesso gratuito. Já os assinantes dos planos “Tricolor de coração, “Pacote Futebol” e “Check-ins 2020” que tem direito a um ingresso, ganham um extra, sendo assim, duas entradas.
Além disso, será lançado no segundo semestre um programa de pontos e a pontuação dos sócios durante a quarentena terá valor dobrado. O último benefício anunciado foi uma placa móvel atrás do gol do setor sul do Maracanã com os nomes dos sócios quando os jogos retornarem. A duração dos benefícios depende do tempo de paralisação.

https://www.esporteinterativo.com.br/futebolbrasileiro/Fluminense-tem-aumento-de-socio-torcedor-durante-a-quarentena-20200424-0001.html

segunda-feira, 16 de março de 2020

A Federação Carioca decide paralisar o campeonato por 15 dias por causa da Pandemia de Coronavírus


Fonte: esporte interativo 16/03/2020 
 Decisão foi tomada em reunião, nesta segunda (16), na sede da FERJ, por causa da pandemia do coronavírus
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) realizou uma reunião em sua sede, na manhã desta segunda-feira (16), e definiu que o Campeonato Carioca vai paralisar por 15 dias causa da pandemia do novo coronavírus.O debate, que durou mais de 4 horas, foi feito com representantes de diversos clubes do estado. Neste último fim de semana, a rodada da Taça Rio foi realizada com portões fechados em todos os estádios. A decisão da federação visa conter o avanço do novo coronavírus, que vem assolando o Brasil e o mundo recentemente.Além de evitar o risco para os jogadores, a medida pretende evitar a contaminação de outros profissionais, como dirigentes, membros da comissão, jornalistas e pessoas que trabalham no estádio na logística da partida.

CLASSIFICAÇÃO GERAL DO ESTADUAL ANTES DA PARALISAÇÃO, RESTANDO DUAS RODADAS PARA O FINAL DA TAÇA RIO(o primeiro colocado estará garantido na final)
)Fluminense    21 pontos 7 vitórias saldo +18
2º)Flamengo        19 pontos 6 vitórias saldo +11
3º)Boavista           16 pontos  5 vitórias saldo +6
4º)Volta Redonda 15 pontos 5 vitórias saldo + 7 
5º)Madureira     13 pontos 4 vitórias
6º) Botafogo       12 pontos 4 vitórias
7º)Portuguesa   9 pontos 3 vitórias
8º)Bangu             9 pontos  2 vitórias
9º)Vasco             8 pontos 2 vitórias
10º)Resende    6 pontos 1 vitória
11º)Macaé        4 pontos 1 vitória
12º)Cabofriense   3 pontos 1 vitória  
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OS DOIS JOGOS RESTANTES DO FLUMINENSE NA TAÇA RIO, ANTES DA PARALISAÇÃO
Fluminense x Volta Redonda      Adiado 
Macaé x Fluminense                      31/03
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A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro informa que, após mais de três horas de reunião com os clubes que disputam a Série A do Campeonato Carioca e o Sindicato dos Atletas e de Treinadores, a competição está paralisada por 15 dias por causa da pandemia do Coronavírus.

Sindicato quer paralisar o Carioca devido ao coronavírus: 'Atletas não vivem em um mundo à parte'


Presidente da Saferj, Alfredo Sampaio, ressalta preocupação dos capitães dos quatro grandes do Rio com pandemia. Entidade pretende enviar ofício à CBF e à Ferj

Fonte: Terra 14/03/2020 por Vinicius Faustini
A preocupação com o coronavírus ganhou uma proporção ainda maior entre os jogadores. Presidente do Sindicato dos Atletas de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Saferj), Alfredo Sampaio afirmou que, após ter conversado com os capitães das quatro equipes de maior projeção no estado, decidiu protocolar à CBF e à Ferj uma solicitação de paralisação do Campeonato Carioca.- Entramos em contato com eles após a decisão de tirarem o público dos estádios. Os capitães das equipes manifestaram uma preocupação grande com a rotina que envolve o Estadual. Por mais que não haja presença de torcedores, cada partida envolve em torno de 50 pessoas, considerando jogadores, comissão técnica, imprensa... Além disto, há deslocamentos, trânsito do hotel para o estádio. Por isto, a partir de segunda-feira, vou protocolar à Ferj e à CBF o ofício com o pedido do adiamento da competição - disse, ao LANCE!.
Sampaio aponta as preocupações que mais chamaram sua atenção entre as reivindicações dos capitães. O meia Everton Ribeiro, do Flamengo, o zagueiro Leandro Castan, do Vasco, o meia Nenê, do Fluminense, e o zagueiro Joel Carli, do Botafogo, foram alguns dos jogadores se manifestaram em relação ao prosseguimento do Campeonato Carioca.
- Há preocupação com o trânsito, o possível risco de contágio e até de contaminar alguém da família com o coronavírus. Afinal, a doença pode ser transmitida às esposas e até a filhos e pais deles que, dependendo da idade, são o grupo mais suscetível em meio à pandemia. Por mais que o atleta tenha vigor físico, o que garante uma boa imunidade, não quer dizer que ele está completamente a salvo. A prova disto é o que vemos lá fora! - declarou.
O presidente da Saferj lamentou a declaração de Wilson Witzel. Perguntado na última sexta-feira sobre a determinação de que jogos do Estadual aconteçam com portões fechados, o governador do Rio de Janeiro afirmou que "o contágio é entre atletas, aí o risco é deles".
- Foi muito infeliz. Só serviu para mostrar que muita gente acha que os jogadores vivem em um mundo à parte. Não podemos pensar desta maneira, lidando com crises mundiais do jeitinho brasileiro! Por mais que eu entenda que a paralisação do Carioca vá afetar o calendário nacional, temos de parar de ver tudo por uma questão econômica e política - afirmou Alfredo Sampaio, enumerando:
- Os dirigentes têm de parar de pensar que jogadores e comissão técnica não são afetados por nenhum problema no mundo. Muitas comissões técnicas têm, por exemplo, roupeiros idosos, que estão há muito tempo em um clube. E o risco dele ser contaminado com o coronavírus e contagiar os outros integrantes? Temos o exemplo do Campeonato Gaúcho, no qual o Grêmio jogará amanhã (domingo) no Rio Grande do Sul com portões fechados às 11h, e a previsão do tempo é de 38 graus. Há uma falta de coerência muito grande no trato com os atletas - completou.
Sampaio detalhou os próximos passos em relação à busca por prevenção entre os jogadores.
- Infelizmente, não devemos ter uma resposta a tempo de paralisar a competição já neste fim de semana. Mas, com o envio do ofício à CBF e à Ferj na segunda-feira, será uma primeira tentativa nossa. Os jogadores estão preocupados não só com a rotina de Estadual, mas também com a Copa do Brasil. Afinal, há o trânsito em aeroportos, aviões, hotéis. Vamos tentar, por mais que a gente saiba que será desafiador mudar a rotina do calendário - afirmou.
https://www.terra.com.br/esportes/lance/sindicato-quer-paralisar-o-carioca-devido-ao-coronavirus-atletas-nao-vivem-em-um-mundo-a-parte,135844823f6b71e2bf34da08cf45e1b3so8h4ewd.html
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Flu e Bota querem paralisação do Carioca; Fla e pequenos têm posição contrária

Fonte: NETFLU 16/03/2020
Reunião na sede da Ferj segue para definir futuro do Estadual
Acontece, na sede da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), reunião para definir se o Campeonato Carioca segue ou não. Pelo menos no que depender de Fluminense e Botafogo, o Estadual pode ser interrompido imediatamente em virtude dos riscos de contaminação pelo coronavírus. Porém, a posição do Flamengo e de clubes com menor investimentos é outra, segundo informa o repórter Victor Lessa, da Rádio Globo. O Rubro Negro e as agremiações menores manifestaram o desejo de seguir com a competição. A discussão, ainda de acordo com o jornalista, é grande e está longe de uma definição.
https://www.netflu.com.br/flu-e-bota-querem-paralisacao-do-carioca-fla-e-pequenos-tem-posicao-contraria/

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Eliminação do Fluminense na 1ª fase da Copa Sul-Americana gera prejuizos ao clube

 Fonte: Diário dos Campos 19/02/2020
O Fluminense junta os cacos depois da eliminação precoce na Copa Sul-Americana. Com o empate sem gols contra o Unión La Calera, na terça-feira(18), no Chile, o time carioca se despediu da competição continental ainda na primeira fase e agora " já pensa em um novo duelo decisivo, desta vez pela Copa do Brasil. "" A missão do técnico Odair Hellmann é reanimar o elenco para encarar o Moto Club, no Maranhão, na próxima quarta, pela estreia no torneio nacional. O confronto é em jogo único e o empate dá a vaga aos tricolores.""Não conseguimos dessa vez. Está todo mundo muito dolorido, chateado com a eliminação. Temos que retomar o mais rápido possível para as próximas competições. Semana que vem temos uma competição parecida, mata-mata. Essa eliminação tem que doer em todos nós. Estamos criando uma identidade de buscar as classificações, os objetivos. Não deu nessa, infelizmente. Temos que voltar a trabalhar, para que na próxima entrevista possamos estar em uma situação feliz", disse o treinador.…", "Odair Hellmann reconheceu que é necessário melhorar a contundência na parte ofensiva, podendo mudar algumas convicções…"
ESPERANÇA AINDA NA COPA DO BRASIL 
 A Copa do Brasil é uma competição que dá boas premiações aos clubes que vão passando de fase. A diretoria esperava o mesmo na Sul-Americana mas a eliminação precoce vai atrapalhar e muito os planos para essa temporada.
 PREJUÍZO FINANCEIRO COM ELIMINAÇÃO NA PRIMEIRA FASE DA SUL-AMERICANA
 "Dos US$ 6,5 milhões de dólares (cerca de R$ 27,6 milhões) possíveis de ganhar no torneio continental com premiações o Fluminense levou apenas US$ 300 mil (R$ 1,26 milhão) pela participação na primeira fase. A competição era a chance de dar um "respiro" aos cofres, mas nada disso acontecerá. Se tivesse passado pelo time chileno, já receberia mais US$ 375 mil (R$ 1,57 milhão) só pela classificação, valor que equivale a quase metade da folha salarial do atual elenco
 https://www.diariodoscampos.com.br/noticia/eliminacao-na-sul-americana-gera-prejuizo-ao-fluminense

Após audiência de conciliação, Peter Siemsen retira processo contra reabertura das contas de seu último ano de gestão no Fluminense

Fonte: explosão tricolor 17/02/2020
Nesta segunda-feira (17), o ex-presidente do Fluminense, Peter Siemsen, retirou o processo judicial que movia contra a tentativa de reabertura das contas de 2016 do Fluminense, último ano de sua gestão no clube. A informação foi divulgada inicialmente pelo site NETFLU.
Em audiência de conciliação na 22ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Peter e os advogados dos réus da ação, Fernando Leite, presidente do Conselho Deliberativo na época, e o Fluminense, chegaram a um acordo e a ação foi arquivada.
O motivo foi a “perda do objeto”, já que a assembleia que votaria a reabertura ou não das contas foi convocada pelo antigo conselho do Tricolor. Com a virada do ano, os conselheiros eleitos na chapa de Mário Bittencourt assumiram suas cadeiras. Além disso, mudou também o presidente do CDel. Fernando Leite, que havia convocado a assembleia, encerrou seu mandato. Em seu lugar, assumiu Braz Mazullo.
No fim de novembro do ano passado, Peter Siemsen conseguiu uma liminar na Justiça impedindo a realização de uma assembleia para votar a reabertura das contas de 2016. Na ocasião, o ex-mandatário alegou que as contas já haviam sido objetos de aprovação em duas reuniões do conselho e que foi notificado em cima da data, sem tempo de defesa.

Pedro, agora no Flamengo, entra na Justiça contra Fluminense cobrando mais de R$ 2 Milhões

Fonte: Globoesporte.com Por Felipe Siqueira e Hector Werlang
Atacante formado no clube das Laranjeiras cobra atrasados, FGTS, multa, indenização por não contratação de seguro durante lesão e danos morais.
Horas antes de entrar em campo contra o Fluminense, vestindo a camisa do Flamengo, o atacante Pedro entrou na Justiça contra seu ex clube, com uma cobrança de R$ 2.240.257,08. O caso foi distribuído na Quarta-feira(12) para a 4ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.Pedro cobra o pagamento do 13º proporcional de 2019, de férias do período de 2018/2019, de sete meses do FGTS, de verbas rescisórias, de bichos, de despesas médicas, de dano moral pela lesão sofrida e de honorários advocatícios. O defendem os advogados Carlos Theotonio Chermont de Britto e Aline Christino Simas.O juiz do caso Marco Antônio Belchior da Silveira, da 14ª Vara do Trabalho, marcou uma audiência de conciliação para 24 de Março. Pedro não foi atendido , por ora, no que queria, ou seja, o pagamento imediato das verbas rescisórias e o saldo do FGTS já que o magistrado preferiu ouvir antes a defesa do clube tricolor.Os advogados peticionaram também que o atacante teria direito a um reajuste salarial de 25% nos meses de Junho, Julho e Agosto de 2019 em razão da convocação para a seleção brasileira pré-olímpica, refletindo assim o recalculo de diversas outras cobranças. À época, a remuneração do atleta era de R$ 135mil.O advogado do ex jogador tricolor também pede que a lesão que teve à época seja reconhecida como acidente de trabalho, pedindo assim a indenização  pela não contratação do seguro obrigatório em valor superior a R$ 1 Milhão e também danos morais.
PEDIDO DE EXCLUSÃO DO FLUMINENSE DO ATO TRABALHISTA
Os advogados também pedem a exclusão do clube das Laranjeiras do ato trabalhista, que visa organizar pagamentos de ações trabalhistas contra os clubes para evitar penhoras e bloqueios de créditos. Para sustentar o pedido de exclusão do Fluminense, os advogados alegam que o clube que assinou o acordo em Novembro de 2011, infringiu o mesmo ao não quitar as verbas rescisórias e não recolher o FGTS do atleta. Estas infrações estão previstas no acordo.
PEDRO FOI REVELADO NO FLUMINENSE
Após passagens pelo futsal do Flamengo e por categorias de base do Bangu e Artsul,  o atleta defendeu as cores do tricolor carioca entre 2016 e 2019, até ser vendido para a Fiorentina da Itália e retornar após poucos meses lá, ao Rio de Janeiro mas ao rival, assim como recentemente Gérson e da mesma forma. Veja detalhes do pedido no link abaixo.

https://globoesporte.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/pedro-agora-no-flamengo-entra-na-justica-contra-fluminense-com-cobranca-de-mais-de-r-2-milhoes.ghtml
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AÇÃO DE PEDRO CONTRA O FLUMINENSE PROVOCA IRRITAÇÃO DE DIRIGENTES TRICOLORES
Fonte: Coluna do Fla 15/02/2020
Hoje no Flamengo, o atacante Pedro decidiu entrar na justiça contra o seu ex-clube, o Fluminense, cobrando R$ 2,2 milhões à equipe das Laranjeiras. O processo causou grande desconforto por parte da diretoria tricolor, que não teria concordado com alguns pontos da cobrança.De acordo com informações do jornal O Globo, o que teria irritado os dirigentes foram alguns pontos considerados delicados. A não contratação de um seguro para acidentes de trabalho foi o principal deles, uma vez que o processo destaca que Pedro ficou oito meses sem jogar e acabou perdendo uma convocação para a Seleção principal por conta de uma lesão no joelho.No entendimento da cúpula do Fluminense, ainda segundo veículo, a cobrança não tem cabimento porque o clube nunca encaminhou o atacante ao INSS e fez o pagamento de seus salários. O pedido para que o Tricolor seja excluído do Ato Trabalhista também é outro ponto que incomodou os dirigentes.Após a ação na Justiça, o ex coordenador médico do Fluminense, o Dr Michael Simoni, fez criticas a atitude de Pedro e recebeu resposta do próprio advogado do atacante, que rebateu as declarações.– Tricolores estão inconformados com a ida de Pedro para o Flamengo. Para de chorar. Deixa o craque deslanchar. Reclama com os tribunais que entendem se tratar de acidente de trabalho a contusão sofrida no desempenho das atividades profissionais. Os tricolores estão inconformados com ida dele para o Flamengo. Deixa o cara ser feliz -, declarou Theotonio Chermont, advogado do atleta.

sábado, 7 de dezembro de 2019

Clube já acumula três meses de salários atrasados, prejuízos e muitos credores

FLU JÁ CHEGA A TRÊS MESES DE SALÁRIOS ATRASADOS 
Fonte: Flunômeno e https://twitter.com/FelipeMalamac
O patrocinador master que o presidente estava negociando fez falta... Seja como for, o Tricolor já tem 3 meses de salário em atraso. Por chegar ás vésperas do Natal, muitos funcionários do clube já tem até medo de não receber.

EX TÉCNICO DO FLU, MARCELO OLIVEIRA COBRA DÍVIDA DE R$ 1 MILHÃO COM O CLUBE
Fonte: Flunômeno 
Marcelo Oliveira foi a aposta da diretoria de Pedro Abad para livrar o Fluminense do rebaixamento em 2018. O treinador acabou sendo demitido na última rodada e cobra valores da rescisão bem como parcelas não pagas. O valor total da dívida é de R$1,1 milhão.

Mais uma ação na Justiça

Fonte: explosão tricolor 
Segundo informação do jornalista Hector Werlang, do portal Globoesporte.com, o Fluminense tem mais um sério problema para ser resolvido. Trata-se de Marcelo Oliveira, que foi demitido em 29 de novembro de 2018 às vésperas da última rodada do Brasileirão – a vitória sobre o América-MG, que livrou o Tricolor do rebaixamento. No dia seguinte, ainda na gestão do presidente Pedro Abad, firmou um acordo para receber a rescisão contratual mais os atrasados em parcelas até junho de 2019.
O tempo passou, e um filme repetido voltou a ocorrer nas Laranjeiras: o pagamento das primeiras parcelas foi seguido de inadimplência. Tanto que, em 26 de novembro deste ano, já no mandato de Mário Bittencourt, o processo do treinador foi distribuído para a 82ª Vara do Trabalho do Rio. O valor cobrado é estimado em R$ 1,1 milhão.
A ação está em fase inicial. No último dia 28, uma audiência de conciliação foi agendada para 21 de janeiro de 2020.

Os contratos

Marcelo Oliveira firmou dois contratos: um trabalhista, outro de imagem. No primeiro, tinha remuneração de R$ 140 mil. No segundo, de R$ 80 mil. Ambos terminariam em 31 de dezembro de 2018 e tinham previsão de premiação por desempenho e multa em caso de rompimento antes do prazo.

As premiações

No contrato CLT, a bonificação estava assim prevista (nenhuma meta foi atingida) / (valores em reais):
– 700 mil em caso de título do Brasileirão
– 700 mil em caso de título da Sul-Americana
– 420 mil em caso de vaga na Libertadores (não cumulativa)
No contrato de imagem, a bonificação estava assim prevista (nenhuma meta foi atingida) / (valores em reais):
– 400 mil em caso de título do Brasileirão
– 400 mil em caso de título da Sul-Americana
– 240 mil em caso de vaga na Libertadores (não cumulativa)

As multas

Caso fosse demitido antes do término do contrato, o treinador tinha direito a receber duas multas: R$ 140 mil no contrato CLT e R$ 80 mil no de imagem.

Os acordos de rescisão

A eliminação na semifinal da Sul-Americana, a má campanha no Brasileirão (oito jogos sem vitória e sem marcar gol) e o risco de rebaixamento fizeram o Fluminense demitir o treinador. Então, dois acordos foram feitos:
  • CLT: valor líquido de R$ 436.475,26, referente a verba rescisória e multa, dividido em cinco parcelas de R$ 72.745,88 a serem pagas nos dias 7/1, 10/2, 10/3, 10/4, 10/5 e 10/6 de 2019. Além disso, outros R$ 46.604,44 referentes a verbas do FGTS.
  • Imagem: valor líquido de R$ 322.148,23, referente a vencimentos de outubro, novembro e dezembro, multa e bicho de R$ 2 mil por vitória sobre o Atlético-MG, dividido em sete parcelas. A primeira de R$ 80 mil (7/12/2018) e outras seis de R$ 40.358,04, com vencimento no dia 10 de janeiro, fevereiro, março, abril, maio e junho de 2019.

Os atrasos

No processo, Marcelo Oliveira alega ter recebido apenas R$ 70 mil no acordo de rescisão CLT. Afirma que o Fluminense sequer abriu conta para pagamento do FGTS. E garante que o clube não deu baixa na carteira de trabalho. O ex-treinador tricolor alega ter recebido as quatro primeiras parcelas do distrato do contrato de imagem. Estando três em atraso.
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Flu chega a acordo com credor da venda de Gerson

Fonte: explosão tricolor 20/11/2019
O Fluminense chegou a um acordo com um dos credores da venda de Gerson, celebrada em 2015. No último dia 31 de outubro, o Tricolor e a Traffic comunicaram à Justiça ter alcançado consenso para parcelar a dívida de R$ 5,2 milhões em 37 vezes. Entretanto, o juiz Luiz Umpierre de Mello Serra, que reassumiu a 50ª Vara Cível do Tribunal de Justiça, ainda não homologou a combinação.

A empresa era um dos quatro parceiros que tinham processado o Fluminense por não receber o que tinha direito na negociação com a Roma. Na época, o total cobrado era R$ 18 milhões, dos quais R$ 4,1 milhões apenas da Traffic (o valor do acordo subiu por conta de multa e juros).
Sendo assim, o Fluminense evita ter receitas penhoradas. A Justiça, aliás, neste mesmo processo, havia determinado o bloqueio de R$ 4,3 milhões da venda de Pedro à Fiorentina, o que acabou por não ser concretizado. Porém, aumenta o compromisso de pagamento mensal do clube em um contexto de atraso salarial de funcionários e jogadores como rotina desde 2017 e sem o incremento de entrada de dinheiro, como por exemplo de patrocínios.
A combinação entre as partes tem a primeira parcela a ser paga em 5 de dezembro. A última, em 5 de dezembro de 2022. Caso um parcela não seja paga, a dívida total será executada com multa de 10% e juros de 1% ao mês e correção monetária pelo IGP-M.

Repasse não realizado

A venda de Gerson foi feita pelo então presidente Peter Siemsen, que anunciou a conclusão da transação em 5 de agosto de 2015. A Roma aceitou pagar 16 milhões de euros (R$ 60 milhões, cotação da época). O clube das Laranjeiras tinha 70% dos direitos do atleta. No entanto, o mandatário não repassou o valor dos parceiros. Porém, o problema não foi resolvido na gestão Pedro Abad.

Parcelamento do acordo:

1 parcela: R$ 8.219,00
2 parcelas: R$ 300 mil
34 parcelas: R$ 130.357,00
Total: R$ 5,2 milhões

https://explosaotricolor.com.br/fluminense-chega-a-um-acordo-com-um-dos-credores-da-venda-de-gerson-veja-como-ficou-o-parcelamento-da-divida/
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FLUMINENSE OBTEVE QUASE R$ 3 MILHÕES EM PREJUÍZO ATUANDO NO MARACANÃ
Fonte: Flunômeno
Enquanto o torcedor discute associação, mobilização e etc, o Fluminense, jogando no Maracanã, neste Brasileiro, já acumula R$ 2.237.653,72 de prejuízo. O valor correspondente a mensalidade de aproximadamente 64 mil sócios, no plano de R$ 35,00. "O inimigo agora é outro!"